Casa de Curtindo a Vida Adoidado está à venda

Os fãs de Curtindo a Vida Adoidado com toda certeza lembram da casa de Cameron, o melhor amigo de Ferris Bueller. Principalmente das paredes de vidro da garagem, onde os personagens tentam reverter a quilometragem da Ferrari do pai de Cameron e acabam provocando um enorme estrago .

Pois agora qualquer um com US$ 2.300.000,00 pode se candidatar a ocupar o imóvel, que fica no número 370 da Rua Beech, em Highland Park, no estado de Illinois. Construída em 1953, ele está sendo oferecido em sites de venda como um “tesouro arquitetônico”.

A casa, que teve um único dono até hoje, tem quatro suítes, quatro quartos simples e mais quatro banheiros, além de uma ampla cozinha, sala de jantar e sala de visitas com lareira, e ocupa 1.615 metros quadrados em uma ravina, cercada por uma pequena floresta.

E, um detalhe importante: a garagem, que comporta três carros, está intacta. Mas não vem com a Ferrari dentro.

OBS: Eu sinceramente não sei o que me deixa mais triste: se é não ter os 2.300.000.00  para comprar a casa, ou se é saber que a Ferrari NÃO está dentro!

Fonte: Virgula

Postado por vanessa.sc às 18:30:58
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Quando não se tem para onde correr, Hollywood apela para as adaptações. Ok, várias delas são dignas de algum respeito, como é o caso de “O morro dos ventos uivantes”; “Os miseráveis” e tantos outros clássicos.

Mas, quando a adaptação simplesmente não faz jus a obra de origem? Quer dizer, você até faz um bom filme, mas enquanto adaptação a coisa fica um pouco a desejar? Foi isso que aconteceu com “Anjos e Demônios”. Infinitamente superior que “O Código da Vinci” o filme traz nosso querido Robert de volta depois (?) dos eventos do Código (No livro a coisa não acontece dessa forma) com um novo mistério nas mãos: descobri se realmente os “iluminati” (uma sociedade secreta, a maior inimiga da igreja na idade média) voltou a existir e está por trás dos estranhos assassinatos dos candidatos a novo papa.

Isso leva Robert à Roma, no cerne da igreja católica, ou seja, o Vaticano, para investigar não somente os assassinatos, mas também o roubo de um experimento com a “anti-matéria” (Sim, vocês leram corretamente). Lá ele conhece Victória e passa a ter acesso aos tão desejados arquivos secretos do Vaticano, para tentar solucionar o mistério todo.

Ok, essa é o resumo do livro e do filme, mas sinceramente, ficou a desejar em realcao ao livro (certo, vocês vão falar que nunca um filme pode ser tão bom quanto o livro e coisa e tal), mas gente, mudar a estrutura da história não dá. Quer dizer, não mudou totalmente, apenas o Hon (Howard), depois de ter sido quase que esmagado com a filmagem do Código da Vinci, pela igreja católica, deixou muita coisa do livro de fora, como por exemplo, (Não continue se você não leu o livro) não falar que o cientista que criou a anti-matéria (portanto, criou o princípio do universo em um laboratório) era padre, que havia adotado uma criança, Victória, e que estava tentando fazer com que a ciência e a religião enfim se unissem numa coisa só. Ou que pelo menos Robert parou para pensar nessa coisa toda de religião e tudo o mais. Ou que o Carmelengo era filho do papa morto, que surtou quando soube disso?

Quanto aos efeitos especiais? Bem, esses podem até estar de parabéns, levando em consideração que a equipe de filmagem NÃO pode filmar dentro da capela cistina (isso é até uma coisa lógica de se pensar). Conseguiram, não sem falhas, recriar tanto a capela quanto as igrejas citadas no livro em estúdio, o que já foi uma grande conquista da equipe de efeitos especiais.

Já o ator principal? Bem, eu ainda continuo afirmando que Tom Hanks não foi uma boa escolha para o papel, certo, tanto o primeiro, quanto esse segundo filme está sendo sucesso de bilheteria, mas Tom Hanks não é o Robert Langdon do livro, definitivamente não é. Palmas para o Dan que mesmo não tendo ainda lançado seu livro “Last Symbol” já está na lista das adaptações (o que provavelmente trará Robert de volta a ativa depois de o que? 04 anos sem nenhuma notícia dele?)

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 18:58:09
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“Basta olhar no fundo dos meus olhos
Pra ver que já não sou como era antes
Tudo que eu preciso é de uma chance
De alguns instantes.”

(Jota Quest – Vem Andar Comigo)

São estranhas todas essas emoções, acho que a música do Jota consegue, pelo menos essa primeira estrofe, traduzir tudo o que eu venho passando nesses últimos tempos (Como sempre Jota Quest – Rogério você é MARA). Por mais que eu tente encontrar explicações para o que anda acontecendo eu, sinceramente não consigo encontrá-las, afinal, não seria eu se eu as tivesse encontrado já.

Realmente, destino forte e implacável é o que todos esperam, mas e quando esse destino simplesmente é desconhecido. Quer dizer, destino sempre foi desconhecido, mas pelo menos você tem alguma idéia de onde você quer chegar. Eu sinceramente não sei mais o que ando fazendo ou pensando. E digo isso em todos os ramos da minha vida.

São coisas completamente novas (e estranhas) que andam acontecendo. Engraçado, quando um ramo da nossa vida está com uma grande interrogação todas as outras coisas simplesmente ficam em segundo plano. Já não sei mais que, o que eu estou fazendo é certo, nem se eu realmente irei continuar a fazê-lo (a tendência, para quem me conhece, é simplesmente desistir... Não sou uma pessoa para encarar coisas complicadas), mas eu também não sei se tenho coragem suficiente para simplesmente deixar de fazê-lo.

Sim, eu sei que são delírios de uma mente que eu venho vendo que não tem brilho, mas, tudo o que eu preciso é de alguns instantes (sim, parafraseando Rogério gostoso Flausino) para poder colocar minha mente no lugar novamente. Eu sinceramente me sinto como a Lisbeth (Que, aliás estou sentindo falta do livro) quando ela se viu completamente indecisa no final do livro em relação aos seus sentimentos para com o Mikael.

Esse ano foi completamente diferente pra mim (Desisti de Smallville – não sem dor, claro) e ainda está sendo completamente ímpar na minha vida. Aquela vontade de encontrar aquele rapaz encantador dos meus sonhos (E nos meus sonhos – Mas isso é outra história que depois eu conto) nunca me abandona. Odeio essa sensação de que a vida simplesmente está... Outro dia eu estava escutando a música do Michael Jackson com a frase “stop existing and start to live” sabem... É mais ou menos por ai entendem. Eu sinto falta (não sem receio) de ter o coração cheio novamente daquela boboca sensação de felicidade (sim, o amor é idiota, mas se faz de tudo para cometer essa idiotice) coisa que há muito tempo eu não sinto. Sabe quando você acha que está flutuando? Quando você fica com aquela cara idiota de apaixonado? É justamente isso que eu sinto falta. Quer dizer, sim, eu gosto de uma pessoa, gosto mesmo, e queria muito que ela estivesse aqui ao meu lado, mas ela está distante (de todas as formas que vocês possam pensar que ela está) e completamente inatingível (Será que é difícil entender, por que eu ainda insisto em nós?). Ah... Não sei se esse post é resultado de uma briga que eu tive ontem (e conseqüentemente de uma péssima noite mal dormida), mas nem eu mais sei o que realmente está acontecendo. A única coisa que eu sei, é que... Saudades! Apenas isso... Saudades de verdade.

Beijos Gelados!

Postado por vanessa.sc às 09:41:56
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ERRATA de última Hora...

Nunca confie no que os tablódies americanos publicam. O The National Enquirer noticiou a pouco tempo que o diretor Steven Spielberg e a atriz Drew Barrymore teriam se encontrado para discutir uma

possível sequência para o filme ET, clássico infanto-juvenil dos anos 80.

Nessa sequência, o ET voltaria à Terra para se encontrar com a menina Gertie, que agora não seria mais menina e sim uma mulher adulta.

Nos últimos vinte anos, Spielberg vem demonstrando desinteresse neste trabalho e, mais recentemente, respondeu cartas de pessoas como Ben Stiller e Wes Craven, curiosas sobre o assunto, na revista

Empire. O espaço que seria destinado às notas do editor foi ocupado por Spielberg e diversos famosos querendo saber de futuros projetos do diretor.

A atriz Eva Mendes perguntou se ele teria a intenção de produzir uma continuação para o clássico e brincou dizendo que, se isso acontecesse, ela iria brigar com Drew Barrymore pelo papel.

Spielberg respondeu a ela claramente:

“Eva não precisa se preocupar em brigar com Drew porque eu nunca farei E.T. 2. E.T. é uma história única. Ela tem um começo, um meio e um fim definitivos, e ele não tem outro lugar para ir,

exceto para casa. E eu não tenho a menor intenção de trazê-lo de volta a Terra”.

E, a não ser que um milagre aconteça e mude a cabeça do diretor de uma hora pra outra, os fãs podem desistir de esperar por uma continuação para o filme.

 

Fonte: clique aqui

 

Beijos Gelados

Postado por vanessa.sc às 22:32:01
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Eu sinceramente não sei o que é pior no cinema... Os horríveis “remakes” (vide o de Karate Kid) ou as fatídicas e medonhas continuações (vide Indiana Jones 4). Sinceramente, tudo bem que Hollywood esteja num péssimo momento de suas pernas, mas essa apelação, a meu ver, já está demais.

Venho acompanhando, não tão de perto, infelizmente, a zona que eles andam fazendo nos grandes clássicos do cinema (Eu ainda estou com medo de ver que Casablanca vai ser refilmado, ou pior, ter uma continuação – não sei o que seria mais bizarro). Enfim, chegou a vez de ET, sim, aquele do “ET, fone... Home...” do tio Spielberg. Sim, eles estão pensando (Lê-se fazendo roteiro) em fazer a continuação do filme... Pasmem... ET com continuação. Claro, claro, fico imginando, o ET voltando à terra e encontrando seu antigo amigo, velho, caquético, SEM FAMA e na rua da amargura e sua irmãzinha agora uma importante produtora de cinema... Enfim... A coisa toda é muito sinistra. E o pior? Estão pensando em fazer isso para o cinema... PASMEM mais ainda. Sim, ET voltaria a terra e reencontraria a “irmãzinha” do garotinho (que eu esqueci o nome) que o ajudou há 27 anos atrás. Sério, eu não sei quem está comendo caca, se é Drew Barrymore ou Spielberg... E sim... Ele TEM uma história para a continuação. Sinceramente, a última experiência dele de continuação não agradou tanto não, até porque o personagem título estava mais para a múmia do filme que o herói (ok, cala-te boca)... Agora, ler que Drew está em negociação para uma nova história? É no mínimo triste, pois ela realmente provou que não precisa disso para conseguir ser bem elogiada e vista por lá... E o Spielberg... O cara está ficando louco se acha que fazendo as continuações vai ser mais ou menos (o que é mais provável) famoso do que já é!

Vamos esperar...

Para saber mais sobre essa informação, clique aqui

Beijos Gelados

Postado por vanessa.sc às 17:11:44
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Estranho como a gente fica quando termina um livro. Quer dizer, às vezes, você se vê tão envolvido na trama do romance que acaba achando que aqueles personagens existem de verdade e que serviram de base para a história toda. Claro, são raros momentos assim, mas eles existem.

Geralmente, como vocês escolhem um livro para ler? Vocês têm alguma fórmula química para isso ou saem escolhendo ao acaso ou nas intermináveis listas dos 10+ que existem por ai? Vou lhes contar, geralmente eu não dou a mínima para essas listas. Em sua maioria, ou são livros bobos ou são livros de auto-ajuda. Nos dois casos nenhuma me chama a atenção. Geralmente eu gosto de livros que tiveram um sucesso mais que instantâneos e que sua fama vai crescendo a medida que eu vou acompanhando seu desenrolar. Foi assim com Crepúsculo (Não que os três livros da Steph não esteja nos 10+), com A Menina que Roubava livros, O Codigo da Vince e tantos outros. Mas me surpreendeu que “Os Homens que Não amavam as Mulheres” não esteja em nenhuma dessas listas.

Acabei de lê-lo e confesso que sua trama ainda está mais que fresca na minha cabeça. Primeiro, porque, como falei, acabei de lê-lo, depois, porque um livro que começa completamente informal, de maneira que simplesmente eu lia quando lembrava dele, passou a ser meu livro de cabeceira nos últimos dias.

Propensa a romances “melosos” me espantou estar envolvida numa trama de investigação econômica, assassinato, desaparecimentos, personagens estranhos e ao mesmo tempo carismáticos. Mikael é simplesmente o homem apaixonante (e eu não duvido que o autor tenha se espelhado nele próprio quando compôs a personalidade dele) e Lisbeth... Bem, todo mundo alguma vez na vida já se sentiu um peixe fora d’água (E eu confesso que até hoje eu ainda, muitas vezes, me sinto assim) e ela simplesmente é a expressão escrita disso, porém, completamente cativante em determinado momento da história.

Ok, contei como acabei me apaixonando pelo livro, agora vamos aos FATOS! (O Pessoal do PSV já se acostumou a isso). Bem, o livro conta a história do jornalista econômico Mikael fundador da revista Millennium (Que dá o nome a trilogia) que vê sua vida profissional virar de ponta cabeça depois de uma denuncia contra um grande magnata da Suécia (Esqueci de comentar, a história se passa em Estocolmo). Isso o leva a conhecer pessoas completamente estranhas como um velho Henrik patriarca que uma importante, porém decadente, família sueca, e Lisbeth, uma hacker que evita qualquer tipo de envolvimento social com qualquer pessoa. Henrik, pede que ele faça uma crônica de sua família e a partir daí, Mikael se vê envolvido numa trama de assassinatos e desaparecimentos de uma pessoa querida de seu “chefe”. É nesse ponto que ele conhece Lisbeth e estranhamente cria um laço de amizade e companheirismo que nenhum dos dois entende direito como isso acontece!

Com uma trama envolvente (Confesso que somente a partir do momento que Mikael conhece Henrik que não quis parar de ler), uma narrativa ágil e personagens cativantes, Stieg Larsson criou uma trilogia digna dos melhores elogios possíveis. O segundo volume dessa trilogia acaba de sair no Brasil, pela Companhia das Letras e se chama “A Menina que brincava com fogo” e traz novamente nossos queridos personagens numa outra trama repleta de mistério e suspense. É fácil, muito fácil se perder nas mais de 500 páginas do livro e ainda achando que foram poucas para o grande calhamaço de informações que o livro pode trazer.

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 21:33:03
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É estanha toda essa coisa de nostalgia, você, às vezes, sente falta de coisas que jamais pensaria que lhe fariam falta. É aquela coisa que pega você as quarto da tarde no meio da semana e simplesmente deixa você pensativo no que deveria ter sido e não foi.

E isso faz você parar para pensar na sua vida até aqui traçados e forçosamente (não que você não faça isso instintivamente) faz você rever suas atitudes até então. Você lembra daquele amigo que simplesmente acabou traçando caminhos diferentes e você nunca mais o viu. Então você fica pensando como ele está, se está bem, ou se simplesmente está. E você automaticamente relembra dos momentos ao lado dele... É então, para a saudade é um pulo.

E quando você está simplesmente andando na rua, calmo, pensando no que você irá fazer para almoçar no dia, então passa uma pessoa que você nunca viu na vida usando o perfume daquele seu amor perdido no qual você sempre sente alguma coisa em relação a ele. Sim, sua vida está maravilhosa, sua vida está plena, mas sempre que você sente aquele determinado perfume vem à sua mente aqueles momentos a dois inesquecíveis. Pronto, é o suficiente para bater a saudade novamente (e ainda faz você ficar mal, pois fica achando que essa nova pessoa ao seu lado, por mais boa que ela seja, nunca será igual aquela outra), e se você está sozinho, pronto, se for homem simplesmente você não ligará e continuará sua vida (a não ser que ela tenha sido A mulher por quem você resolveu se apaixonar eternamente) e se você for mulher? É o suficiente para você entrar na primeira doceria que aparecer pela frente e se acabar numa torta de chocolate (sabe, às vezes saudade até que tem suas vantagens).

Mas o fato é que poucas pessoas se dão bem com o aparecimento desse estado de espírito em sua vida. Quer dizer, o ser humano não foi criado para aceitar muito bem as perdas que encontramos pela vida, ainda mais se foram pessoas marcantes. E saudade dói mesmo, em locais que você nem imaginava que existia. E o engraçado é que, da forma como nós conhecemos, saudade é exclusiva da língua portuguesa, e com o significado que há? Somente no Brasil. É estranho esse tipo de coisa, já que, sinceramente, isso, muitas das vezes só atrapalha.

Eu sinto saudades sim, muitas, de várias coisas. Principalmente daqueles momentos que eu sei que vieram para ficar dentro de mim lembrando que as pessoas podem ser felizes, e que sim, a felicidade existe, mas também, eu lembro que, se eu estou sentindo saudades, é porque aquele determinado momento da minha vida, já foi, e eu não sei como reagir quanto a isso. Certo, eu sei que não podemos ficar naquele marasmo o tempo todo, mas se foi bom, se foi inesquecível, eu me recuso a esquecer, e sim, dá saudades mesmo. Tenho saudades da minha infância, quando as coisas eram mais inocentes, quando escutar “ir pra cama sem sentir dor” era apenas, deitar em um colchão adequado para seu peso e tamanho e não outra coisa. Ou então, quando o papai Noel era a celebridade mais importante da minha vida ou quando eu gostaria de ir a Paris somente para conhecer a mulher-Maravilha ou o Superman. Tenho saudades também da Fucapi, quando foi a época em que eu comecei a achar que “mudar o mundo” era possível. Que as amizades criadas dentro de uma sala de aula poderiam sim estar juntas para sempre e quando eu achava que não havia nada pior que uma prova de matemática. Quando eu achava que ter 17 anos era a revolução da idade!

Eu sinto saudades do cursinho pré vestibular... Não, naquele ano não aconteceu nada de tão surpreendente assim, mas foi a época em que eu conheci como poderia ser mágica uma aula ao ponto de pensar seriamente em virar uma professora. Saudades daqueles dias em que eu ia a secretaria apenas para ver como as coisas estavam, e também saudades de falar: “eu faço pré-vestibular como se fosse a coisa mais importante da vida”.

Saudade de 1999 (o primeiro ano do resto da minha vida, se você preferir assim), aquele ano eu sempre irei lembrar com MUITO carinho mesmo, e não porque foi o ano que eu conheci meu ex-namorado, não, foi porque simplesmente, se você me perguntar quando foi que eu fui mais feliz, vou lembrar sempre daquele ano. Foi um ano bom para a minha faculdade, foi um ano bom para a minha vida pessoal, foi um ano bom até mesmo para os filmes feitos naquela época (Vide Segundas Intenções, O Sexto Sentido e tantos outros daquele ano).

Saudade de 2005, sério. Quando eu encontrei a Alê e o Kênnio. Caramba foram dias maravilhosos, apesar de angustiantes também, quando nos juntávamos para irmos lanchar depois da faculdade e ficávamos rindo da forma como sempre pretendíamos estudar e nunca conseguíamos. E quando rir era a melhor diversão de todas!

Enfim, se você parar para pensar, vai encontrar algo que simplesmente faz você querer reviver as coisas exatamente da forma como elas foram, mas de certa forma, as coisas mudam sim, muitas vezes para melhor (apesar de muitas vezes a gente não acreditar muito nisso e ser avesso as mudanças). É só você dar uma chance para que coisas novas, e maravilhosas aconteça novamente na sua vida e que você poderá dizer: aquele determinado acontecimento de 2009 foi inesquecível, quando você lembrar dele daqui há 10 anos!

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 20:05:36
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Agora é pra valer... Estava esperando pela confirmação para poder “surtar” literalmente com e para vocês.

Amanhecer (é... Aquele) já se encontra em pré-venda nos principais sites de livros do país (Ou seja, Saraiva e Submarino). Claro, para quem vem acompanhando meu blog há algum tempo sabe de que livro eu estou falando, para quem simplesmente estava fora da terra (sim, porque neste caso o cara precisa estar simplesmente viajando para outro planeta para não saber do que eu estou falando) Amanhecer é a quarta (e definitivo, pelo menos por enquanto) aventura da Bella Swan e seu imortal amor Edward Cullen (Sim, mais uma vez eles...) e simplesmente, ver a capa do livro com o nome me português já está mexendo com minhas emoções, pode acreditar.

No site da Saraiva, o preço está saindo por 39,90 com entrega prevista para dia 26.06. No do Submarino (maldade) está a 31,90, mas, em compensação, as pessoas vão esperar até julho (kkkkkkkkk eu ri). Então, o que vocês preferem? Comprar mais caro e ter o livro mais cedo, ou comprar mais barato e ter o livro MUITO mais tarde?

Sinceramente, eu prefiro a primeira opção, de boa mesmo. Guarda um pouco de grana pra comprar mais caro que ficar esperando UMA ETERNIDADE pelo livro (mais ainda) não dá! Então, amanhã, eu estarei fazendo minha reserva do livro... OME... Resta saber se eu ficarei viva até lá né? Bom, enfim... Informação dada.

Beijos Gelados.

 

Ah sim, ai vai o link DA SARAIVA para quem quiser ter o livro mais cedo (EU RI)

 

Postado por vanessa.sc às 16:30:04
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Bom, agora está mais que confirmado, JJ Abrams (aquele de Lost) confirmou que vai sim adaptar para a tela grande a série de sete livros de Stephen King intitulada “A Torre Negra”. Há algum tempo vinha acompanhando essa pelenga, se a série iria ou não ser adaptada ao cinema, agora a “novela” acabou de vez. O próprio JJ se reuniu com o “tio” King que parece ter gostado da idéia (sim, até porque, quase todos os livros do cara viraram filme – vide O Iluminado, Carrie e O Cemitério dentre outros).

Porém, parece que a adaptação vai demorar um pouco, pois ele ainda está querendo finalizar Lost (E eu me pergunto: isso existe? Enfim... =x). Bom o fato é que agora a dúvida acabou.

A Torre Negra é a série mais importante, quer dizer, assim considerada pelos fãs do cara, do King. Ele começou a escrever a série em 82 (imagine só) com o volume I chamado “O Pistoleiro” (confesso que o pistoleiro – não posso fazer nada se o cara não deu nome para o personagem - é até bem engraçadinho). A História se passa num universo paralelo ao nosso, onde a paisagem é de um eterno deserto. E o pistoleiro simplesmente vai em busca da tal torre negra para derrotar o inimigo (foi ai que eu parei de ler) e no caminho ele encontra os mais interessantes tipos de gente, do mais calmo a pior das criaturas.

Ele se baseou, pasmem no Tolkien e sua “terra média” para escrever os sete livros que terminou agora em 2004 com o volume sete chamado... A Torre Negra (OH...). Bom, ironias a parte, até que eu fiquei bem curiosa como vai ser a adaptação de mais essa obra “épica” (¿) e com certeza vamos ter alguns bons momentos (será?) pipoca vindo por aí!

Bom, quem viver (E não for vítima de nenhuma maldição da tão torre negra) verá!

Beijos Gelados

**Notícia lida, primeiramente, no site CCR.**

Postado por vanessa.sc às 18:30:07
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Gostaria de poder falar algumas coisas abertamente nesse blog sem me comprometer, mas, às vezes as coisas não podem mesmo sair de minha cabeça assim tão abertamente...

Gostaria de poder entender o que anda acontecendo comigo, mas, às vezes, é impossível, até mesmo para mim, entender a minha pessoa.

Gostaria de saber... Enfim... Por que as coisas não estão tão claras assim na minha cabeça.

Gostaria de poder raciocinar direito as coisas que meu coração anda falando.

Gostaria, sinceramente, de entender, porque eu mesmo estando “leve”, estou preocupada...

Será que é porque os órgãos de domínio de uma pessoa estão lutando ferozmente para ver quem será o novo “dominador” dessa pessoa que vos escreve? (Claro, agora ninguém entendeu nada – como sempre). Coração? Ou a cabeça? Razão ou emoção?

Nunca fui muito de me deixar levar pela emoção... Alguns dizem que é um grande defeito meu... Até porque, se eu for deixar minhas emoções me guiarem... Acreditem, as coisas não estariam da forma que estão. Eu preciso ser racional. O mundo de hoje não dá espaço para as pessoas sentimentais (ele é bem cruel com elas até).

Enfim... Apenas delírios meus!

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 08:04:49
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Amor a um ídolo (O único)

01.05.1994, para alguns será apenas mais uma data, mas para milhões (e eu me enquadro nesse número) há 15 anos o primeiro de maio deixou de ser apenas um feriado. Vou contar pra vocês...

Um domingo, ano em que nosso maior ídolo (aquele em que crianças se inspiravam e queriam copiar) estava com grandes possibilidades de ter sua primeira vitória num esporte pouco (até então eu achava assim) admirado no Brasil. Domingo de fórmula 1, é aquele dos carrinhos e tal... Era domingo para acordar cedo (acreditem para alguém que passava a semana acordando as 6 da manhã, acordar cedo num domingo? Só se for coisa MUITO importante) ir tomar café e correr para a casa do tio sentar a frente da TV e ficar vendo um bando de carrinhos um atrás do outro para ver quem iria chegar primeiro. Ayrton Senna estava na frente, e havia grandes condições de ter sua primeira vitória, num ano não muito bom pra ele.

Era o tal circuito de Ímola na Itália, durante os treinos no final de semana, as coisas estavam saindo estranhas para os pilotos. Mas até então era como se ele fosse imortal, Highlander entendem? Certo... Todo o Brasil naquela expectativa de vitória, daquele que foi nosso ÚNICO herói (e isso eu estou afirmando com toda a certeza). Começou a corrida e nossos (meu e de toda a minha família) olhos grudados na TV para ver a primeira vitória dele na tão sonhada escuderia Williams. Eis que aparece a tal curva “Tamburello”...

Foi nessa hora que o Brasil, que o mundo parou. Foi nessa hora também que eu soube que ele não era nenhum Highlander. E foi nessa hora que eu morri um pouco também. Ele bateu (há mais de 200 km por hora) no muro de concreto! Pasmem não havia NENHUMA forma de proteção... Mas enfim, isso tudo deve, neste exato momento, estar sendo contado e recontado nos vários especiais sobre ele.

Ele não era apenas um cara de família rica que sem ter com o que gastar dinheiro foi pra formula 1... Ele era o cara quem trazia esperança para um país inteiro. Ele era a pessoa que mesmo sem saber (pelo menos até a morte dele) carregava um país inteiro nas costas. São Paulo parou para o cortejo fúnebre dele (e olha gente, para alguém – mesmo morto – parar São Paulo, é preciso muito). Eu vou bem mais longe, o Mundo parou para isso. Ele despertou na gente o verdadeiro “orgulho de ser brasileiro” (diferente de uns e outros que vivem repetindo isso). Certo, era exigente, como todo bom profissional tem que ser, mas era humano também. A humanidade dele não precisava de holofotes pra existir, aliás, ele não precisava disso, tímido do jeito que ele era, não precisava de nada disso. Ele apenas era... Foi uma das maiores dores que eu já sentir. Era inacreditável... Eu lembro que eu ficava passando de rede de TV em rede de TV para saber se aquilo realmente era verdade. Eu ainda lembro dos olhos cheios de lágrimas do repórter (que na época era da Band) transmitindo ao vivo o falecimento dele. E vocês sabem... Repórter geralmente é aquela figura sem emoção... Mas com ele... Tudo era diferente. Eu ainda lembro ele falando: morte cerebral... E eu ainda lembro que para mim aquilo não significava nada... Quer dizer, e ele? Tragam ele de volta (eu pensava)... Coisas de menina ainda...

Ele estava com 44 anos! (Engraçado é que eu estou falando, falando, falando... Mas dói falar o nome dele...) Ainda hoje a música é uma coisa dolorida escutar. “Tirem essa música” eu penso quando eu escuto tocando para qualquer outra coisa (até mesmo para os meninos do vôlei). Essa música não é de vocês... E foi o ano de copa do mundo em que o Brasil foi Tetra (acho que foi um agrado de Deus para nós – apesar de eu preferir INFINITAMENTE que ele estivesse vivo e o Brasil ainda ser tri).

Foi quando eu vi um ídolo nascer, enquanto um homem morria. Foi quando eu notei que a vida é frágil... E foi quando eu notei que ele era meu amor! (E eu simplesmente não sabia disso). Foi quando eu torcia para um homem e não para um esporte e foi quando eu vi... Que quando a gente morre... A dor de quem fica (dependendo de algumas situações) nunca termina.

Foi quando eu notei que uma pessoa pode passar um mês inteiro chorando todos os dias por outra que nem conhecia... E foi quando eu tive a certeza que ele estava bem melhor que aqui quando ele falou pra mim em sonho para parar de chorar. Certo, para os incrédulos, vão dizer que foi apenas o subconsciente altamente desgastado emocionalmente que criou isso, mas a coisa foi tão real que eu SEI que ele apareceu pra mim. Eu sei que ele estava ao meu lado no meu quarto, eu sei! E ele falando, afagando meus cabelos, eu ainda menina, que não era mais para eu chorar, que saudade eu sempre iria ter, mas que ele estava bem... Ele sorria, dava-me um beijo e saía andando com o macacão dele e o eterno capacete amarelo com a bandeirinha do Brasil na frente.

Certo, falar dele, ainda me trás lágrimas aos olhos, mas eu realmente amava a forma como ele era! E isso, eu agradeço a Deus, por ter me dado a oportunidade de viver na época em que ele brilhou sozinho no céu dos heróis nacionais.

Saudades eternas Ayrton.

 

Beijos Gelados!

Postado por vanessa.sc às 14:00:18
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Humor Atual

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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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