Bom turminha, dessa vez eu não atualizei meu blog porque estava sem internet em casa, e não porque estava sem vontade.  Sinceramente, ficar quase duas semanas sem internet não é uma coisa muito saudável para se fazer uma “internetóloca” (Se é que essa palavra existe).

Bom, confesso que as coisas não estão tão bem quando eu gostaria, para falar a verdade, elas não estão, isso que me deixa com mais raiva da situação toda, sinceramente. ODEIO pessoas indecisas! Mas, enfim, deixa pra lá (como sempre) - é apenas mais uma coisa na lista das deixadas pra lá.

A loja? Bem, digamos que por lá as coisas estão... Simples assim. Não está bom, mas pelo menos estou trabalhando, isso que importa no final das contas (só não sei se no final do mês, mas isso é outra história). Só que, mudar três vezes a mesma mesa, ou coisa do gênero, cansa, e se torna improdutivo, sério mesmo. E ainda ter que escutar piadinha e não poder falar nada... É pior ainda.

Me respondam uma coisa? Voces, meninos, me respondam, dói ou cai a honra ao mesmo avisar que, sei lá.. Está vivo? Ou coisa do gênero? Por que, tipo, talvez exista pessoas que se preocupem né? Só uma dúvida que eu tenho, só isso, talvez seja apenas uma pergunta retórica... Enfim... Vai entender certo? RS...

Bom, meu livro (sim a lenda rs) vai bem obrigada. Hoje eu peguei novamente no manuscrito (Aquela que até parece querer ser uma JK da vida - PENSE) e andei mudando coisas poucas, pequenas, mas o problema é que chegou num momento em que eu realmente não sei o que escrever. Basicamente, ele está pronto - na minha cabeça. E é isso que me frustra profundamente, porque, ninguém vai lê-lo enquanto ele estiver na minha cabeça. Fico pensando que a Jane Austen passou por isso quando escreveu orgulho e preconceito.

Ah, gente,... Chegou lá na loja “O Morro dos Ventos Uivantes”... Eu bem que gostaria de ganhar!

Bom, é isso... Ah mais uma coisa... Twilighters... Voces, claro, viram as novas fotos né? Turma, o que é aquilo chamado Taylor heim? OMG Rob que se cuide... =x

Beijos mais que quentes.

Postado por vanessa.sc às 18:17:41
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Dia do amigo

O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

No Brasil, o dia do amigo também é comemorado em 20 de julho.

 

FELIZ DIA DO AMIGO PESSOAL

 

 

 

Postado por vanessa.sc às 07:29:24
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Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift up your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me

Beijos Quentes.

Postado por vanessa.sc às 07:21:17
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Há algum tempo, eu escrevi sobre a trilogia Millennium... Do livro “Os homens que não amavam as mulheres” e seus personagens apaixonantes. De como Mikael Blomkvist usou sua famosa teimosia para solucionar uma série de assassinatos relacionados a uma importante família de Estocolmo. E de como Lisbeth Salander o ajudou e ainda por cima salvou sua vida. Eu lembro que até comecei a crítica falando que, as melhores histórias que eu comecei a ler, fazem parte de alguma trilogia, ou quadrilogia.

Então, em abril a companhia das letras, deu um presentão para nós com o segundo volume “A menina que brincava com fogo”. Dessa vez, focando quase que exclusivamente no passado da Lisbeth, mostrando que ela além de ser completamente apaixonante, tem sim sentimentos e nos mostra como alguns homens podem ser repugnantes – e que outros são simplesmente apaixonantes.

Em “A Menina que brincava com fogo” Lisbeth se vê de alguma forma envolvida em três assassinatos e simplesmente vê todas as pessoas a sua volta a acusarem de alguma coisa. O fato é que sua natureza extremamente violenta, ajuda no julgamento das pessoas, além é claro, dos históricos psiquiátricos.

Então, Mikael, bota a sua teimosia (E em minha opinião num sentimento um pouco mais forte que uma simples amizade) e amizade para poder botar alguma razão nos eventos que envolvem o nome da Sally.

Sally, por sua vez, afastada de Estocolmo há algum tempo, para fugir de algum sentimento que podia sentir pelas pessoas. E resolve tentar levar uma vida normal. Mas se vê obrigada a abandonar tudo isso, quando vê que uma figura de seu passado, provavelmente a maior responsável pela sua vida anti-social, se mostra mais presente que antes.

Então, ela e Mikael, se vêm obrigados a trabalhar juntos novamente. Mas o engraçado é que em momento algum do livro, eles voltam a se encontrar cara a cara. Mas só percebemos isso perto do final. É linda a obsessão do Mikael para salvar a vida da sua antiga namorada. Chega a se afastar de sua antiga amante para isso.

A menina que brincava com fogo é a continuação brilhante da trilogia Millennium do Stieg Larsson que foi o maior sucesso de vendas na Suécia. A narrativa corrida e os personagens cativantes, simplesmente fazem do livro dele uma mania que você não quer deixar de ler. O ruim é que por aqui, o terceiro volume ainda não foi lançado, teremos que esperar para novembro, mas enquanto isso, fico torcendo para ver essa história nos cinemas do mundo inteiro. Há uma produção sueca, que eu, sinceramente, acho que não irá chegar por aqui tão cedo, que deve ser brilhante. É torcer para que a edição americana saia o quanto antes. Para o Mikael? Bem... Não vejo ninguém menos que Jude Law, ou Clive Owen ou Mathew MacFayden, ou então o Michael Shenn... Não importa. Eu quero muito ver a história do Mikael e da Lisbeth.

Beijos Quentes!

Postado por vanessa.sc às 22:17:15
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Sempre que uma produção é originária de uma obra literária, eu fico me perguntando o que vai acontecer. Se o filme será fiel ao livro e coisas assim. E essas perguntas aumentam mais minha curiosidade, quando eu vejo que é o mesmo diretor de uma produção bem inferior ao livro.

Estou falando isso porque estou falando do David Yates (Para quem não o conhece, é o diretor dos últimos filmes do Harry Potter) fez o que eu realmente não acreditava que ele fosse capaz. Conseguiu fazer O filme. Acabei de sair da sessão de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. E eu até agora, sinceramente, estou tentando entender o que é aquele filme.

Tecnicamente? Perfeito. O Yates conseguiu usar os efeitos especiais de tal maneira, que parece que usar a varinha mágica, ou se transformar em uma poltrona é tão simples, quando abrir uma bala por exemplo. Eu como cinéfila, posso estar falando uma heresia, mas sinceramente, ainda não sei qual a diferença entre efeitos visuais e efeitos especiais, mas seja lá o que o Yates tenha usado no filme, usou com tal brilhantismo que aquelas mágicas passaram a fazer parte do filme em si.

Quanto a história? Que essa sim, eu posso afirmar que é a minha especialidade... Simplesmente, o Yates soube trazer para a tela grande, o sexto livro. Todo ele. Mesmo as partes que ele deixou pra lá, como por exemplo, o fato da Grifinória ter vencido o torneio Quadribol de casas, ou a conversa do Primeiro Ministro da Magia e o da Inglaterra. Essas coisas simplesmente não fizeram falta. Ele se prendeu aos acontecimentos do sexto livro. E olha que o sexto livro é meio chatinho. Tá que ele não mostrou os ciúmes do Harry com a Gina ou coisa do gênero e errou o local do beijo deles, mas a forma como ele dirigiu a cena, foi tão perfeita que tudo isso simplesmente ficou... Brilhante.

A relação entre os três protagonistas... Se for possível transformar uma coisa intangível como a amizade em tangível, ele fez isso nesse filme. Mostrou o quando o Harry e a Mione são nos livros. Eu sempre que lia imaginava uma relação daquela forma, toda a cumplicidade, todo o amor sim, mas um amor tão puro e meigo que se torna impossível de imaginarmos outra coisa fora amizade...

Ver os sentimentos da Hermione em relação ao Rony foi simplesmente fantástico. E sim, nesse filme fica caracterizada a luta do bem contra o mal. Nós vemos nitidamente, quem é quem nessa história toda. E para quem não leu ao livro, se prestar um pouco de atenção, nota claramente, o clímax do filme. Estavam falando que o clímax do filme não foi digno ao do livro. Realmente, não, mas foi melhor. Alan Hickman soube mostrar na tela do cinema, o que Severus Snape estava passando no momento da filmagem da cena. E se alguém ainda tinha dúvidas quanto à lealdade do Snape (esquecendo os acontecimentos do sétimo livro) ficará em dúvidas. É só ter um pouco de atenção. Nada mais.

Para quem leu o livro, sabe do que eu estou falando. Foi uma das cenas mais tristes e doloridas que eu já assisti. No quinto filme, quando o Sirius morre, nós vemos o desespero do Harry querendo salvá-lo. Já nesse... A dor que o Harry passa, aliás, não somente ele, como toda Hogwarts... Você chora sem nem se tocar. Parece que o sofrimento é seu, e NÃO, o livro não foi escrito pela Stephenie.

O melhor filme do Harry até agora! Vale MUITO a pena.

Beijos Gelados!

Postado por vanessa.sc às 23:50:31
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Vou confessar uma coisa: a única coisa chata em relação aos meus surtos criativos, se é que pode chamar esses textos de criativos, é que eles acontecem nas horas mais impróprias e se eu não os escrever, meus pensamentos se perdem dentro da minha mente sem lembranças (o que, aliás, eu ando com muita vontade de assistir novamente).

Bom, sinceramente, eu não sem bem o que escrever, aliás, quase nunca sei o que escrever as palavras simplesmente saem. Mas dizem que é assim que os grandes textos surgem. Essa crônica (?) está saindo às 23h35min porque eu parei para pensar (mais ainda) nas coisas que andam acontecendo.

Há um ditado que fala que diz “depois da tempestade...”, mas para quem passou alguns anos com alguns problemas, ter essa sensação de felicidade, de leveza dá até um pouco de medo. E sabem? Eu estou bem! Simples assim.

Engraçado é que, ao mesmo tempo, esse medo é até bom de sentir, isso porque faz muito tempo que eu não sei o que é sentir isso, que chega a ser bem estranho. Vejo tantas pessoas reclamando disso e daquilo e quando eu paro para pensar... Há tantas outras coisas para nos preocuparmos que eu chego a pensar realmente nos reais motivos delas estarem reclamando, se é o mundo ou elas mesmas que estão mal. Reclamar, sinceramente, nos faz perder tempo. Bial afirma que no final é só você contra você mesmo.

Eu sei que temos a péssima tendência de estragar momentos felizes, eu mesma vivo com essa sensação estranha dentro de mim, mas o ruim é que o medo de cometermos esses erros nos faz cometer mais rápidos esses erros que não queremos cometer.

É bom estar com o coração leve, é bom estar em um ambiente completamente novo, apesar de tudo, e eu sinceramente queria que todas as pessoas se sentissem assim. Medo? Sim, eu estou, muito, mas ao mesmo tempo...

Tenho pessoas ao meu lado que eu gosto que estejam por perto, e que de alguma forma já demonstraram que se importam comigo – independente de quem elas sejam, ou o que façam, eu as gosto de ter por perto. Gosto de saber que, de alguma forma, elas confiam em mim.

Gosto de ver as pessoas que eu gosto felizes e tranqüilas, fico preocupada quando vejo que alguma coisa ruim está para acontecer com elas e ver o sorriso dessas pessoas, é a melhor recompensa pra mim (e lógico, um “obrigado” de vez em quando não cairia mal rs).

É bom estar feliz. Simples assim.

Beijo Gelados.

Postado por vanessa.sc às 12:09:15
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I was blindfolded, but now I'm seeing

Eu estava vendado, mas agora eu estou vendo

My mind was closing, now I'm believing

Minha mente estava se fechando, agora eu estou acreditando

I finally know just what it means to let someone in

Finalmente eu sei o que significa deixar alguém entrar na sua vida

To see the side of me that no one does or ever will

Para ver o outro lado de mim que ninguém conhece ou viu

So if your ever lost and find yourself all alone

Por isso, se você se perdeu e achou o seu "eu" sozinho

I'd search forever just to bring you home,

Eu iria procurar eternamente apenas para levar você pra casa

Here and now this I vow

Aqui e agora, isso eu prometo

(Nickelback – I’d come for you. Album: Dark Horse)

 

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 17:57:57
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Bom, na semana passada, depois de um breve momento de surto, diga-se de passagem, eu fui ao cinema – Novidade – assistir dois dos três filmes que esse ano, pelo menos nesse primeiro semestre, eu estava querendo assistir.

Transformers. Indo de encontro à quase todas as críticas do filme, foi um dos filmes mais divertidos que eu assisti esse ano. Claro, afinal de contas, sou eu quem está escrevendo, uma pessoa que praticamente viveu a infância com Optimus, Jazz e outros. Nesse segundo filme, vemos Sam tentando voltar para a sua vida “normal”. Terminou o colegial e foi para a faculdade, mas acreditem, não há nada de normal naquela faculdade. O que acontece é que ele teve que deixar a Mikaela com o pai (sim ele saiu da cadeia) e isso o estava deixando meio inseguro em relação ao namoro deles. Dá pra sentir o quanto eles se amam e o quanto eles gostariam de estar juntos, mas por conta da vida, eles têm que ficar separados por um tempo. O problema é que ao tocar num único pedaço do tal cubo (aquele que foi destruído no primeiro filme) Sam acaba recebendo todo o conhecimento para um grande poder dos robôs aliens. E é ai que realmente o filme começa. Bee, que agora está mais apegado ao seu dono que antes, tem que deixá-lo ir, até porque, ele precisa se juntar aos autobots para lutar contra os decepticons que tentam invadir a terra.

Com novos personagens o filme veio para arrebentar a bilheteria, contrariando vários comentários maldosos sobre o filme. É impossível você querer que seja um filme igual ao primeiro, até porque, agora eles estão integrados à vida na terra. Nesse segundo filme, conhecemos um pouco da vida do Optimus e seus antepassados, e sinceramente, quem não sair do cinema, querendo ter um optimus prime em sua vida, não tem coração, ou um Bumblebee. Novos autobots, novos decepticons, e um avião completamente pirado, fazem do filme um blockbuster perfeito. Engraçado. E em determinados momentos, emocionante. Shia Labeuf permanece com sua interpretação de um cara completamente zen, mas que na realidade, tem uma força incrível. Filme para se ver e rever. Acreditem!

Beijos Gelados!

Postado por vanessa.sc às 17:37:35
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Em “Nunca fui beijada” a personagem da Drew, ao escrever a sua matéria, começa falando que só escreve-se bem quando se escreve daquilo que se conhece. Bem, eu de certa forma concordo com ela. Não adianta nada você ter uma brilhante ortografia se não tem conhecimento do conteúdo do texto a ser redigido. O que eu vou escrever por aqui é mais ou menos isso. Não, não estou falando que eu sou uma total ignorante no assunto, mas confesso que não sou aquela pessoa gótica que lê tudo a respeito sobre o mesmo.

Do que eu estou falando? Acho, inclusive que vocês irão rir e outros pensar: “Ah não outra vez?” Mas estou falando dessa moda de vampiros que têm invadido a mídia, seja ela impressa ou não. Bom, antes de 91, eu podia falar que eu tinha medo, medo mesmo, de filmes com as “criaturas das sombras”. Essa história de imortais chupando o sangue de humanos não fazia muito a minha cabeça. Acho que, tirando “Garotos Perdidos” eu não assistia a filmes de vampiros.

Então, chegou “Drácula” do Stroker. Filme baseado no livro clássico da literatura inglesa. Confesso que, da primeira vez, eu tive medo e não terminei de ver o filme. Mas alguma coisa me deixou em dúvida, pois, com o Gary Oldman fazendo o Drácula, com Antony Hopkins fazendo o Helsing, bom, o filme não podia ser ruim. Então me forcei a assistir novamente. E confesso que, o filme se tornou um dos meus preferidos. Eu consegui enxergar o verdadeiro sentido do filme, que é uma história de amor. O conde só fez o que fez, para poder se encontrar, mais uma vez, com sua amada Mina.

Certo, depois disso, eu comecei a perder o medo em relação aos filmes com vampiros. Veio, então, Anjos da Noite, que foi a primeira vez, que eu soube que vampiros e lobisomens (Que aí sim, não sou muito fã de histórias com os “lobos fedidos”) eram inimigos naturais e que há séculos vinham lutando entre si. Mas, mesmo em uma guerra que já dura séculos, o que aconteceu? Uma vampiresa se apaixona por um humano. E que esse humano, com o devido incentivo, viraria um misto de vampiro e lobisomen. Selene e Michael têm que lutar para provar que a tal guerra é injustificada e que o futuro é mais pacífico que se imagina.

Bem, quando eu assisti ao filme, confesso que achava que havia encontrado o filme perfeito de amor, terror, suspense, enfim... Mas então, na minha vida, entra um livro. Certo, vocês vão falar: “mas na vida dela, vive entrando e saindo livros e filmes”. Crepúsculo virou mania antes mesmo de eu terminar de ler o primeiro capítulo. Ali nascia uma mania que eu, sinceramente, jamais pensei que fosse presenciar. E eu não estou falando de mim.

Tá, eu já havia presenciado o que uma série é capaz de fazer com as pessoas (É só lembrar dos filmes do Harry Potter, Senhor dos Anéis, Star Wars e companhia), mas não em tão pouco tempo assim. Harry Potter mesmo, levou 10 anos para virar o fenômeno que foi e é. George Lucas não sabia, antes de Guerra nas Estrelas virar o que é, que havia criado sua galinha dos ovos de ouro. E o Tolkien? Bem, esse até conheceu certo prestígio com sua terra média. Mas, eu estou falando de fenômeno instantâneo. Daquele tipo de sucesso que se faz boca a boca. Basta apenas a pessoa certa, no momento certo encontrar o livro. E para o cinema foi um pulo. Aí, graças a Crepúsculo que autores e roteiristas de histórias com essas misteriosas criaturas ficaram em evidência. Sim, algumas obras vieram antes do sucesso da Steph, como, por exemplo, Entrevista com o Vampiro, que o erro do filme foi ter Tom Cruise como o vampiro mais charmoso que eu já ouvi na literatura. Até Anne Rice, deve agradecer a sua colega escritora de seus livros estarem sendo procurados por uma nova (não tão nova assim) geração de fãs de vampiros. E eu não estou falando somente da sétima arte. A TV também teve sua parcela desse sucesso. É só lembrar de Moonlight (infelizmente cancelada) com o Mike St. Jones, que... Nossa se apaixona por uma mulher. E o recentemente programa Cult True Blood (que vem simplesmente fazendo todos repensarem nas histórias de vampiros – de novo).

Lembrem, história com vampiros sempre existiram, sempre vão existir. Dizer que um “copiou” a idéia do outro, é simplesmente ser, na melhor das hipóteses, idiota, porque, se não houver nada disso nas histórias... Bem, não será história de vampiros, e sim uma simples, e confesso, boba história de amor. E de histórias de amor, o mundo do entretenimento está cheio.

Beijos Gelados (Ou seria... Quentes? Com deliciosos 52 graus?)

Postado por vanessa.sc às 21:47:15
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You've gotta live every single day
Like it's the only one
What if tomorrow never comes?
Don't let it slip away,could be our only one
You know it's only just begun
Every single day,may be our only one
What if tomorrow never comes?
Tomorrow never comes
Tomorrow never comes

Sem mais para o momento! É... Eu sinceramente não entendo porque ainda insisto nesse tipo de coisa!

Postado por vanessa.sc às 19:15:51
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 Tá, vocês bem sabem que eu não sou lá muito de ficar “urubuzando” em cima de acontecimentos trágicos. Aprendi o valor do silêncio, há alguns anos, quando com então 17 anos eu vi meu maior ídolo morrer em um acidente de carro (Vocês sabem sim de quem eu estou falando). Bom, não tem muito tempo, outro artista de quem eu gostava muito morreu – é assim mesmo, para morrer basta estar vivo – como diz minha mãe. E eu apenas, em estado de choque noticiei aqui no “O mundo...”.

Bom, desde então, as pessoas não têm deixado o pobre coitado descansar em paz. Sim, porque deve ter sido um alívio para ele dar o último suspiro – pena que foi de maneira tão trágica. Certo, a morte de uma pessoa como ele geraria, não sem espanto, o tumulto que anda causando. Confusões, quem fica com o que, enfim, as velhas e antigas briguinhas que ocorrem quando alguém como ele morre.

Mas o que tem realmente me deixado de boca aberta e até mesmo com certa revolta, é que até para morrer ele não tem direito de ser discreto. Não sei se foi a família ou quem, mas sinceramente, R.I.D.Í.C.U.L.A  a idéia de fazer um funeral público com fãs sorteados e coisa e tal, para mais de 10 mil pessoas. Gente, nem com a Diana foi assim! E olha que ela havia sido mulher de um príncipe... Bem... Fazer estardalhaços, falar a exaustão dele, ter várias redes de televisão noticiando isso ou aquilo em relação ao corpo dele, tudo bem, mas daí levar vantagem financeira sobre isso?

Palmas, três vivas mesmo para aqueles fãs que simplesmente deixaram pra lá o reembolso e guardaram aquela que simplesmente é a última lembrança dele! (Ainda existe salvação para a “human race” – Lembrando ‘Heal the World’ do próprio Michael).

Sim, deve realmente existir um lugar que seja mais claro que o amanhã no coração das pessoas, ele acreditava nisso, eu acredito nisso, não deve ser tão difícil assim. Tá essa música virou meio que um hino dele – até mais que thriller ou Bit it. E sinceramente, foi quando eu realmente entendi que ele realmente havia falecido.

Não, antes que vocês fiquem se perguntando, eu não acredito em nada daquilo. Sim, ele tinha a síndrome de Peter Pan, de não querer crescer, mas daí a virar pedófilo? Sinceramente acho que é demais para a minha cabecinha – Levado também pelo fato de eu gostar dele. Tá, ele era perturbado, afinal de contas, fazer o que ele fez com ele? Só para uma mente masoquista e doentia (parafraseando certo livro). Eu realmente o achava muito bonito, quando ainda negro, principalmente seu sorriso. Mas com o tempo? Ele branqueando a pele? A que custo? Enfim, não me cabe aqui ficar julgando os motivos que ele teve para tal ato, desespero talvez de auto-afirmação.

Cabe a mim, lembrar das suas músicas, sua dança, seu estilo, as eternas luvas brilhantes e sua belíssima voz. Sua afinação, mesmo depois de adulto, lembrando uma criança NINGUÉM NO MUNDO tem. A voz dele? Calma e tranqüila? NINGUÉM no mundo tem.

Fico com pena da Diana Ross e da Liz Taylor – Eternas e grandes amigas dele. Ora, se até mesmo MADONNA sucumbiu a sua morte, porque não nós? Meros mortais. Eu sei que ele estava aposentado (se é que artista se aposenta), que estava em eterno tratamento e que fazia alguns anos que ele nem sequer aparecia fora de sua “neverland”, mas ainda assim, sabia-se dele por lá, andando pelas casas, ainda que fosse um zumbi, mas sabia-se dele lá. Agora? Neverland será fechada e sabe-se lá o que farão dela.

Michael Saudades Eternas.

Beijos Gelados!

Vanessa Santana Carvalho!

               (Nessa)

Postado por vanessa.sc às 18:06:30
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Nickelback - Never Gonna be Alone

Postado por vanessa.sc às 20:46:03
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30 anos de Walkman

Quando foi lançado pela Sony, há exatos 30 anos, o Walkman iniciou uma revolução na música portátil. Mas é possível compará-lo aos players digitais de hoje? A BBC convidou o jovem Scott Campbell, 13 anos, para trocar de equipamento durante uma semana e nos dar sua opinião. Confira abaixo as impressões do adolescente.

"Meu pai me disse que o walkman foi o iPod da época dele. Ele me disse que era grande, mas não imaginei que fosse tão grande. Era do tamanho de um livro de bolso. Quando vi o aparelho pela primeira vez, sua cor também me impressionou. Hoje os tocadores de música vêm em uma variedade de cores, mas este era todo de um cinza opaco.  Ou seja, por sua aparência, ele não é o aparelho de música mais interessante.

Do ponto de vista prático, o walkman é um pouco desconfortável, e certamente não cabe no bolso - a menos que você tenha um grande bolso. O aparelho traz um prático clipe para prender na cintura, mas é tão pesado que poderia fazer sua calça cair. Quando saí com ele pela rua, as pessoas me olharam de modo estranho, uma mistura de surpresa e curiosidade. Meus amigos na escola nunca imaginaram que seus pais pudessem ter usado aquela caixa monstruosa, mas estavam interessados em saber como funcionava.

Levei três dias para perceber que a fita tinha dois lados. Esse não foi o único erro que eu fiz; achei que o botão "cromo/normal" do walkman fosse um equalizador para diferentes gêneros da música, mas depois percebi que era utilizado de acordo com o tipo de cassete.

Outra característica do iPod que o Walkman não tem é o "shuffle", que seleciona músicas aleatoriamente. Apesar disso, consegui criar minha própria versão improvisada da função, pressionando o botão "retroceder" e largando-o de forma aleatória. Eficaz, mas um pouco chato. Contei a meu pai sobre a grande idéia que tive, mas ele me alertou para a diferença entre os players portáteis de hoje, que não têm peças móveis, e os do passado, com todas suas peças mecânicas. "Os walkmans devoram fitas", disse ele, assim que meu "shuffle" improvisado tinha arruinado minha fita preferida, me deixando sem música pelo resto do dia. Durante a semana em que usei o walkman, percebi que sabia muito pouco sobre a tecnologia do passado. Fiz uma série de erros bobos, mas também aprendi muito sobre o avô do MP3 player. Dá para imaginar a emoção das pessoas quando o walkman chegou ao mercado há 30 anos, considerando que era de última tecnologia naquela época.

É possível que este tipo de entusiasmo tenha se perdido nesta avalanche de novos produtos que são lançados o tempo todo. Pessoalmente, gosto de viver na era digital, com mais opções, mais recursos e dispositivos menores. Fico aliviado em saber que as maiores partes dos avanços tecnológicos aconteceram antes de eu nascer, porque não consigo me imaginar usando um equipamento tão básico todos os dias. Agora, para os leitores interessados em tecnologia, vou fazer uma comparação entre o reprodutor de cassetes portátil e seus sucessores modernos. Encontrei uma vantagem e várias desvantagens nesta tecnologia obsoleta.

Som
A função é mais importante. Para reproduzir a música é preciso apertar um botão grande. O dispositivo começa a funcionar ruidosamente, ao contrário do iPod, que é ativado apenas com a ponta do dedo. Quanto à reprodução, é claro que a música soa muito diferente de um mp3, principalmente pelo barulho da fita e pela distorção do walkman. A distorção acontece, provavelmente, por causa da curta vida da bateria - que se esgota completamente dentro das primeiras três horas de funcionamento.

Conveniência
Com o número de mp3 players disponíveis no mercado hoje, cada um oferecendo mais e melhores recursos do que o anterior, é difícil imaginar a possibilidade de comprar e utilizar um dispositivo que toca cassetes em vez de um dispositivo digital. Os vários botões salientes nas laterais e na traseira do aparelho, como "retroceder" e "avançar" (lembram deles?), o tornam ainda mais volumoso.Além disso, ter que trocar as fitas é muito chato. As fitas que eu tinha traziam apenas umas 12 faixas cada uma, muito pouco perto da capacidade dos pequenos iPod.

Walkman 1 x mp3 0

No entanto, nem tudo é melhor no iPod. O walkman tem duas saídas para fones de ouvido, chamadas "A" e "B", o que significa que posso compartilhar a pouca música que tenho com meus amigos. Para ligar dois fones em um iPod é preciso comprar um adaptador especial. Outra característica útil é a entrada para um cabo que liga o walkman em uma tomada na parede quando estiver viajando. Mas, dada a fraca autonomia da bateria, acho que é mais uma necessidade do que uma função adicional."

Matéria aqui

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 19:44:25
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Outro dia, uma pessoa, talvez A pessoa, veio com perguntas no estilo “esta é a sua vida” de ser. Na hora eu confesso que fiquei, como sempre, travada para responder espontaneamente (certo, estou tendo que trabalhar esse lance da minha perdida espontaneidade).

Hoje eu parei para pensar sobre essas perguntas, básicas em sua maioria para quem “está se conhecendo”. São perguntas estranhas, se você parar para pensar, mas ao mesmo tempo, são aquelas estranhas perguntas que você se vê respondendo seja numa entrevista de emprego, seja conhecendo alguém.

Bom, como eu sou? Basicamente estressável. Se alguém perguntar para meus maiores amigos, eu sou assim, estressadinha. Tenho TPM (Aliás, mostre-me uma mulher que não tenha) o que me deixa mais na minha que qualquer outra coisa (Estranho é que, justamente nessa época que as pessoas resolvem pegar no meu pé rs, mas enfim...). Mas eu também sou romântica (daquelas incuráveis – estranho, achei que eu havia perdido isso em mim) de suspirar em frases prontas de filmes e SIM querer viver minha comédia romântica, no melhor estilo “Elizabethtown” de ser com uma mistura de “Orgulho e Preconceito” de viver.

Sou cinéfila (agora confesso que estou indo menos ao cinema – perdi filmes importantes em cartaz), adoro filmes, adoro estar dentro da sala de cinema, tenho vários DVDs, mas nada substitui estar dentro de uma sala de cinema (Acompanhada ou não, mas, por favor, se acompanhada, NUNCA chegar depois do trailer começar). Adoro ler, me perco dentro das páginas de um bom livro. Gosto de livros que contenham algum romance (seja ele com vampiros, durante a segunda guerra, no século XVIII ou na Suécia em meio a investigações jornalísticas). Choro! Sorrio. Gosto dos meus amigos (Apesar de nesse último capítulo da minha vida, simplesmente eu estar mesmo com saudades de três deles – um deles morando em POA) e faço tudo por eles.

Estou escrevendo um livro (Certo, já virou lenda essa de eu escrever um livro – mas ao menos o manuscrito do quarto capítulo está pronto). Manu e Lipe são, pelo menos pra mim, as personificações de como eu gostaria que um amor fosse. Tenho minhas inseguranças sim, afinal de contas, sou apenas humana. Não gosto mesmo de ver as pessoas brigando e simplesmente sou capaz de gostar de uma pessoa de graça. Simples assim. Olhei gostei e pronto. Mas, ao menos tempo, se eu simplesmente não gostar daquela pessoa logo de cara, dificilmente (E bota difícil nisso) ela passará a fazer parte da minha vida. Falarei com ela, brincarei com ela, mas não crie esperanças de que ela será minha melhor amiga, porque não será.

Existem pessoas que eu gostaria MUITO de ser amiga, mas infelizmente, as coisas não são bem assim. Esse tipo de pessoa chama a minha atenção apenas por existir, mexem de verdade comigo e eu fico tentando entendê-las na maior parte do tempo. Elas me afastam! Infelizmente as coisas às vezes nunca são como nós queremos.

Sou muito tímida! Sim, quem me vê pensa que não, mas sou. Meu melhor amigo que o diga. E é bem fácil saber quando eu estou “sem jeito”. Ou eu estou passando o dedo na minha nuca, ou estou mordendo o meu lábio inferior e sorrindo baixo. Provavelmente nessa hora, quem prestar bastante atenção, verá que meu rosto está vermelho. Eu não vi isso ainda, mas pelo o fato de eu sentir meu rosto queimar, deve ser porque eu estou vermelha. E claro, sempre aquela estranha sensação de que as pessoas estão escutando meu coração bater rápido.

Gosto de desenho animado, anime, Disney, enfim todas essas coisas. Gosto de receber flores e creio que não custa nada falar o que sente de vez em quando. Não dói, não cai a honra e isso deixa a outra pessoa completamente feliz e em êxtase. Meu romantismo chega ao extremo de achar um beijo roubado o melhor beijo que há (E não, ainda não tive meu beijo roubado – não daquele que faz você simplesmente quase desmaiar nos braços da pessoa – ainda mais se você luta contra todos os sentimentos que você tem por aquela pessoa).

ADORO conversar. Seja o que for! Ainda mais se for pra se perder em meio às palavras sem sentido (em sua maioria das vezes). Vivo conectada, gosto do mundo virtual, mas sem esquecer do real. Esse blog, muitas vezes, serve para desabafo! Quero ter uma suíte grande, que de para eu colocar todos os meus DVDs de maneira organizada e sem atrapalhar nada. Amo minha família – Isso é FATO simples assim.

Gosto de rir! Muito. E quando isso acontece? Ou eu não paro tão fácil de rir ou eu choro de tanto que eu ri. Gosto de escutar Jota Quest, Lulu Santos, Nickelback, Bon Jovi... E as coisas boas que ainda existe por aí – é só você ter paciência e procurar.

Já chorei em novelas, já sonhei em ter um mocinho de novela comigo (Eu lembro que o que eu mais sonhei foi com o personagem do Danton Mello em Torre de Babel). Assistir a todas as reprises das novelas Pantanal e Ana Raio e Zé Trovão na antiga Manchete. Assisti a toda a saga (pelo menos os episódios que passaram aqui no Brasil) de Cavaleiros do Zodíaco e eu ainda estou por ver uma série tão perfeita quanto Anos Incríveis (Aquela do Kevin Arnold).

Ainda tem mais sobre mim, afinal de contas, eu sou assim... Apenas uma garota que quer encontrar seu lugar no mundo!

Beijos Gelados.

Postado por vanessa.sc às 18:16:43
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A Sua – Marisa Monte.

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Engraçado como as músicas da Marisa Monte ficaram interessantes!

Beijos Gelados Apaixonado

Postado por vanessa.sc às 11:25:37
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Era um dia qualquer, em uma empresa qualquer. Os funcionários faziam seu trabalho rotineiro, quando uma das funcionárias, passou pelo setor rápido demais e com a cabeça baixa demais para que seus colegas pudessem notar que de seus olhos caiam lágrimas. O que será que havia acontecido com ela. Uma das suas melhores amigas foi atrás dela. Ela já sabia o que estava acontecendo há tempos e simplesmente decidiu não falar mais nada em relação aquele assunto. Mas sempre que ela precisava, ela estaria por lá para dar o apoio necessário.

Ela o amava demais. Muito mesmo. Estranho era como esse amor se manifestara e tomara conta dela de tal maneira que nem ela podia lutar contra. A sua razão, sabia que simplesmente não era para eles ficarem juntos. Ele, apesar de ser um brilhante profissional, era imaturo e não sabia lhe dar muito bem com outro ser humano. Nos vários momentos em que eles dois estiveram juntos, antes mesmo de terem começado uma tentativa de relacionamento, ela comentava isso com ele “você precisa aprender a lidar melhor com as pessoas, sabia?” Sempre que ela começava a falar, ele se virava para cima dela e ela simplesmente esquecia os cinco minutos anteriores aos seus beijos. Então, ela resolveu seguir em frente, doeu quando ela teve que se despedir dele, mas ela precisou fazer isso.

“Você tem outra pessoa, é isso?” Ele sempre perguntava isso dela, ela sempre negava. Não, não havia outra pessoa, não podia haver, o amor que a consumia era maior até que ela mesma, então, ela não podia ter outra pessoa. Não no lugar dele. Era imperdoável que ela colocasse outra pessoa no lugar dele. A ânsia que ela tinha de que ele a tocasse... Simplesmente a fazia perder alguns bons minutos do seu dia. Ela sempre o avistava de onde ela ficava, sempre fazendo de conta que não o enxergava, e sempre, SEMPRE tentando ser o mais imparcial possível. Até que em um determinado dia, ela não pode mais agüentar. Ele chegara com uma mulher no trabalho. Daquelas que parecem uma modelo. E ela no alto de seus 1, 60 e poucos se sentiu uma misera mosquinha. Pensando que seria irracional que ele olhasse para ela, afinal de contas, porque ele teria olhado para ela? Isso, sua razão entendia, porém, seu coração, machucado demais insistia em bater sem ritmo. Ela ficou sentada em sua cadeira, não se moveu para conhecer a tal mulher... Fizera questão, inclusive de não querer saber do nome dela, ela ficara sozinha em seu cubículo totalmente organizado. Durante boa parte do dia, ela mal levantou da cadeira. Sua companheira até havia esquecido que ela havia ido trabalhar de tão quieta que ela estava. Sua companheira somente notou sua presença quando escutou um choro baixo quase imperceptível (na verdade ela somente escutou por estar um silêncio total na sala naquele momento) e ficou bem preocupada com ela. Mas ao perguntar o que estava acontecendo, ela apenas respondeu que era gripe. Lógico que a amiga sabia que não era nada disso, mas resolveu ficar calada e esperar o momento certo para poder conversar com ela.

Durante o resto do dia, ela enxugou suas lágrimas e tratou de trabalhar. O problema era que naquele dia ela teria que trabalhar direto com ele. Durante o expediente, ela foi completamente profissional com ele, tratando-o bem, mas completamente frio e distante. E lógico, tratou de ficar o mais distante possível dele nos momentos casuais... Era o máximo que ela poderia fazer.

Os dias que se passaram simplesmente foram os piores pra ela. Ela chegava em casa, se trancava no quarto e não saía mais, mesmo quando os amigos ligavam para ela sair com eles, ela não ia. A mãe já estava ficando realmente preocupada com isso. No trabalho? Ela simplesmente fazia tudo no automático. Ria quando era preciso, falava quando perguntavam, mas na maioria do tempo, ficava sentada em seu cubículo calada fazendo seu trabalho rotineiro. Ela mostrava alguma melhora quando ia ao atendimento ao público, mas isso era somente para cobrir sua colega que estava em seu intervalo.

Doía olhar para ele, doía ter que falar com ele. Ela queria distância dele o máximo possível, mas não conseguia. A saudade que ela sentia dele era maior a cada dia e isso a estava matando.

Então, ele, um dia apareceu em seu cubículo para perguntar algo que ela não se lembrava. Escutar a voz dele era simplesmente perder a noção do tempo/espaço. Ela fez seu trabalho e depois entregou para ele todos os formulários. Ele pegou os papeis das mãos dela e ficou olhando-a. Era isso que ela temia e fingiu que ele não estava por lá.

“Você está diferente, sabia?”

“Sério? Eu estou normal. Trabalhando apenas”

“Vamos sair algum dia desses?”

Ela sorriu, se levantou e foi indo em direção a porta que dava para a cafeteria, aquela hora ela estava vazia, e o cafezinho era uma boa pedida. Ele foi logo atrás dela, tentando entender o comportamento dela nas últimas semanas. Ele esteve ocupado demais tendo que ficar para cima e para baixo com aquela magrela filha de uma tia distante. Sentiu-se feliz em finalmente ter que se livrar dela. E mais, ele estava “roxo” de saudade do calor do corpo da mulher que ele finalmente entendeu que amava.

“Eu não estou entendo você...”

“Com vai sua namorada?” – Ela quase não conseguiu pronunciar a última palavra.

“É por isso que você está assim?”- Perguntou ele soltando uma gargalhada. Ela vendo aquilo se sentiu mais humilhada, triste que antes e foi em direção da porta. “Escute um pouco, ela não é minha namorada, ela é a filha de uma prima de não sei quantos graus da minha mãe e...”

“E eu acredito em papai Noel!”

“Não, você tem que me escutar. Esses últimos dias, que se transformaram em semanas, foram as piores da minha vida, você longe de mim. Mal falando comigo, estranha, calada. Você não é assim, você é alegre e seu sorriso irradia esse escritório como nenhum outro. Estive distante, eu sei, mas porque eu tive que ficar pra cima e pra baixo com ela. Eu amo você, você ainda não entendeu isso?” – Falou ele chegando perto dela o máximo possível. “Você é a coisa mais linda que eu já consegui conhecer, você é incrível...”

Ela escutando aquilo começou a chorar. Não sabia como agir com tudo aquilo. Sua vontade era de correr para os braços dele, mas ao invés disso, correu para fora do refeitório. Ele foi atrás dela e conseguiu em tempo segurar seu braço.

“Afinal de contas, o que está acontecendo com você?”

“Volte... Volte para a sua namorada!” – Ela falou com aquela dor na última palavra.

“Droga, você... É VOCÊ a minha namorada!”

“Eu...”

“Ah... Fique calada!” – Ele a envolveu em seus braços e pela primeira vez soube o que é beijar alguém que ele realmente amava!

Beijos Gelados!

 

Postado por vanessa.sc às 20:48:31
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Humor Atual

Meu Perfil

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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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