O passado rondando minha porta

É até difícil descrever como eu venho me sentindo esses tempos. Uma saudade daquilo que eu não vivi que chega a me sufocar.

 

Fico escutando repetidas vezes “come back down” e aí que a coisa dói mesmo, essa falta de notícias machuca mais que o fato de não escutar a sua voz! Sim come back down voltou com a força total à minha vida... Eu queria tanto que ela dessa vez não fosse embora, mas... Toda vez é isso, dói ficar sem noticias, sem escutar a tua voz, sem saber se você está bem, eu tenho ter agüentado, mas você não sai do meu pensamento, nunca saiu, fico sempre imaginando o que você anda fazendo num sábado à noite. Eu sei que não deveria estar pesando assim, mas é mais forte que eu, migalhas da tua atenção pra mim me fazem feliz, eu não exijo muito, somente que você mande notícias, pois a falta de noticias tuas me matam aos poucos e isso não é justo. Você diz uma coisa, mas as suas atitudes são completamente o oposto.

 

Toda vez é isso, você reaparece um dia e me deixa assim, mal, depois some durante mais dois meses, queria poder saber o que se passa pela tua cabeça e principalmente pelo teu coração, por que se você gostasse de mim como fala, mandaria ao menos noticias! Eu fico pensando se seria uma boa eu ir para onde você está, mas suas atitudes sempre me deixam com os dois pés atrás... Por isso que eu tenho a tal muralha, porque toda vez que você some é sempre isso penso em você 24h por dia, você some e eu fico mal...

Queria que as coisas fossem diferentes dessa vez, mas eu acho que vão continuar como sempre foram, infelizmente, pois eu realmente gosto de você e muito!

Postado por vanessa.sc às 20:09:50
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O que te faz Feliz - Arnaldo Antunes

Demorei mas consegui a poesia do Arnaldo (que em minha opinião é um dos poetas da lingua portuguesa) do novo comercial do Pão de Açuçar! Tentei colocar o link do You Tube aqui, mas eu não sei fazer esses trem, então vou por a poesia, e depois um link para o video, é muito lindo, mesmo para um supermercado! Fui gente, mais tarde eu volto para postar mais coisas...

"O que te faz Feliz?"

O que te faz feliz?
A lua, a praia, o mar
Uma rua, passear
Um doce, uma dança, um beijo
Ou goiabada com queijo
Afinal, o que te faz feliz?

Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde
Arroz com feijão, matar a saudade
O aumento, a casa
O carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz
Dormir na rede, matar a sede
Ler ou viver um romance
O que te faz feliz?

Um lápiz, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa
Um pássaro, um parque, um chafariz
Ou será o choro que te faz feliz?
A pausa para pensar, sentir o vento
Esquecer o tempo, o céu, o sol, um som
A pessoa ou o lugar
Agora me diz, o que te faz feliz?

 

Vídeo no You Tube, clique aqui

Postado por vanessa.sc às 09:01:59
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House - Remédio contra a chatice

A premiada série House M.D. – que estréia hoje a sua terceira temporada no Universal Channel – diverte, irrita e provoca reflexão até no mais sonolento espectador. É impossível ficar indiferente!

Entre aborrecidos atendimentos ambulatoriais obrigados pela chefa e cabeludos casos em busca de um diagnóstico, o Dr. Gregory House vai despejando sua ojeriza quase romântica pela humanidade em tijoladas verbais politicamente incorretas.

House adora arriscar, dando uma de psicanalista, e geralmente se sai bem. Nem sempre. Se na psicanálise selvagem o médico acerta, no quesito diagnóstico House volta e meia erra. E feio. Pelo menos na primeira hipótese e no tratamento inicial que praticamente impõe. Seu furor em curar na maioria das vezes faz piorar os pobres pacientes, que finge desprezar, provocando o ódio do doente e de seus familiares.

Mas que diabos esta série tem de bom? Além do protagonista que adoramos odiar, o inglês Hugh Laurie (que acumula dois Globos de Ouro pelo papel), a velha mania de apresentar médicos como pessoas totalmente dedicados ainda cola, assim como a busca da verdade clínica e uma atmosfera de investigação científica que faz sucesso em C.S.I. e seus genéricos.

Do mesmo modo que em séries investigativas, House sempre começa com uma apresentação clínica extravagante, com a simulação anatômica e fisiológica através de uma câmera que invade órgãos e acompanha bactérias, trombos, espasmos. Aliás, eles nunca faltam. Quase todos os pacientes convulsionam, geralmente para mostrar a gravidade do caso ou por que a equipe de Dr. House está no caminho errado.

A beleza interior

Há 500 anos a humanidade abriu mão do respeito imposto pela Igreja aos mortos, e desde Leonardo da Vinci nos deliciamos em bisbilhotar cadáveres. Alguma dúvida? É só dar uma olhada nas maiores séries de sucesso atuais. Quase todas têm mortos vasculhados por protagonistas gélidos. Sem contar a vida real - que cada vez mais imita a arte – com as várias exposições sobre corpos, cadáveres caprichosamente trabalhados que viajam pelo mundo e agora aportam na Oca do Ibirapuera, em São Paulo.

House é semelhante a C.S.I. quando mostra uma equipe empenhada em sua profissão cuja vida pessoal fica em último plano. São autômatos. E só há uma regra: vencer a doença que se apresenta como inimigo. Dr. Gregory House segue à risca os mandamentos da medicina. E não importa a relação médico-paciente. O fígado, o coração, o cérebro são mais importantes. Os únicos conflitos humanos servem para sublinhar que Gregory e sua patota decidiram pela vida religiosa via profissão. Turma fantástica esta, que realiza desde exame de urina até análise de genes (impossível tanto conhecimento na prática clínica)!

Moral, ética, lei... Tudo isso não importa. Em House, os médicos mentem aos pacientes, aos familiares, invadem casas em buscas de provas das doenças como se fossem detetives. Fazem dos doentes tubos de ensaio como terroristas do bem, moda iniciada em 24 horas.

A televisão - das séries - tem testado as audiências muito além do limite imposto pela autocensura americana. Não segue normas morais, mas mantém-se sempre o padrão conservador mais atual. House subverte o lugar tradicional dos médicos como salvadores de seus pacientes. Gregory e equipe querem eliminar doenças. Os pacientes estão em segundo plano.

Mas nada é tão frio assim. Sobra espaço para pieguices de Natal, músicas tristes que embalam as cenas que mostram a vida solitária dos médicos e como eles sofrem por trás da máscara de personagem decidida. O que vale é a verdade, mas uma verdade segura, que não arrisca. A verdade da ciência. As verdades que Gregory diz aos colegas, aos pacientes e seus familiares soam apenas como rabugice e alívio para sua condição de manco de bengala e viciado em analgésicos; é hilariante a máxima: “as drogas não me deixam alto, me fazem neutro”.

Para isto é necessário a prova da realidade. Talvez este seja o grande segredo em House. Não há certezas. Em todos os episódios há diagnósticos errados e tratamentos que não dão certo. O grande charme da série é uma aposta provisória que sempre trata da vida perante a uma dramática ameaça de morte.

Entre a altivez de C.S.I. e o triunfo da vida pessoal sobre a profissional em Grey's anatomy, Gregory House vai pelo caminho de Hannibal Lecter, de O silêncio dos inocentes. Ele tem todos os atributos morais e éticos para ser execrado, mas conquista seus pupilos, a diretora do hospital - que se curva à sua inteligência médica - e o espectador, que adora vê-lo e escutá-lo dizer tudo aquilo que tempos politicamente corretos nos impedem em público.

O médico e o ilusionista

Há um truque essencial em House e imaginamos que todos sabem dele! É como o ato de ilusionista ou a grande mágica de um David Copperfield. Sabemos que é falso: um elefante não pode desaparecer na nossa frente... O caso único, um em milhões - como se diz constantemente na série - será curado.

Vemos atletas aleijados voltarem a jogar; músicos paralíticos que saem andando do hospital; crianças com alergias já em parada respiratória que levantam como pequenos Lázaros e caminham de bracinhos abertos para as mamães choraminguentas... O truque essencial é este: sabemos desde o início que o paciente será salvo. Afinal, quantas foram as mortes no hospital durante o plantão do Dr. House? Esse cara é um milagreiro impressionante. Lembra-nos dos velhos curandeiros místicos, das bruxas em Shakespeare, dos oráculos gregos. Gregory House é feio, solitário, manco, sem atrativos, ranzinza... Nunca o vemos estudando, mas alimenta seu infinito conhecimento com... Adivinhem? Séries de televisão sobre medicina. UAU!

Mas o divórcio com a realidade não diminui o interesse. Ao contrário, aumenta. A população está cada vez mais velha no mundo inteiro. Chegar aos 80 é quase corriqueiro. Chegarmos lá saudáveis é o desejo geral. Se acreditarmos numa medicina capaz de fazê-lo, opa, vamos apoiá-la incondicionalmente.

Como todo bom programa, diverte por proporcionar uma fantasia que todos desejamos seja possível de realizar-se. Afinal, nascemos com um médico ao nosso lado e esperamos morrer com um perto aliviando nossas dores. Pelo menos com 100 anos e saudáveis... E se o tal do Gregory House sabe como... Qual é mesmo o endereço do hospital dele?

Fonte: Omelete

Postado por vanessa.sc às 10:53:54
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You never call me when you're sober - Evanescence

Don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind

Should I let you fall?
lose it all?
So maybe you can remember yourself
Can't keep believing
We're only deceiving ourselves
And I'm sick of the lie
And you're too late

Don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind

Couldn't take the blame
Sick with shame
Must be exhausting to lose your own game
Selfishly hated
No wonder you're jaded
You can't play the victim this time
And you're too late

So don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind

You never call me when you're sober
You only want it cause it's over
It's over!

How could I have burned paradise
How could I - you were never mine!

So don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
Don't lie to me
Just get your things
I've made up your mind

 

PS: Meu eu me amarro nessa música oh... O Ritmo, a letra, tudo, sem contar que essa mulher canta demais! ^^

Postado por vanessa.sc às 07:42:36
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Jota Quest - 03.03.07

Simplesmente o sinônimo da frase: A noite perfeita, o show perfeito


Mais uma Vez - Jota Quest

Te tenho com a certeza
De que você pode ir
Te amo com a certeza
De que irá voltar
Pra gente ser feliz
Você surgiu e juntos
Conseguimos ir mais longe

Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha
Hoje mais do que nunca somos dois
A nossa liberdade é o que nos prende

Viva todo o seu mundo
Sinta toda liberdade
E quando a hora chegar, volta...
Que o nosso amor está acima das coisas...deste mundo

Vai dizer que o tempo
Não parou naquele momento
Eu espero, por você
O tempo que for
Pra ficarmos juntos
Mais uma vez

Te tenho com a certeza
De que você pode ir,
Te amo com a certeza
De que irá voltar
Pra gente ser feliz
Você chegou e juntos conseguirmos ir mais longe
Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha
Hoje mais do que nunca somos dois

Vai dizer que o tempo
Não parou naquele momento
Eu espero por você
O tempo que for
Pra ficarmos juntos
Mais uma vez...

Não parou naquele momento
Eu espero por você
O tempo que for
Nós vamos estar juntos
Estar juntos
Mais uma vez

Postado por vanessa.sc às 15:05:40
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Incondicional... Parte II



Os dias que se seguiram foram os piores de toda a sua vida. Minutos se transformaram em horas, horas em dias, dias em meses e por fim, anos se passaram, mas a lembrança dela ainda doía.

Sempre se lembrava das últimas palavras que ela sussurrava enquanto ele a amava “Vou ser somente sua eternamente”. A emoção que ele havia sentido fora tão profunda que nem mesmo o tempo apagaria.

Ainda tinha a foto dela em sue quarto e se lembrava do dia em que se conheceram como se fosse o anterior.
Ele a avistou passeando de bicicleta pela praça. Primeiro havia pensado que fosse a visão de um anjo “Mas anjos não descem à Terra”... Então pensou “quem é aquela garota?”

Não longe dali, outro coração batia no mesmo ritmo que o dele... “será que eu estou sonhando?” Ela estava nervosa e não sabia o motivo. Mas sabia que no momento em que o avistou, sua vida estaria completamente mudada.

A chaleira e seu barulho o trouxeram novamente ao presente. Não queria aceitar estar longe de seu grande amor. Desligou o fogão e sentou-se à mesa para poder jantar.

Lembrou-se então do dia em que ela descobrira seu passado. Foi também o primeiro beijo de amor dele... “Você se dizia meu amigo e, no entanto escondeu isso de mim” – ela disse com lágrimas nos olhos – “Você não confia em mim...”
“Por isso eu não contei. Você como todos os outros, se afastaria de mim. Eu suportei ver as pessoas que eu mais gostei se afastar de mim. Só que se eu a visse indo embora...” ele calou-se; nunca teve tanto medo de um sentimento como aquele que estava sentindo naquele momento. Era algo que não conseguia controlar. Ela estava bem ali na sua frente.

“Se eu fosse embora? Você ainda não entendeu nada.” Foi quando ele percebeu que ou ele era sincero ou ele a perderia para sempre. “Eu não agüentaria vê-la partindo. Você tomou conta não só de mim, mas de meu coração também.”

O que se seguiu foi uma emoção que ele nunca havia tido. Quando seus lábios se tocaram o mundo parou. Não havia tempo para eles, até mesmo a chuva de verão que caía lá fora havia parado.

Seus lábios encontraram os dela, trêmulos talvez por nervosismo, talvez emoção, talvez até mesmo os dois. A verdade é que enquanto seus lábios delicadamente descobriam o que era o amor verdadeiro, sua alma tornava-se maior que o universo.


Autora: Vanessa Santana Carvalho

Postado por vanessa.sc às 12:14:58
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Humor Atual

Meu Perfil

Links

. Blog do Uol
. Letras de Musica
. Martha Falcão
. Omelete
. Cinema com Rapadura
. Cinemais
. Cinemark
. UFAM


Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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