..:: Final? Não, apenas um reçomeço ::..

Então, gente, por 5 longos anos tenho postado coisas, fatos, imagens tudo relacionado ao meu mundo nesse que se tornou a porta para eu poder expor meus pensamentos variantes e minhas ideias infundadas. Mas depois de um tempo, uma mudança (Apesar de eu não ser muito fã delas) é necessária.

Por vários meses eu fiquei em dúvida se deixaria de usar o ZIP.NET e migrava para o Blogspot.com ou se permanecia neste espaço que é mais que precioso para mim. Bem, os vários pedidos de amigos meus ganharam, e eu a partir de agora irei postar somente no blogspost. Claro que ainda não excluirei este blog, mas não atualizadei mais ele.

Primeiro porque eu sei que vocês ainda virão por aqui, depois porque ainda tem muitos posts que eu quero postar por lá, e eu excluindo, todo o seu conteúdo irá sumir... Sao mais de 18 mil visitas em pouco mais de 5 anos... Não podia abandoná-lo desta forma, não é? Bem para os que visitam verdadeiramente meu blog, e quiserem continuar visitando é só clicar em:

..:: Escritora Poética ::..

Esse link irá levá-los diretamente ao meu novo blog. Espero que vocês gostem!

Beijos Uivantes!

Ass. Lobinha.

 

Postado por Lobinha às 15:20:19
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..:: A Suprema Felicidade ::..

Escrever bem é escrever sobre o que se sabe. Não há nada mais no mundo que eu não sabia que apreciar um bom filme. Mas ultimamente, “bons” filmes estão cada vez mais raros no mercado.

Um bom filme, para mim, é aquele filme que tem uma história tão envolvente que faz com que você se perca na poltrona do cinema. Esqueça que existe o tempo/espaço e sinta vontade de nunca mais sair.

Eu venho de uma geração pobre no quesito “Cinema Nacional”. Ao lembrar os filmes nacionais da minha infância, me vem à cabeça filmes como “Super Xuxa contra o baixo astral” e “Os Trapalhões e o rei do futebol”. Bem digamos que filme de Xuxa nunca foi digno de qualquer classificação, e os trapalhões deixaram de fazer filmes interessantes quando Mussum e Zacarias nos deixaram (Ainda tenho pra mim que um dos filmes infantis mais lindos que eu já vi chama-se “Os Saltimbancos Trapalhões”). Depois disso, vieram aqueles filmes de pornô chanchada ou de “putaria” explicita que eu, quando criança, não gostava muito.

Devido a isso, vários cineastas bons ou foram para fora do país, como é o caso do Fernando Meirelles e do Walter Salles, ou então simplesmente deixaram de trabalhar, como foi o caso do Arnaldo Jabor. Mas o Jabor é um homem multifacetado. Ele é capaz de te explicar economia, e escrever de amor com a mesma poesia que é capaz de transformar um roteiro com uma história simples em um dos filmes mais bonitos que o cinema nacional foi capaz de produzir.

Desde que eu vi os comerciais sobre o filme “A Suprema Felicidade” eu fiquei ansiosa. Ainda paira no ar, infelizmente na maioria dos brasileiros, um grande preconceito de que no Brasil não existe cinema. Existir existe, ele só não é divulgado com a mesma intensidade que os “gringos”. Exemplo disso é o filme do Padilha. Mas eu não vim falar disso. Vim falar de poesia.

Apesar do nome, o filme retrata a busca pela felicidade. Dessa felicidade que todo mundo procura, todo mundo quer, mas poucos têm a coragem de correr atrás. E fala isso como poucos conseguem. Prendendo a atenção da pessoa que está na poltrona assistindo.

O filme te faz rir (principalmente se na sessão que você for, as pessoas tiverem o mesmo “timing” para os comentários que você), o filme te emociona, o filme te encanta. E o filme retrata um Rio de Janeiro tão lúdico e poético que somente em filme para vermos isso.

Ele começa em 1945 no dia em que a Guerra terminou. E conta a história do Paulinho. Um garoto que vinha de uma família classe média típica carioca, mas que há muito perdeu o entusiasmo. O pai sentia-se um fracassado e a mãe uma dona de casa frustrada porque o marido não a deixa trabalhar. E conta a vida desse menino dos 08 aos 19 anos. Um garoto que tinha no avô o grande companheiro, amigo e confidente. E no pai um herói da aviação, mesmo que distante do mesmo. É em sua rua que ele convive com os personagens mais típicos da infância de um garoto. Dos vizinhos briguentos a moça romântica.

O Seu Noel, lindamente interpretado por Marco Nanini é o tipo de avô que TODO mundo sonha. É a “Dona Benta” de calças. Ensina ao neto todas as formas de felicidade, e como encontrá-la. A visão de mundo que o seu Noel tem é de um lirismo que somente os grandes homens possuem. E tenta passar ao neto isso. E o filme mostra o envelhecimento dessa verdadeira mente brilhante. Ele é boêmio, sagaz e romântico.

Há participações nesse filme que você simplesmente fica pensando que Arnaldo Jabor fez um pacto com Deus para trazer grandes figuras de volta, como é o caso do “Zé Bonitinho” que interpreta um padre do colégio do Paulinho ou a “Elke Maravilha” que faz a avó dele. Prestem atenção ao pipoqueiro que aparece em vários momentos da história. Seus diálogos são de uma ambiguidade tão grande que é preciso estar atento à história para não perder a graça deles. Ou a aparição, mesmo que pequena de Emiliano Queiroz.

Dan Stulback fazendo seu trabalho tão metodicamente perfeito que você realmente acredita que ele envelheceu e Maria Flor? Linda como sempre. O que me chamou a atenção mesmo foi o ator que faz o Paulinho aos 19 anos, Jayme Matarazzo (Não sei se tem ligação com O Matarazzo). Além de bonito (Muito, alias) soube dar ao personagem as angustias que um rapaz de 19 anos tem. De contestar a existência de Deus ao fascínio que uma bela dançarina vestida de Marilyn tem.

Enfim, o filme é uma experiência que todos nós precisamos passar no cinema e uma experiência de vida que eu sinceramente gostaria de ter tido. Quem sabe hoje eu não poderia falar que, enfim eu soubesse o que significa a Suprema Felicidade! (Mesmo que eu ainda esteja desconfiando que ela é utópica).

 “Com sorte, a maioria das pessoas é alegre, por que a vida, Paulinho, a vida gosta de quem gosta dela” (Seu Noel).

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 11:29:46
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..:: Saudade::..

O mundo sabe o quanto eu reclamo das produções televisivas contemporâneas. Que eu vivo falando que a qualidade de agora já não é tão marcante e intensa como era nos anos 80/90. Que a Globo tem cerceado tanto a criatividade de seus autores que as novelas de hoje parecem mais repetições e mais repetições.

Por isso mesmo, é bom quando encontramos pessoas que de alguma forma compartilham com as mesmas opiniões que eu tenho. Criatividade não pode ser cerceada. E eu tenho certeza que, se a globo parasse com esse falso moralismo que ela tem imposto na sua grade de programação, os programas seriam muito mais interessantes que os BBB’s da vida, ou os programas sem criatividade nenhuma que um Zorra Total, por exemplo.

Eu sou de uma época em que se via (E ria) com TV Pirata. Que se sentia retratado ao ver “Vale Tudo” (Que pode provar o que eu estou falando pelos números que o canal apresenta todos os dias na hora da novela).

Mas eu vim mesmo para falar de uma das melhores novelas que já passou na televisão brasileira. E essa novela se chama Kananga do Japão. Sair com o Heddy tem dessas coisas. Quando nós dois começamos a conversar, sempre a conversa termina com alguma obra prima.

Primeiro estávamos falando de Nelson Rodrigues. “Engraçadinha” está sendo reprisada e estávamos falando para o Carlos e o Kaio o quanto o texto do Nelson Rodrigues é brilhante. Afinal de contas era TEXTO. E não a ideia de texto que temos hoje. E acabamos falando de novela, filmes... Kananga.

Kananga foi uma novela de 89 (Se não me falha a memória) que era exibida na extinta TV Manchete (Saudade demais dessa emissora). Era basicamente uma história de amor. Alias, era uma história de amor entre a Dora (Christiane Torloni) e o Alex (Raul Gazola) ambos novos, bonitos e talentosos. A novela se passa entre os anos 20 e 40 durante o Estado Novo do Getúlio Vargas e aborda os temas daquela época. Segunda Guerra, Intentona Comunista, enfim...

Falar da Kananga é falar de poesia. Um texto maravilhoso, dificilmente eu vi uma novela com um texto tão bom, tão bem escrito quanto Kananga. Uma direção estupenda é uma aula. Os cenários, figurinos... Acho que não há, na teledramaturgia brasileira algo tão completo. Eu lembro que eu ficava acordada até tarde para poder assistir. Creio que tenha sido a primeira novela que eu realmente acompanhei do início ao fim. As novelas da Manchete tinham esse poder sobre mim... Me faziam ficar presa a elas até o final.

E lembrando dela, torna impossível a não comparação com as que estão sendo exibidas agora. A queda de qualidade é imensa. Não há mais no país produção como aquela. O que mais me marcou, além das interpretações dos três protagonistas, foram os cenários. Eu lembro que a gafieira Kananga do Japão (onde acontecia a maior parte das cenas da novela) me passava algo utópico de um Rio de Janeiro que nunca existiu (por mais que eu saiba que tenha existido) e a casa do antagonista me vem à cabeça uma escadaria onde a Christiane descia, me faz perder o fôlego até hoje.

E claro... Novela de Época. Luiz Carlos Prestes e toda a sua trajetória. Olga Benário e a sua luta contra o nazismo... Estado Novo... O tom lúdico que a novela me passava... São coisas que não se vê mais... Em novela nenhuma. Não há mais um texto tão envolvente que faça com que você viaje até a época em que ela está sendo ambientada. Kananga do Japão fez isso. E eu tenho quase que absoluta certeza que faria se a novela fosse reprisada.

O Brasil precisa de textos como o dessa novela. Não cópias mal feitas de sucessos do passado. Não cópias de péssima qualidade devido ao fato de o mundo ter se tornado “politicamente correto”. A teledramaturgia brasileira só é brilhante por que em seus textos os tons politicamente corretos ficavam de fora. O que o país que ver é ser retratado nas telas... O que o brasileiro quer ver é poesia em forma de imagem. Tenho certeza que os números das novelas de hoje seriam muito maiores se não houvesse tanta polidez nos textos dos autores. Nem na ditadura militar havia tanta censura. Os textos eram fortes, intensos e por que não falar... Inteligentes.

A inteligência do brasileiro não diminuiu, o que está acontecendo é que ela esta sendo subestimada por pessoas hipócritas que acham que a vulgaridade chama mais a atenção do que a sensualidade. Não chama, desculpem, mas não chama.

Baseiem-se nos textos de Nelson Rodrigues, no roteiro de Kananga do Japão... Glória Peres, lembre-se do seu tempo de liberdade criativa, faça novamente o que você sabe fazer de melhor. Você é discípula de uma das mais cultuadas autoras de novelas, não se deixe abater por essa censura branca que pairou sobre a teledramaturgia brasileira. Você é a última remanescente dos grandes autores de novela. Benedito Ruy Barbosa... Por favor, traga mais do seu brilhantismo de “Pantanal” para as nossas vidas. E não venham me falar que são novelas velhas. O SBT reprisou ano passado Pantanal e os números da novela foram surpreendentes. O brasileiro quer sim qualidade na sua TV. Ele apenas não sabe onde achar.

Enfim... Nostalgias de uma pessoa que sente falta de uma trama envolvente, de personagens inesquecíveis e textos marcantes.

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 23:30:18
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..:: Onde, infelizmente, nós vamos parar? ::..

Ficar à margem de modinha é uma coisa complicada. Quando essa dita moda está nos limites de uma boa convivência, ainda dá pra aguentar, mas quando as coisas começam a passar dos limites, alguma coisa deve ser feita.

Há algum tempo, eu venho acompanhando, com alguma surpresa, confesso, o quanto a “ditadura da moda da Rede Globo” vem afetando a vida de muitas pessoas que ficam à margem da beleza imposta por esta emissora.

Passei minha vida inteira “sonhando” com o conceito de beleza que a televisão brasileira impõe a todo o país. Até que eu me cansei disso, abri mão da Globo e fui ser feliz. Mas muito me espanta que ainda tenham pessoas que são tão ocas (obviamente nunca leram um livro na vida) e se deixam influenciar por besteiras.

Há alguns dias, eu fiquei assustada (E com medo) com os casos que andam acontecendo em faculdades paulistas de discriminações com pessoas... Gordas. Meu Deus, que mal elas fizeram a essas pessoas para sofrerem tal humilhação? A coisa tá num nível tão grave que até “rodeio de gordas” andam fazendo por lá. O que me espanta não são as atitudes de idiotas como o tal Roberto Negrini teve ao afirmar que foi uma brincadeira, mas sim me espanta a faculdade em ainda AVALIAR a situação para ver que sanções DISCIPLINARES os envolvidos merecem.

Meu Deus, que país nós estamos vivendo? São pessoas, por Deus. E o fato de a faculdade se fechar para AVALIAR as sanções DISCIPLINARES cabíveis, já está me dizendo que ela não irá fazer NADA contra este cidadão... Ou melhor, chamá-lo de cidadão é forte demais. Não há classificação para um ser que maltrata outro apenas “por brincadeira”. O que me irrita que é idiotas como ele, leva uma turma com ele.

Sanção disciplinar, neste caso, não resolve. O que aconteceu naquela faculdade foi crime. Isso se chama assédio moral. Essas meninas foram cerceadas de sua liberdade de ir e vir com segurança. O que elas sofreram foi a mais pura atitude de discriminação que existe. Essa “brincadeira”, como este idiota ROBERTO NEGRINI tanto afirma causa traumas irreversíveis. Deus, eu não quero nem imaginar como não deve estar a cabeça dessas meninas.

Estou sendo repetitiva com o nome dessa COISA, para que ele não caia no esquecimento. Ele deveria estar preso não em uma cela com outros cidadãos, e sim dentro de um zoológico. Recebendo visitas e recebendo comida crua, como um animal deve ser tratado. Direitos Humanos? E o que ele fez com as meninas? De amarrar uma garota, subir em cima dela e simular um rodeio a chamando de vaca? Onde estão os direitos humanos numa hora dessas? Aí eles somem, não é?

A revolta que eu estou é desproporcional com o tom ameno deste post. Sério. É inadmissível a passividade como as autoridades estão tratando deste caso. Primeiro foi a Geyse (Que hoje mandou todo mundo se foder e está colhendo os louros do que aconteceu com ela – E acredite, ela tem todo o meu apoio SIM). Agora isso? Desde o caso da Geyse alguma coisa deveria ter sido feita. Mas é como sempre acontece no Brasil. Alguma coisa só realmente chamará a atenção das autoridades competentes quando sair nos jornais do país inteiro a notícia de que alguma menina gorda foi morta à pancadas por outro “ser humano”.

Numa hora dessas, eu agradeço por viver no meio de pessoas civilizadas. Sim, porque, se em SÃO PAULO a dita cidade mais civilizada do país acontece coisas assim, o que aconteceria em cidades como Manaus... Que para o resto do país só tem índio!

Viva os índios daqui de Manaus, que sabem o que significa RESPEITO A DIGNIDADE HUMANA. Não estou falando que por aqui não haja crimes, mortes, etc., até há. Mas eu tenho certeza absoluta que, se o senhor ROBERTO NEGRINI fosse fazer uma estada em Puraquequara, acho que quem iria ser a vaca seria ele. Por que, até entre bandido há regras, e eu tenho certeza que os que estão lá dentro repudiam com tanta veemência (ou até mais) o “nojo” que este... Isso chamado ROBERTO NEGRINI tem de pessoas gordas.

Ah, como eu queria que alguém de lá de dentro fizesse com ele a mesma coisa que ele fez com essas meninas... Nesses casos eu sou a favor do antigo código de Hamurabi (Para mim a lei mais justa que já existiu).

O que me entristece, sinceramente, é que coisas como ROBERTO NEGRINI não tenham a capacidade encefálica para entender 90% das palavras contidas neste texto. E que COISAS como ROBERTO NEGRINI nunca conseguirão entender completamente.

Ele deveria estar preso, encarcerado, sendo açoitado ou coisa do gênero. Enfim... Será que a senhora mão desta coisa está dando razão ao seu filho? Confesso que se fosse algo que tivesse saído de dentro de mim, daria um jeito de tirar meu nome do dele! Sim, porque isso é criação... Se é que COISA como ROBERTO NEGRINI algum dia escutou algo relacionado a isso...

Enfim... Coisas que só no Brasil acontecem. Que triste para um país como o Brasil... Muito triste mesmo.

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 11:01:39
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..:: Wagner Moura ::..

Então, desde que eu vi o comercial da revista Rolling Stones com o Wagner Moura na capa, eu fiquei interessante em comprar e ler a entrevista com ele. Eu sei que, provavelmente, eu fui levada pelo tal “poder da mídia” por Tropa de Elite 2 estar tão em evidência assim, mas eu tenho acompanhado as entrevistas dele e ele se mostrou bastante coerente com suas declarações. Na revista não foi diferente. A revista dedicou algumas páginas para uma deliciosa entrevista com o ator que falou de tudo de maneira simples, como ele tem se mostrado ser. E o engraçado é que, o sotaque baiano está presente, mesmo sendo uma revista.

Confesso que eu me surpreendi com as declarações dele. Eu já gostava muito dele desde que eu assistir à Deus é brasileiro. Ele até então pouco conhecido do “grande público” soube levar com bastante segurança um filme com Antônio Fagundes e não se ofuscar por ele. Foi aí que eu comecei a prestar mais atenção a ele. Discreto e muito “família” eu realmente me surpreendi com o nível intelectual e político do Wagner.

Não compro todo o papo do Deus cristão, a onda toda dos testamentos não faz sentido pra mim. Mas não tem como não acreditar em Jesus, que foi um cada fodão que andou ali pela Galileia e descobriu uma coisa genial. Naquela época, o cara fodão era o da espada e Jesus foi lá e disse: Brother, a parada é o amor, é o papo, é a gente se gostar. E botou pra foder!”

Hoje nada obriga duas pessoas a estarem juntas como era antigamente. Não existe outra razão para você morar com uma pessoa que não seja o amor. Isso é moderníssimo, cara.”

Eu queria fazer uma peça popular, como era em 1600 quando Shakespeare fazia. Era pra galera, não era essa parada careta dos intelectuais e críticos de teatro e literatura, que ficam dizendo que ‘Hamlet tem que ser assim, tal cena tem que ser assado’. Não tenho paciência nenhuma pra isso. Essa porra, meu irmão, é popular.”

Citações tiradas da Revista Rolling Stone deste mês. Comprem, leiam (Confesso que eu comprei a revista e fui direto para a entrevista com ele, mas acho que o resto da revista até que dá pra folhear) vocês iram conhecer um “cara” atento com o mundo que o cerca e preocupado com alguma qualidade de vida para ele e a família... E isso tudo com uma atitude e inocência quase juvenil!

Meu Deus, e quem não está?

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 09:49:17
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Humor Atual

Meu Perfil

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. UFAM


Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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