Sessão de Cinema da Sexta feira...

Há muito tempo eu venho reclamando do gênero “Comédia Romântica”, que são filmes idiotas, sem um roteiro legal, muito lugar comum. Reclamo especialmente das “comédias românticas” que o Ryan Reynolds faz, não é verdade? Pois bem gente, eu queimei minha língua, mais uma vez, isso está se tornando uma constante na minha vida agora.

Acabei de chegar do cinema. É eu sei, uma sexta feira à noite, um dia (IN)comum para a Vanessa ir ao cinema, mas parece que meu vício esse ano piorou, e antes, eu esperava os finais de semana, especialmente os domingos para ir ao cinema... Agora, quando dá na telha eu vou (também conta o fato de o Millennium ter aberto o melhor cinema da cidade) e eu fui ver um filme leve, tranqüilo e bobinho para poder ir para a pós amanhã de manhã. O escolhido foi “Três vezes Amor” com a fofinha de “Pequena Miss Sunshine” e com o Ryan. Eu só posso falar uma coisa, eu estou APAIXONADA. Sai do cinema, PASMEM querendo um Ryan pra mim. É aquele cara com cara de idiota que apaixona qualquer mulher em sã consciência. Tá, eu sei que provavelmente, aquele olhar dele no filme é coisa de cinema, mas eu juro que não reclamaria de ter um cara como ele sendo pai de algum filho meu, JURO POR DEUS.

Quanto ao filme, uma comédia romântica fora dos padrões, com três finais possíveis, já que o filme se passa praticamente dentro de um apartamento onde a personagem da Abigail, depois de uma aula de orientação sexual na escola, pergunta do pai como foi que ele conheceu a mãe dele. Will então se vê obrigado a contar uma história onde conta seus três relacionamentos mais importantes e fala para a filha que ela terá que descobrir qual das três mulheres da história é a mãe dela. O ruim é que fora da história, ele está se separando da mãe da Maya (adorei esse nome) e a filha nota o quanto ele está infeliz. Realmente, ele passa o filme todo triste pela separação. O final foi uma coisa que eu estava torcendo... Acho que ao final das contas, todo mundo estava esperando que ele terminasse com a pessoa que ele terminou.

Bom, no cinema existe aquela coisa de “química” entre os atores e eu posso falar uma coisa, o casal mais LINDO do filme todo é o Will e a Maya. A interação da Abigail e do Ryan foi tão perfeita que a gente pensa que eles realmente são pai e filha e faz a gente parar pra pensar que ele vai ser um paizão quando chegar a hora dele. A cidade plano de fundo é a eterna Nova York, e se passa na década de 90, quando Bill Clinton era então candidato apenas à presidência. Mas existe um pequeno erro no filme, que as pessoas não notaram na hora da edição... Eles “esqueceram” as Torres Gêmeas. A turma das “ilhas de edição” deve lembrar as coitadas quando o filme se tratar de pré 11.09. Mas fora isso? O filme é o tipo de filme que a gente assiste milhões de vezes e não se cansa.

Postado por vanessa.sc às 20:52:18
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Indiana Jones causa mal estar nos Peruanos... (PS: Contém Spilers)

"A última aventura do herói Indiana Jones, que já está batendo recordes de bilheteria no mundo, gerou mal-estar no Peru, onde se passa o filme, devido a erros tão grosseiros, como na cena em que o mexicano Pancho Villa ensina o quechua, idioma dos incas.

Os espectadores de "Indiana Jones e o reino da caveira de cristal" se surpreendem quando se diz no filme que Pancho Villa, herói da Revolução Mexicana, e seus amigos falavam quechua, o idioma dos antigos peruanos.

"É uma barbaridade", disse o diretor da Biblioteca Nacional do Peru, Hugo Neyra.

Na saída das salas, os cinéfilos peruanos também expressam sua indignação com a trilha sonora. As aventuras de Indiana se passam no Peru, mas a música é, estranhamente, típica do México.

Soma-se a isso o fato de que existam guerreiros maias falando quechua, em plena selva peruana, região supostamente cercada de areia movediça, com insaciáveis formigas que devoram humanos, e enormes cataratas que, na verdade, estão no Havaí.

Para completar a seqüência de absurdos, a pirâmide de Chichen Itzá, que no mundo real fica no México, na telona aparece no meio da Amazônia peruana.

O historiador Manuel Burga, ex-reitor da Universidade de San Marcos, a mais antiga da América, comentou que, embora se trate de um filme de ficção, faltou assessoria ao criadores do personagem, Steven Spielberg e George Lucas.

"Há muitos dados incorretos, embora seja uma ficção. Isso será prejudicial para muita gente que não conhece o nosso país, pois mostra um cenário peruano que não é real. Não é possível que se confunda a Amazônia com a selva de Yucatán, no México", reclamou Burga.

Para o diretor da Biblioteca Nacional do Peru, Hugo Neyra, muitos americanos e europeus, medianamente informados, vão se dar conta de que é "uma aberração" misturar as culturas maia e inca.

"Eles sabem que Machu Picchu fica em Cuzco e Chichen Itzá, no México", afirmou.

O historiador Teodoro Hampe comentou que, no imaginário do americano comum, há um esquema, segundo o qual tudo que está além das fronteiras para o sul é a mesma coisa. "Para eles, dá no mesmo: México, Guatemala, Bolívia, ou Peru", completou.

Outra confusão é que a cidade de Nasca, na costa sul do Peru, aparece, no filme, em Cuzco, no meio dos Andes do sul peruano.

A lista de reclamações continua, já que a trama insiste em uma idéia bastante difundida no exterior e rejeitada pela comunidade científica internacional de que a civilização andina é produto da visita de extraterrestres. Quase no final do filme, um disco voador emerge das profundezas de um palácio de ouro.

A mensagem subliminar parece ser a de que as conquistas das civilizações surgidas na América Latina são fruto de forças sobrenaturais, e não da capacidade de seus próprios habitantes."

Fonte: Uol Cinema 

PS: Eu avisei que esse filmes, mesmo tendo uma bilheteria fantástica para quem estava desde 89 longe d tela grande, não iria agradar a Gregos e Troianos como os filmes de antigamente... Eu recomendo por sua própria conta e risco...

Postado por vanessa.sc às 22:56:02
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Geralmente eu falaria de algum filme numa segunda feira como de costume, mas eu não estou com paciência de ficar falando de filmes hoje... Hoje não! São tantas coisas acontecendo que eu sinceramente ainda estou precisando de um tempo para que possa cair a ficha.

É, eu sei, são coisas boas, pra falar a verdade coisas maravilhosas que eu esperei por tanto tempo que quando ela aconteceu, eu ainda estou custando para acreditar. Com certeza vocês não estão, como sempre, entendendo nada do que eu estou escrevendo... É eu tenho essa péssima mania de escrever sobre coisas na minha cabeça pros outros sem especificá-las. Mas eu falo que se alguém morrer de felicidade esse alguém sou eu. E eu acho que é por isso mesmo que eu prefiro deixar comigo... Não por nada, apenas eu gosto de ficar lembrando, lembrando, lembrando e saber que é uma coisa só minha entendem? Provavelmente não...

Bom, no balanço do final de semana, começamos um novo módulo (GRAÇAS A DEUS) na Especialização no Dom Bosco com o meu ex-professor de Filosofia do Direito (Michel Focault é um saco), Harold. Muito bom o cara, um dos filósofos mais inteligentes que eu conheci e o ÚNICO que me fez parar e escutar alguma coisa de filosofia. Ele é o tipo de professor “cuca fresca” chega, dá a aula dele e acabou... Claro, você precisa estudar MUITO, mas se souber aproveitar você se sairá bem. E ele é o tipo de pessoa que fala mesmo o que vem à cabeça e danem-se quem achar diferente... Uma das coisas que ele falou no sábado, é que ele acha que os Padres precisam ter relacionamentos (eu concordo com isso também), mas ele falou de uma maneira MUITO HILÁRIA que os padres que estavam na sala ficaram sem saber o que fazer... To vendo que esse módulo vai ser no mínimo interessante.

Enquanto isso... Fico andando nas nuvens, literalmente!

Postado por vanessa.sc às 18:24:32
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É definitivamente eu ando preguiçosa para atualizar o blog mesmo... Mas eu ando tendo que ler tanta apostila, fazer fichamentos, resumos, responder questões que sinceramente? O blog fica um pouco de lado... É, eu sei...

Essa semana... Não essa semana não, há algum tempo eu vinha meio chateada com o fato da minha prima ter tirado nota baixa em História numa matéria que eu havia explicado pra ela, imaginem como eu não fiquei não é? Super chateada e preocupada; claro, não foi difícil eu me culpar pela nota baixa dela. Nesse meio tempo, eu consegui uma aluna de verdade (é, porque família eu faço porque eu as amo demais) a filha de uma amiga da minha mãe. Bom, ela está no sétimo ano, sexta série (sinceramente, ô frescura essa classificação agora) e eu expliquei o iniciozinho da idade média pra ela... Pegando o inicio do cristianismo, império carolíngio e essas coisas chatinhas da História. Quando foi essa semana, a mãe dela me liga perguntando se eu tinha tempo para dar mais umas duas ou três aulas pra ela. Quando eu perguntei sobre a nota... A JULIANA TIROU A MAIOR NOTA DA SALA. Gente, eu fiquei muito feliz. Nossa!

Sim, porque você escutar essas coisas é muito melhor do que você receber o mais alto salário, realmente quando meus professores falavam que isso valia mais que qualquer outra coisa eles não estavam mentindo não. Sei lá, é uma sensação muito legal, muito feliz.  Agora eu sei que eu estou no caminho certo.

Postado por vanessa.sc às 21:44:56
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Onde estão os infinitivos?

Há algum tempo eu fico reparando nessa nova “língua” que tem aparecido pelos mais variados cantos do nosso querido país. Língua essa que faz Rui Barbosa ter vergonha de ter sido brasileiro.

“Eu vou compra pão na padaria”; “Eu vou ANDA no shopping hoje de tarde” e por aí vai. As pessoas esqueceram que existe o infinitivo dos verbos e que eles podem e DEVEM ser usados? Em tempos de reestruturação da língua portuguesa, o fato de ela estar entrando no rol das prováveis línguas mortas, me deixa certa preocupação.

Eu concordo que tem coisas no Português que são chatas mesmo, não estou aqui falando que não existe, mas custa as pessoas tentarem escrever menos errado um pouco? Eu concordo que o Português é difícil, que existem várias exceções às mais variadas regras (e olha que são muitas). Eu mesma tive dificuldade na matéria na sétima série (confesso que pra nunca mais), mas nunca é tarde para se aprender alguma coisa. Eu mesma de vez em quando, quer dizer, ultimamente quase todos os dias, tenho consultado o dicionário para saber como escreve determinada palavra ou para saber o significado de outra qualquer. Acho que até sinto falta de ter aulas de português. Se eu tivesse tempo aos sábados entraria numa aula de português. Acho lindo quem sabe escrever perfeitamente bem.

Para piorar a situação a “internetês” não ajuda em nada os pobres professores de português. São coisas absurdas que somos obrigados a ler que às vezes precisamos de tempo para “decifrar” o que está escrito. E sinceramente, não é somente com o infinitivo dos verbos que a coisa tá feia... As pessoas não sabem que existe pretérito.  Acham que escrever “passasse” tem que ter hífem. E não é somente uma pessoa, esse mal se espalhou pela internet.

É contagioso. Eu fico pensando, ou a pessoa realmente não aprendeu nada do que deu em sala de aula, ou então está com tanta fome que “come” letras. Lembro quando eu estava no colégio (confesso que poderia ter sido melhor) meus professores tiravam ponto por qualquer coisa, inclusive se eu “comesse” alguma letra. Sempre acontece das crianças fazerem isso, agora, os professores e mais precisamente os pais, precisam estar atentos com essas coisas. O Brasil é um dos países com o pior rendimento que existe quando se trata da educação... Isso me deixa completamente triste e revoltada.

Triste por saber que o povo brasileiro não é burro, pelo contrário, eu tenho certeza que é um dos povos mais inteligentes que possa existir (como dizia aquele comercial: nossos japoneses são melhores que o dos outros), mas é mal aproveitado. Não dão oportunidades para que as pessoas possam desenvolver o intelecto, ou seja lá o que for preciso, para poder “ser alguém” na vida.

Sinal dos tempos? Não... Apenas a realidade brasileira.

Postado por vanessa.sc às 23:48:01
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»» De volta à Nárnia...««

Um ano se passou pra eles... 1300 anos em Nárnia... Mais uma vez os irmãos Pervencie precisam voltar à Nárnia para ajudar o príncipe herdeiro a recuperar seu trono que está nas mãos de seu cruel tio. Ele exilou os habitantes mágicos de Nárnia, transformando o próprio Aslan em lenda. Agora cabe aos quatro irmãos trazer a magia de volta à Nárnia.

Esse é um pequeno resumo do que acontece na segunda aventura dos Irmãos Pervencie em Nárnia. O Príncipe Caspian é a segunda aventura (no total de 7) das Crônicas de Nárnias adaptadas ao cinema. Na primeira, mais de 300 milhões de dólares foi arrecadado ao redor do mundo. A Disney espera nessa segunda aventura, o mesmo sucesso ou até mais. Caso isso aconteça, teremos maia que três histórias adaptadas da aventura mágica de CS Lewis. A meu ver, o problema está justamente nas próximas histórias a serem adaptadas, nenhuma delas (Tirando A Última Batalha) tem um enredo legal para uma adaptação para a tela grande. "A viagem do Peregrino da Alvorada" por exemplo, próxima história a virar filme, se passa toda dentro de um barco... Ou pelo menos a maior parte, e não conta mais com os 4 irmãos, somente 2 deles (não contarei para não estragar a surpresa). As próximas histórias não são assim tão empolgantes. Bom vamos ver...

Eu estou falando disso, pois O Príncipe Caspian estreiou essa semana nos EUA e ... FOI O PRIMEIRO LUGAR, ganhando, PASMEM,  de Homem de Ferro (olha que é um puta filme). Mesmo arrecadando menos que seu antecessor, isso prova que Nárnia chegou pra ficar! Aí vai a lista das 10 maiores bilheterias dos EUA nesse final de semana.

01 - As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian - US$56,573,000 - US$56,573,000
02 - Homem de Ferro - US$31,200,000 - US$222,485,000
03 - Jogo de Amor em Las Vegas - US$13,850,000 - US$40,308,000
04 - Speed Racer - US$7,645,000 - US$29,812,000
05 - Uma Mãe para o Meu Bebê - US$4,593,000 - US$47,256,000
06 - O Melhor Amigo da Noiva - US$4,500,000 - US$33,701,000
07 - Ressaca de Amor - US$2,538,000 - US$55,065,000
08 - Harold and Kumar Escape from Guantanamo Bay - US$1,800,000 - US$33,901,000
09 - The Forbidden Kingdom - US$1,000,000 - US$50,295,000
10 - The Visitor - US$687,000 - US$3,403,000

Fonte: Cinema com Rapadura.

Postado por vanessa.sc às 20:28:33
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»» Um beijo a mais ««

Um beijo a mais” e os relacionamentos. Ou a falta deles.

Zach Braff (aquele que faz Scrubbs) é Michael que está com 29 anos entra numa crise quando descobre que a namorada está grávida. Michael entra na crise dos 30, que acha que a vida acaba quando não tem mais nenhuma expectativa; que tudo o que ele desejava já havia conseguido e que por isso mesmo o fez querer não criar essa responsabilidade e não crescer. Então acontece que Michael, em uma festa de casamento, conhece Kim, uma garota de seus 20 anos e acaba tendo uma tórrida (nem tanto) noite de amor. Quando sua namorada descobre, claro que fala que o relacionamento acabou. Então, para poder conseguir novamente ter aquilo que ele mais ama que é  Jenna, ele precisará encontrar forças para provar pra ela que ele está disposto a dar este passo tão importante na vida, ou seja, criar um filho.

Zach Braff tem recebido grandes elogios dos roteiros que têm escrito para o cinema (Vide o filme Hora de Voltar) que trata com singeleza das emoções humanas. E com alguma dose de humor também. Ele não cria coisas inverossímeis trata de coisas que acontecem no dia a dia de qualquer pessoa.

Relacionamentos... Afinal de contas, por que anda tão complicado ter um relacionamento? Quer dizer, o que falta nos seres humanos para que eles realmente tenham um relacionamento? Existe alguma fórmula mágica como na música do Kid Abelha? Acho que não existe porque os seres humanos estão sempre em constante mudança. Não é uma ciência exata. Nunca sabemos o que realmente estamos atrás! É certo que nos completamos quando encontramos a pessoa certa, mas e quando encontramos essa pessoa ficamos com medo de alguma coisa? Porque isso realmente acontece, nós ficamos com medo de fazer alguma coisa errada e acabamos fazendo a tal coisa errada. Resta saber se a dita pessoa estará disposta a nos perdoar quando pedimos perdão! Se tivermos coragem suficiente para isso.

Quando eu assistir ao filme pela primeira vez, ia fazer 03 anos que eu havia terminado um relacionamento com a pessoa que eu mais amei na vida (e ainda às vezes sinto uma bruta falta dele) e foi difícil assistir ao filme, porque o Michael fez exatamente o que eu queria que ele tivesse feito e não fez... É acho que eu não era suficientemente “interessante” pra ele ficar não sei quantos dias na porta da minha casa esperando que eu fosse falar com ele (acho que até hoje ainda lá no fundo do meu coração eu espero por isso). A Bel uma vez me mandou um email com a seguinte frase “por mais que as feridas cicatrizem é difícil reabri-las” agora eu sei o quão profunda é essa dor que ela falou. Ainda dói em algum lugar do meu coração. Mas é uma dor diferente da que costumava ser, agora dói em locais que eu achava que nunca existiram dentro de mim. Estranho isso.

Me falaram uma vez que eu era romântica demais pra esse mundo. Não sei, cansei de esperar o príncipe encantado (teoria reforçada depois de ver que ele era viado e quis dar o golpe de Estado em Tão, Tão Distante) quando eu tinha... Sei lá... 12, 13 anos de idade; mas eu espero a pessoa certa, ou pelo menos tento ter certa esperança nessa teoria bobinha. A única coisa que eu temo na maioria das vezes... É que ele tenha aparecido e que eu tenha o deixado ir embora da minha vida. Seja como for... A única coisa que eu realmente tenho certeza... É que JAMAIS vou ter alguém como o Michael sentado na minha porta esperando que eu o perdoe.

Postado por vanessa.sc às 16:54:04
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»» Sessão de cinema com gosto queimado ««

 A sessão de cinema hoje vai chegar mais cedo, isso tudo porque eu não agüentei esperar até amanhã pra poder contar a minha impressão com “Speed Race”.

É, foi exatamente isso mesmo que vocês leram, eu queimei minha língua com o filme, aliás, o terceiro filme que acontece isso comigo, o primeiro, caso não estejam lembrados foi “Transformers”. Bom, vamos ao que interessa.

Primeiro eu vou falar das partes ruins, partes essas que fizeram com que o filme NÃO fosse o Bluckbusters que as pessoas estavam esperando. Primeiro, antes de qualquer coisa, a idéia não é de todo ruim, transformar um anime (desenho japonês) em filme não é novidade e Speed Race me acompanha desde quando eu nem sabia que anime era anime.

Ok, dito isso vamos ao que não prestou: O FILME É PSICODÉLICO DEMAIS, bobinho demais, infantil demais. Se os produtores queriam chamar a atenção da garotada, ok? Mas parece que eles esqueceram que a garotada dos anos 2000 sabe mais de internet e tecnologia do que sonha a vã filosofia deles. Se o filme tivesse sido feito nos anos 80 não tenho dúvida que estaria liderando a bilheteria tranqüilo. São muitas cores quentes que fizeram do filme o que ele está sendo. Ao assistir ao filme, eu ficava me imaginando num daqueles brinquedos do “Hot Wells” (Não sei como escreve) e suas pistas ilógicas, que os meninos de hoje gostam de brincar. Além é claro de ser futurista demais. Eu afirmo, se eles (os produtores) tivessem criado um mundo de anime sim, mas mais verossímil, o filme teria se dado melhor.

Agora as coisas boas. É UM FILME DE CORRIDA DE CARROS. Pra quem gosta disso (como essa que vos escreve) é um prato cheio. Logo na primeira cena quando aparece o “Mach 5” a gente esquece de todo psicodelismo e se liga mesmo no filme. O ator (agora eu falo que sou fã dele) encarnou o Speed dos anos 60 com tal brilhantismo que me fez esquecer que eu só fui ao cinema para passar o tempo. Já na corrida de “Casa Diablo” – na história, a mesma que “matou” o irmão do Speed – eu quis estar no lugar dos corredores. Tá, ok eu estou exagerando um pouco, mas corrida maluca talvez perdesse pro que está  no filme. O “Dr. Jack (de Lost) simplesmente VIROU o Corredor X – É legal irmos ao cinema já conhecendo toda a história, mas eu confesso que preferiria  o ator do início do filme – ah gente, sei lá... Eu gostei do filme, tanto que lá pelas tantas eu me peguei torcendo e "comendo" o canudo do refrigerante aguniada pro Speed ganhar logo. Queimei minha língua sim. Isso que, sem contar de escutar novamente o “Go Speed Go” foi bem legal, E LÓGICO VER "EM CARNE E OSSO",  CABOS E PNEUS O MACH 5 não tem preço. Ver a Trixie, o Pops (não tinha outro ator pra encarná-lo fora o Jonh Godman) e o Gorducho (sabem aquele gordinho chato que vivia enchendo a paciência do Speed nos desenhos?) que simplesmente ROUBOU a cena no filme. Até que não foi uma noite perdida.

Postado por vanessa.sc às 21:29:24
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Era uma vez uma família na Londres do século XIX, onde o pai exigia dos filhos que eles crescessem. Vivia trabalhando. Um dia ele chega em casa e nota que seus filhos haviam sumido... Eles foram levados por um garoto, que nunca cresce...

Eu sei que não é bem assim que provavelmente a história começa, mas todos já devem saber de qual história infantil eu estou falando. Acabei de ver o filme do menino que nunca cresce... Depois de ler “A menina que roubava livros” tudo fica meio estranho. Ainda digerindo as últimas 50 páginas do livro.

A verdade é que antes uma história infantil, agora eu vi uns momentos de troca de olhares dos personagens... Pensei... “Poxa, Hollywood já trocou tantas histórias, porque não mudar um pouco essa também?” Sim eu quis que ele terminasse ficando com a Wendy e vivendo o grande amor que sempre uniu os dois. O desenho da Disney é até bem chatinho, mas esse filme modificou completamente a história e deu um toque “adulto” se é que isso é possível, a um conto infantil.

O ator conseguiu mostrar através do olhar o que eu sempre achei que tinha... Gente, como o Peter ama realmente a Wendy... E daí, uma coisa levou a outra...

Lembrando do que o Jabor escreveu, acho que é bem isso que está faltando pras pessoas, não? Romance? Sim, sexo você pode conseguir em qualquer esquina – literalmente – mas, romance? Mãos dadas? Trocas de olhares? Mostre-me uma pessoa que não dê importância a isso e eu mudo de nome? Mesmo aquelas pessoas que vivem bradando aos 4 ventos que isso não tem importância, eu sei que lá no fundo, elas sentem falta disso.

Tá, eu sou uma eterna romântica, quero que as histórias tenham os finais felizes, poxa, qual o problema nisso? Já que na vida real não existe amor, pelo menos nas histórias as coisas têm que ser mais positivas, certo? Vejam bem, nem sempre “as coisas positivas” implicam no casal principal ficar junto – mesmo tendo o coração ardendo por esses finais – a maioria das histórias mais lindas quase nunca tem final feliz, e as que têm? Confesso que são um pouco decepcionantes... Acho que as pessoas, por viverem num mundo sem amor, não têm capacidade de escreverem finais realmente felizes. Elas se superam quando escrevem coisas mais verossímeis.

Mas ainda assim... Existem pessoas que sonham com um final feliz no final das contas.

Postado por vanessa.sc às 20:04:22
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»» Enfim consigo atualizar o Blog ««

Desculpem gente a falta de atualização, mas de uns dias pra cá o UOL está lento demais e não consigo abrir a página para as atualizações. Bom vamos ao que interessa... Ainda sobre A menina que roubava livros para aumentar ainda mais a curiosidade de vocês rs...

Talvez fosse Rudy quem a mantinha sã, com a idiotice de sua falação, seu cabelo encharcado no limão e sua presunção insolente.

Ele parecia reverberar uma espécie de confiança em que a vida continuava a não passar de uma piada – uma sucessão interminável de gols e trapaças, e um repertório constante de tagarelice sem sentido.

Esse é mais um trecho de “A menina que roubava livros” e eu confesso que foi um dos mais bonitos que eu li, e olha que o livro todo é uma obra prima, ainda não terminei de ler, mas estou ADORANDO e não é só porque se passa nos anos da Segunda Guerra Mundial em uma Alemanha incapaz de aceitar as diferenças. Lendo o livro eu fico pensando, como é frágil o “bom” julgamento das pessoas, não? Quer dizer, em menos de um ano, Hitler fez com que uma nação inteira sentisse ódio de pessoas que simplesmente trabalharam a vida inteira para conseguir alguma coisa.

Ele mostra claramente o ambiente perigoso que estava para quem usasse a “Estrela de Davi” como religião. Parando para pensar mais claramente nisso, nota-se que em toda a História da humanidade, as principais guerras existiam os dois principais motivos para que elas existam – claro, além da imperfeição do HOMEM – Religião e dinheiro - e Hitler, que a meu ver era completamente insano, soube usar isso muito bem a seu favor durante 5 longos anos.

Pessoas morrendo por nada, famílias sendo exterminadas por nada. Seres humanos com ódio de outros seres humanos... Claro, a segunda guerra é uma das épocas da história que eu mais gosto de ler e sempre me vem uma ilusão romantizada da coisa toda. Ilusão essa completamente equivocada, lógico. Mas ainda assim, uma ilusão. Grandes amores surgiram, grandes amizades surgiram. Grandes pessoas mortas, heróis. Pessoas que tinham força para lutar contra a tirania e não sabiam disso, até que ela apareceu. São essas coisas que vêem a minha cabeça quando eu penso em “Segunda Guerra”.

Mas existe a dura realidade, campos de concentração, câmaras de gás, aniquilamento, invasões, Londres destruída, Paris invadida... Pessoas mortas, outros milhões sem lares, famílias, futuro. Um tirano, uma ideologia, um mal. Uma época que a humanidade tenta esquecer até hoje... Um momento que o homem chegou ao limite da sanidade e ultrapassou-o. Um momento do mais puro exemplo do que UM HOMEM pode ser capaz de fazer.

Postado por vanessa.sc às 18:19:07
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Desde o início de sua vida na Rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, Liesel Meminger precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro “O manual do coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

OBS: TRECHO DA “ORELHA” DO LIVRO “A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS” Eu aconselho a leitura, é ótima.

Postado por vanessa.sc às 18:22:52
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Postado por vanessa.sc às 16:48:45
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»»Charge "roubada" do BLog do Bennet, cara hiláro, a cara do Luiz, digo gente, a parte do cinismo e sarcasmo, ok rs?

Postado por vanessa.sc às 16:44:26
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Muita gente reclama das produções americanas de certos filmes, que ficam americanizados, que eles “enfeitam” demais a sua própria história e tudo o mais. Porém de tempos em tempos essas mesmas produções americanas nos brindam com... Maravilhas, se é que essa palavra basta, que nos deixa completamente embasbacados ao terminarmos de vê-las.

Muita gente também sabe da minha “queda” especial por musicais, como Cantando na Chuva, A noviça rebelde, Mary Poppins e tantos outros que fizeram a minha cabeça. Também é certo que de uns tempos pra cá, Hollywood tem achado dificuldades de encontrar bons roteiros, produtores e principalmente disposição para a criação de bons musicais.

Até que eu me deparo com “Across the Universe”. Um musical sim, mas um musical completamente diferente de todos os outros que eu já assisti, a começar pela trilha sonora, que, pelo gênero do filme, é só o filme todo. A trilha sonora? Bem, ficou 100% de músicas dos Beatles, ao todo? 33 das melhores músicas deles. Com todas, ou pelo menos, quase todas das mais famosas. Músicas para Beatlemaníaco nenhum botar defeito.

Como todo bom musical, o filme trata de uma história de amor, mas ao contrário do seu parceiro “Moulin Rouge”, não tem o peso dramático que este tem. Across conta a história de Jude, um estivador britânico que vive em Liverpool (não, qualquer semelhança não é mera coincidência, seja pela cidade da Inglaterra, seja pela aparência e nome do personagem), que se manda para a América em busca de aventura. Claro que a história é ambientada nos anos 60, quando a onda beatlemaníaca estava em seu auge no mundo.

Lá, Jude conhece Max onde nasce uma amizade quase que instantaneamente, e a irmã dele Lucy, por quem se apaixona perdidamente. E aí começa a história. Estoura a Guerra do Vietnã e, levada pela revolta de ver seu irmão sendo convocado, Lucy passa a ser uma revolucionária, o que acaba afastando o casal. Com idas e vindas e personagens únicos, Jude e Lucy têm que viver suas vidas de maneira separada para poder, ao final de tudo, continuar vivendo esse intenso amor.

Uma constelação de estrelas nos brinda no decorrer do filme. Seja com caracterizações de Janis Joplin e Jimmy Hendrix (simplesmente atores perfeitos) cantando as lindas canções dos Beatles, ou com lendas vivas do Rock como Bono Vox (É ele) e Joe Cocker.

Seja pela música dos Beatles, seja pela história, o filme é um brilhantismo aos olhos de qualquer pessoa. Claro, ele peca um pouco no exagero do “psicolelismo”, tão característico daquela época, mas em nada atrapalha a sutil direção de Julie Taymor (Frida). É, mais um filme para a lista dos que estarão na minha coleção.

Postado por vanessa.sc às 20:39:47
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»» Sessão de Cinema de volta ««

Depois de um longo e tenebroso inverno, muito longo para o meu gosto, a “sessão de cinema” voltou ao Blog. Faz tempo que eu estava querendo ir ao cinema, mas a falta de coragem, e principalmente, de filmes que prestassem me impediam de sair de casa no domingo à noite. Enfim, essa semana estreiou um dos blockbusters mais esperados (talvez) do ano – Homem de Ferro. Quem está familiarizado com o desenho, ou até mesmo os quadrinhos, sabe de quem eu estou falando. Eu confesso que o desenho era chato, eu assistia por não ter mais o que ver.

Hollywood tem esse costume de quando falta uma idéia bacana para fazer algum filme, faz adaptações em “live-action” de histórias em quadrinhos, desenhos, jogos etc. Isso não é costume de agora, vejam “Superman” dos anos 70, por exemplo. É claro que em filmes como “O Justiceiro”, “Mestres do Universo” e tantos outros, chamá-los de “filmes” é ser boazinha demais com eles. Mas de uns tempos pra cá, até que a indústria do cinema tem acertado a dose de ação, aventura, e principalmente efeitos especiais, como em “X-Man”, “Homem Aranha” e “Batman” (Esse último, os dois primeiros do Tim Burton e o último com o Nolan). E claro, no ano passado chegou “Transformers” ao cinema... Nem preciso falar que foi um baita sucesso.

Esse ano é a vez de mais um “playboy” dos quadrinhos Tony Stark. “Homem de Ferro” mostra a vida de um playboy quarentão que herdou do pai uma fábrica de armas. O negócio ia muito bem obrigado até o momento em que Tony descobre que são as suas armas que estão alimentando a indústria do terrorismo devido a um complô de alguém de sua confiança. Depois de quase morrer em uma emboscada, ele resolve usar seus conhecimentos do MIT para construir uma armadura que o ajudasse a combater o mal. E assim nasce o Homem de Ferro. O filme abusa, de maneira saudável, dos efeitos especiais, na realidade, os efeitos especiais ficam em segundo plano levando em consideração o humor do personagem de Robert Downey Jr que volta depois de anos lutando contra o vício das drogas e do álcool. Essa, com certeza é a grande oportunidade do ator, que seu maior sucesso, o filme que rendeu uma indicação ao Oscar, “Chaplin” não foi um grande sucesso comercial.

Como todo super-herói ele tem como aliados, o interesse romântico Pepper Potts, interpretada pela lindinha Gwyneth Paltrow (Grandes Esperanças) e Jim Rhodes, interpretado pelo MARAVILHOSO Terrence Howard (Mr. Rolland) seu melhor amigo e muitas vezes confidente.

Um filme que mostra brilhantemente o universo Marvel do Homem de Ferro, um herói já quarentão, mas ainda sim um herói. O que é legal no Homem de Ferro é que por mais absurdo que fosse a idéia do Stan Lee quando o criou na década de 60, a tecnologia hoje está tão avançada que criar uma roupa com vários “poderes” não seria assim tão impossível.

Podem estar certos de duas coisas: a primeira Robert Downey Jr voltou à indústria do cinema e vai dar “trabalho”. A segunda... Eu QUERO aquele monitor da Apple que foi usado na “oficina” do Tony. Ah e uma coisa, que PUTA participação especial do Samuel L. Jackson.

PS: FIQUEM até o final dos créditos.

Postado por vanessa.sc às 10:06:47
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Músicas que cantam o meu coração

Kelly Clarkson - Sober (Tradução)

Três meses e isso está mais difícil agora
Três meses e eu estou vivendo aqui sem você agora
Três meses yeah, três meses

Três meses e eu continuo respirando
Três meses e eu ainda lembro tudo
Três meses e eu acordo

Três meses e eu continuo sóbria
Cortei todas as minhas ervas daninhas para manter as flores

»» PS: Ao invés de 3 meses, pode colocar aí dois anos...

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Lifehouse - Come Back Down (Tradução)

Encarando a face do passado
Uma memória não pode ser apagada
Eu sei, porque eu tentei
Começo a sentir o vazio
E vou sentir falta de tudo
Eu sei, que eu não posso esconder

Todo esse tempo está passando
Eu acho que é hora de seguir em frente
(O problema não é SABER disso, é conseguir FAZER isso)

Postado por vanessa.sc às 21:37:38
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Simply the best

 

Um dos piores dias da minha vida!
14 anos de saudade...

Postado por vanessa.sc às 14:48:10
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Humor Atual

Meu Perfil

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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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