Sexta feira, 10:30 da noite. Essa hora eu estava entrando em uma sala de cinema para simplesmente esquecer que eu estava no Brasil.

Começa a sessão. E eu sempre com aquela estranha sensação que haveria gritos e choros assim que Edward Cullen aparecesse na tela. Até houve, mas não com tanta intensidade como foi com Crepúsculo. Nesse exato momento eu simplesmente apaguei de qualquer influência externa, até do meu pobre namorado que foi à sessão apenas para poder me acompanhar. Bom, vamos deixar de lenga lenga e falar do filme.

Claro, não será surpresa para as pessoas que leram o livro, mas aos mais desavisados eu vou logo falando, INFELIZMENTE dessa vez, haverá Spoilers – Portanto Cuidado.

Para começar a falar de Lua nova, eu não posso deixar de falar que, o que não é um orçamento um pouco melhor para uma produção desse porte. Lua Nova, em seu primeiro dia, já se pagou (Ou seja, já rendeu mais que o seu orçamento) o que fica claro que: 1) Além de ser modinha (o que nesse caso é bem legal para quem realmente é fã); 2) Crepúsculo teria a chance de ser uma produção nos moldes de Harry Potter se houvesse tido um maior interesse.

Com locações melhores, com melhores condições de trabalho, Lua Nova se apresenta como um “segundo livro”. As tomadas que o Cris fez foram simplesmente fantásticas. A fotografia do filme é de tirar o fôlego. E claro, as interpretações estão muito melhores. Em Lua Nova, Bella passa pela sua grande desilusão quando Edward resolve terminar com ela. Eu sinceramente acho que nessa cena em particular as emoções dos dois estavam em grau máximo. No livro parecia que realmente o Edward estava “se lixando” para a Bella ao falar que ela não era boa o bastante para ele. Mas no filme, o Robert simplesmente conseguiu demonstrar toda a agonia que o Edward estava sentindo ao terminar com ela. A depressão que ela entrou depois disso foi de cortar o coração. O tempo passando... Enfim, partes chatas da história.

No filme, o Jacob aparece mais, e para quem acompanhou sabe o quanto o Taylor batalhou para não perder o cargo de Lobo mais cobiçado do mundo. E o trabalho deu um ótimo resultado, apesar de eu achar que mais uma vez o filme foi corrido em relação ao livro. Uma coisa que eu fiquei incomodada foi que a Kris não soube passar a intensidade dos sentimentos da Bella pelo Jake, que bem ou mal eram intensos. Tudo porque, mais uma vez o filme foi corrido! Infelizmente eu repito as palavras do David Gilmore (Crítico de Cinema) que pareceu uma tarefa de casa mal feita o roteiro do filme, mas não se enganem simplesmente ainda estou extasiada com esse filme.

O que mais me chamou a atenção foram as visões da Bella. Quando ela corre algum perigo, ela imagina Edward, chegando inclusive a pensar que está ficando louca em algum momento. Mas a loucura dá lugar ao sentimento que ela vem tentando apagar de seu coração. Ela não pronuncia o nome de Edward durante a maior parte do filme, trazendo para fora a mágoa quando alguém tocava nesse assunto. O que eu esperei foi quando ela surtou (no pior sentido da palavra) na hora em que o Charlie conta para Alice que estava prestes a mandá-la de volta para a mãe. Queria muito ter visto a atuação da Kris nessa parte da história. Mas a depressão que ela passou para as telas de cinema, superou minhas expectativas.

A matilha de lobos? Bem, esse foi o diferencial da história. Ele me fez querer ter um lobo como anjo protetor. O lobo que fizeram do Jake, simplesmente me deixou sem fôlego. Todas as vezes que ele se transformava... Era de tirar o fôlego. Tudo do livro estava lá, tirando algumas coisas, obviamente.

Agora vamos falar do diferencial da história. Aquele que eu passei o filme quase todo esperando, ansiosa. Os Volturis, primeiro porque era com Dakota Fanning e Michael Sheen (Lucian de Anjos da Noite) depois porque eram Jane e Aro Volturi. Eu acho que, se tirassem todo o resto e deixassem as cenas dos Volturis o filme seria perfeito. Não que ele não seja perfeito, mas foi que, Os Volturis, simplesmente são a grande sacada nas histórias da Steph.

A interpretação da Dakota fazendo a Jane... Simplesmente arrancaram a Jane do livro e jogaram no filme. Eu sei que aquela menina é o prodígio de Hollywood, e sabia que ela viria arrasando no filme, mas simplesmente ela está fantástica. Assim como em Crepúsculo a cena do jogo de Baseball é disparado a minha preferida do filme todo, a seqüência dos Volturis ganhou minha total atenção. Michael Sheen soube tirar das entrelinhas do livro todo o sarcasmo e vilania do Aro. Até a risada dele foi como eu imaginava no livro. A única coisa que eu não gostei foi que, se toda a seqüência deles durou uma hora foi muito, o que para mim, deveria ter durado pelo menos o tempo do filme. Pelo fato de ser OS VOLTURIS o tempo deles deveria ter sido bem maior. O Alec quase não falou. O bom foi ver a concentração da Dakota quando a Jane ataca o Edward. Agora, o que falar de Felix (O Volturi mais odiado do planeta). Ele simplesmente É a pessoa mais asquerosa do filme todo. Até porque primeiro ele queria matar a Bella, segundo ele teve a ousadia de tocar o dedo no Edward (Que já estava enfraquecido por tentar proteger a Bella).

Acho que eu vou parar por aqui, pois se eu for falar mais, não saio mais da frente desse computador. Nota para o filme? 9,0 com louvor. Minha impressão de direção ruim para o Cris? Acabou! (Ele é o mesmo diretor de A Bússola de Ouro). Vale a pena ver o filme? Muito!

Não que eu fale sempre isso, mas o filme ainda consegue ser melhor que o livro. É menos melancólico! Mas dá pra derramar algumas lágrimas sim! Essa é a verdade!

Beijos quentes e Gelados!

 

Postado por vanessa.sc às 19:50:32
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I love that you get cold when it's 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle above your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend the day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible.

(Harry e Sally – Feitos um para o outro).

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Adoro quando sente frio, mesmo que faça 22 graus. Adoro quando passa uma hora e meia para pedir um sanduíche. Adoro sua ruga na testa quando olha para mim como se eu fosse louco. Eu adoro quando depois de passar o dia com você, eu ainda consigo sentir seu perfume em minhas roupas. Adoro que seja a última pessoa com quem quero falar antes de dormir. E não é porque estou solitário e nem porque é ano novo. Eu vim aqui hoje porque quando você percebe que quer passar o resto da vida com alguém, você quer que o resto da sua vida comece o mais cedo possível.

Postado por vanessa.sc às 19:10:42
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Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também, quem garanta que nem todas as noites, só as de verão. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.

(Shakespeare – Sonho de uma noite de verão.)

Postado por vanessa.sc às 10:54:02
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E eu desistiria da eternidade para tocá-la
Pois eu sei que você me sente de alguma maneira
Você é o mais perto do paraíso do que eu jamais estarei
E eu não quero ir para casa agora

E tudo que eu sinto é este momento
E tudo que eu respiro é a sua vida
Porque mais cedo ou mais tarde isso irá acabar
e eu não quero sentir a sua falta essa noite

E eu não quero que o mundo me veja
Porque eu não acho que eles entenderiam
Quando tudo é feito para não durar
Eu só quero que você saiba quem eu sou

E você não pode lutar contra as lágrimas que não estão vindo
Ou o momento da verdade em suas mentiras
Quando tudo parece como nos filmes
É você sangra só para saber que está vivo

Postado por vanessa.sc às 20:24:03
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É as coisas não estão lá muito boas para as bandas da Califórnia e seu condado mais famoso (Lê-se Hollywood). “O exorcista” vai voltar para a mídia, mas uma vantagem (Se é que podemos chamar assim) é que o “remake” será feito para a televisão com o diretor do original no comando (menos mal, eu acho).

Mas, o que me deixou bem triste foi saber que um dos estúdios mais tradicionais do mundo da sétima arte está indo a leilão. Com uma dívida de mais de 3 BILHÕES de dólares, os estúdios Metro Goldwin-Mayer ou simplesmente MGM se assim você preferir, está indo a leilão. Sim, o estúdio do rugido do leão não conseguiu passar em brancas nuvens pela tão falada crise econômica que vem assolando o mundo.

Uma pena. Eu não sei qual será o futuro do estúdio, mas sinceramente, eu espero ainda ver grandes produções dele. Para o estúdio que já teve contratados Clark Gable, Greta Garbo e produziu os grandes musicais da era de ouro de Hollywood... É de cortar o coração.

O mais estranho (SINISTRO mesmo), foi que ontem mesmo eu estava lendo sobre a história do estúdio (E de mais alguns, claro) em um livro “Almanaque de Cinema” lançado pelos colaboradores do Site Omelete. Neles estão as grandes produções dos grandes estúdios. Fala inclusive do United Artist (Que teve entre os seus fundadores, ninguém menos que Charlie Chaplim) e que foi revitalizando pelo Tom Cruise (o que foi brilhante da parte dele). Espero somente que a MGM tenha a mesma sorte! É esperar para ver.

Beijos quentes (Te cuida Edward Cullen)!

Postado por vanessa.sc às 00:23:56
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Sinceramente, a onda de remake já está enchendo um pouco o saco. Tudo bem ter que aturar os remakes de Karate Kid, Fama e tantos outros que estão aparecendo por ai, mas as coisas, e os produtores deveriam, ao menos, respeitar ainda as pessoas que estão vivas?...

Por que eu estou falando isso? Bem, digamos que eu esteja com muita raiva da próxima produção a ganhar um “belo” remake. Eu estou falando de “Butch Cassidy”, filme brilhantemente estrelado por Robert Redford e pelo saudoso Paul Newman.

Para quem não gosta muito, uma das maiores duplas de atores já existentes no planeta, o filme foi um dos primeiros do gênero que fez com que platéias do mundo todo torcessem pelos “bandidos” e não os mocinhos. Já naquela época, colocar HOMENS interpretando os anti-heróis provou que a coisa rendia bons lucros. Tanto que houve mais um filme com a dupla: Golpe de Mestre.

Bom, ter no elenco Robert Redford e Paul Newman num filme de policia e ladrão rendia duplamente para o estúdio que ganhava com a bilheteria masculina (já que eles iam assistir ao filme de polícia e ladrão) e com a bilheteria feminina (Sinceramente, ter os dois num filme é covardia além de serem PUTA atores... Sinceramente, jogue a primeira pedra a mulher que não sonhou com um Paul Newman “pilotando” uma bicicleta com você na garupa).

Para a minha surpresa, eu entro hoje no site do CCR e me deparo com a notícia de que o filme ganharia um remake. Bem, não demoraria muito, com toda essa onda, o que me deixou com muita raiva, mas muita raiva mesmo foi a dupla que escolheram para fazer o tal remake. Ai sim a coisa começou a azedar. Os prováveis atores a ficarem com a vaga deixada pelo Robert e pelo Paul são nada mais nada menos que John Travolta e Tom Cruise – PELOAMORDEDEUS... Salvem-me desse desastre. Sinceramente, eu não aceito e nem concordo com uma coisa dessas.

Vejam não que eles não sejam bons atores. John Travolta se mostrou um bom ator em tipos homericamente maldosos e Tom Cruise... Bem... Esse eu prefiro não comentar (Ele já passou do tempo de fazer filmes desse tipo). Para ser bem sincera, eu acho que, como Robert Redford e Paul Newman? Para alguém NO MUNDO alcançar a grandeza deles dois separados já é difícil, imagine juntos. Claro, Tom Cruise até chegou a receber um elogio de Newman na época em que filmaram “A Cor do Dinheiro”, mas daí a fazer o mesmo papel que ele? É pretensão demais para minha cabecinha normal.

Já John Travolta? Pelo Amor... Ele está velho demais para uma coisa assim! Tá... Confesso que eles já não eram nenhum garotão de 20 e poucos anos quando estrelaram o filme, mas ser quase sexagenário e fazer um filme desses? Sinceramente, acho que ele não está raciocinando direito, e sem contar que... Eles dois juntos? É a mais improvável química do mundo do cinema. Antes me colocassem o Steve Carrel e o Will Farrell (Que são as pessoas mais abomináveis do mundo do entretenimento atualmente) para fazer a dupla que eles.

Aonde o mundo vai parar mesmo? OH MY GOD (No melhor estilo Angela Weber)!

Postado por vanessa.sc às 21:31:11
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Saíram os concorrentes para os 05 indicados para a categoria de melhor animação no Oscar. Dando uma olhada mais de perto, se assim posso falar, a Disney está com quatro concorrentes. Não posso falar que são de peso, pois até agora eu só vi dois dos quatro. Então, a Disney está concorrendo com UP – Nas alturas, A Princesa e o Sapo (Desenho com a primeira princesa negra da história da Disney – que ainda não estreou), e com Os Fantasmas de Scrooge (Esse último leva o nome da Disney, mas não sei se é considerado um filme dela) e Thinkerbell e o Tesouro Perdido (Para quem não sabe Thinkerbell também é conhecida como a boa e velha “Sininho”). Ainda temos A Era do Gelo 3, Alvin e os Esquilos 2, Tá Chovendo Hambúrguer, Astro Boy, Monstros VS Aliens, 9 A salvação (Do Tim Burton). Esse ano, como se vê, a Academia resolveu inovar em vários sentidos, desde a escolha DOS apresentadores: a velha dupla Alec Baldwin e Steve Martin (Graças a Deus o Steve voltou para apresentar o Oscar) até o número de concorrentes para a melhor animação, que de três passou para cinco.

Eu sinceramente não vejo o desenho da Sininho como um indicado ao Oscar. Se for para escolher, eu ficaria com Os fantasmas de Scrooge, UP (Da Pixar que esse ano talvez tenha trabalho) e a Princesa e o Sapo (mas não sei se uma animação tradicional terá o peso para virar um indicado). Nesse caso seriam três concorrentes, e ainda faltam dois. Ai que está o problema. Geralmente, quando é o Hayao (Diretor de A viagem de Chihiro e O Castelo Animado) que aparece na lista com Ponyo (que pelo que eu sei, é uma história que se passa no oceano) eu não hesitaria em falar que Astro Boy seria o próximo indicado, mas não é ele, então acho que Astro Boy fica de fora. A Era do Gelo 03 é um forte concorrente para a indicação, o que não seria nada mal para a gente. 09, A Salvação é do Tim Burton e sempre que se tem alguma coisa dele, eu sinceramente não sei o que pensar ou esperar, pode ser que seja, pode ser que não seja. Já Monstros VS Aliens, Tá Chovendo Hambúrguer, Alvin e os Esquilos e o tal Planeta 51, sinceramente, não têm cacife para estarem entre os indicados. Nesse caso falta somente um, levando em consideração que, A Era do Gelo 3 seja um dos indicados. Ponyo estando na lista, provavelmente algum deles vai sair. O Hayao Miyazaki é sempre forte concorrente na escolha das animações, até porque, ele mal usa a tecnologia nos seus desenhos, por isso eles serem tão mágicos a meu ver. Ele é da “old school” e toda a magia e lendas do Japão aparecem em seus desenhos que são singelos e puros.

Mas eu posso errar em relação a era do gelo.

Ainda há mais alguns indicados que eu não os conheço, por isso não comentei, mas para quem quer saber a lista dos 16 nomes concorrentes é só entrar no site do OMELETE.

Em quem vocês estão apostando?! Aguardem até o dia 02 de fevereiro de 2010 para saber.

Beijos quentes.

Postado por vanessa.sc às 17:20:24
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Eu estou para atualizar esse blog desde sexta feira, mas confesso que, sinceramente, eu não estava nem um pouco afim disso! Bom, agora eu vou atualizar, e nada melhor que falar da coisa que eu mais gosto na vida! (Não, não é livros e sim cinema).

Ontem, eu fui assistir “Os Fantasmas de Scrooge”. Para quem é ligado nessa coisa toda de natal (O que, aliás, preparem-se, a época de assistir “A Felicidade não se compra” está chegando), sabe de que história eu estou falando. Do bom e velho Ebenezer Scrooge. As várias adaptações de uma das mais belas histórias de natal não nos prepararam para isso que dessa vez, ficou ao encargo da Disney, ou seja, garantia de um bom divertimento. Usando a técnica de captação de imagens, a animação marca pela belíssima fotografia (Se é que podemos chamar assim).

Claro, a história se passa na Londres do início do século, quando um velho avarento e solitário tem, em uma noite, a chance de mudar de vida. Para isso ele recebe a visita de três espíritos, os fantasmas nos natais: passado, presente e futuro e durante a jornada, o público passa a conhecer a história de Ebenezer e os motivos que os levaram a ficar do jeito que está. Eu sempre aprendo alguma coisa, revendo o filme (seja que adaptação for). Dessa vez foi a crítica que os produtores fizeram ao “sistema” religioso dos dias atuais. É só prestar bastante atenção no momento em que Ebenezer está na presença do espírito do natal presente (O que, aliás, qualquer semelhança com alguém lá de cima, provavelmente NÃO é mera coincidência). E claro, ver como uma pessoa amargurada pode ser salva na época de natal é sempre bom.

Usando a captação de movimentos, vimos um Jim Carrey (Sinceramente, eu não sei o que ele ainda pensa fazendo aquelas comédias idiotas, o cara é um PUTA ator dramático e fica jogando o talento dele fora, deixa esse tipo de comédia para os “Jack Black” da vida) completamente descaracterizado como Ebenezer. E como essa técnica, o ator atua, PALMAS para o amadurecimento profissional do Jim, sim, por que, para interpretar EBENEZER SCROOGE a pessoa precisa estar completamente concentrada, pois o personagem é um dos mais complexos do entretenimento. Ainda fomos presenteados com Gary Oldman, Colin Firth, Bob Hopkins. Sim, a grande maioria atores britânicos. Eu ainda fico me perguntando como um Antony Hopkins interpretaria esse personagem, enfim! Tivemos Jim Carrey, que esqueceu as caretas e resolveu “brincar” como gente grande. Ainda vemos o bom e velho Jim com suas piadas, mas elas evoluíram para algo engraçado de verdade. Ver a forma como ele conseguiu mostrar todo o sofrimento do Ebenezer e como ele realmente se sentia solitário, foi brilhante.

O que falar dos outros três? Bem, só pelo fato de eles serem britânicos já é alguma coisa, não acham? Ou alguém duvida que os melhores estejam por lá? Já que a escola deles é o teatro?

Aqui em Manaus, as cópias vieram dubladas. Eu geralmente não gosto de dublagem quando existe ator britânico, mas dessa vez eu realmente tenho que falar. Palmas para o “elenco”, a começar pelo Guilherme Briggs (Ou para quem não conhece o Gronk de “A Nova escola do Imperador” ou o “Optimus Prime” ou então a voz do Superman animado, enfim...) que evidentemente se tornou “a voz” oficial do Jim no Brasil. Eu sou muito fã da dublagem brasileira, não escondo isso de ninguém, mas confesso que ele foi tão perfeito nesse filme que só descobri que era ele, passado quase uma hora de filme, que é quando, aparece, mais ou menos, o Ebenezer jovem. Ele modificou tanto a voz para fazê-lo velho que até eu, que reconheço as vozes dos dubladores até quando eles estão falando em inglês, senti dificuldade para acreditar que era ele.

Enfim, o filme já está na lista dos DVDs que eu terei, obviamente! E é um bom filme. E não é porque é Disney, e nem porque é a nova adaptação de “Um conto de Natal” do Dickens, mas é porque a lição que essa história vem passando de geração a geração é tão linda que deveria se tornar obrigatória na época natalina para que as pessoas não se esqueçam do que realmente é importante para a vida!

É isso! Boa semana a todos!

Beijos mais que quentes.

Postado por vanessa.sc às 18:02:48
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Por que, aparentemente, você começa a ler um livro? Quero dizer, que tipo de parâmetro você pega um livro da prateleira de uma livraria, e o compra? Pega a revista que começa com V e lê a lista de mais vendidos? Sem esquecer que nessa lista, eles levam em consideração a venda das duas maiores livrarias do país? E numa delas, eu sou colaboradora?

Enfim, o que eu estou querendo dizer, é, por que você, afinal de contas, começa a ler um livro? Estou fazendo essa pergunta, por um simples motivo... Acabei de ler uma das trilogias mais fantásticas que eu já me peguei lendo! Claro, eu vou do policial à aventura num piscar de olhos, mas vejam... Sempre uma boa história me chama a atenção. Acho que a única exceção foi quando eu entrei em uma livraria e acabei descobrindo o mundo de conspiração do Dan... Quero dizer, ele realmente fez um bocado de gente pensar em suas obras... Pensaram tanto que Hollywood logo viu as cifras em torno das suas histórias. Mas eu fico me perguntando o seguinte... Quando uma história é uma PUTA história e que se passa longe dos “holofotes” americanos? Será que Hollywood também tem interesse nisso?

A Trilogia Millennium desde sempre, me chamou a atenção por vários motivos. Eu dificilmente leio romances policiais (Bem, é assim que ela está cadastrada), mas o título do primeiro volume me chamou a atenção. Intitulado “Os homens que não amavam as mulheres”, Stieg Larsson, simplesmente apresenta a Suécia, sua forma de governo, seu sistema jurídico, enfim... A Suécia. E não os Estados Unidos, mas um país, pequeno até, importante da Europa.

No primeiro, foi apenas uma apresentação, por assim dizer, dos personagens principais e como começou a relação de cumplicidade amigável entre eles. Claro, houve sim, em algum momento, algo para classificá-lo como policial, mas levando em consideração a sedução da história, bem como do personagem principal, Mikael, e claro, nos apresentou uma pessoa completamente anti-social, mas que desde sempre você simpatiza com ela, a Lisbeth, ou simplesmente Sally. Ela simplesmente faz você querer ser ela. E ao contrário do que as pessoas imaginam, a minha Sally era até bem bonita, apesar de ser pequenina. Além, é claro, de você simplesmente se encantar com a forma como ela detém os conhecimentos cibernéticos.

Enfim, por pura curiosidade, acabei me deparando com algo simplesmente surpreendente. Eu sempre falei, e nunca escondi isso de ninguém, que sou apaixonada pela literatura inglesa (Britânica para ser mais exata), mas o Larsson quebrou essa minha rotina (Não que eu não leia outros “países”).

Posso dizer que a ação realmente começa a acontecer no segundo volume, quando conhecemos a história por trás de Sally, e porque, afinal de contas, ela age da forma que age. É quando conhecemos também que, ser Hacker, parece não ser assim tão ruim. Mas também, à medida que vamos entrando mais fundo na história, achamos que ela simplesmente não terá mais saída. Mas, mesmo sendo anti-social ela se mostrou ser mais social que parecia. O que falta nela é apenas confiança nas pessoas, já que aquelas que ela confiou, sempre a traíam em determinado momento. Enfim, no segundo volume, conhecemos outros personagens e passamos mesmo a ter alguma raiva do chamado “sistema” – Nesse ponto, qualquer semelhança com o tupiniquim é mera coincidência – e passamos a torcer fervorosamente por ela (Sem contar em ter certa simpatia para um futuro relacionamento). Mikael se mostra mais fiel do que aparentava e todos se convencem de que, Lisbeth Sallander é a heroína atípica das histórias.

O problema é a forma como o Larsson escreve, ele sempre faz com que queiramos saber mais, e mais, e sempre termina seus livros de maneira até meio abrupta (O que me deixa bastante frustrada e com raiva), e nos faz divagar sobre como as coisas acontecerão. Somente em um determinado ponto da trilogia ele foi completamente previsível, bem, quero dizer, eu pelo menos saquei desde logo o que estava se passando – ler vários livros e ver vários filmes assim nos faz ter um pouquinho de desconfiança em algumas coisas, e não, nem sempre o mordomo é o culpado.

O terceiro volume, chegou para simplesmente fechar os pontos em aberto de “A menina que brincava com fogo”. “A rainha do castelo de ar” mostrou a forma como as coisas aconteceram depois de determinado acontecimento, e como o Larsson nos deixou com o coração na mão temendo pelo futuro da Sally. Eu, pelo menos, quase tive um filho quando notei que “A Menina...” havia acabado e “A rainha...” ainda não havia sido lançado (o ruim dessas trilogias é isso...).

Vocês estão notando que eu mal estou falando do contexto em si da história. É porque, eu simplesmente estava com a péssima mania de estragar detalhes importantes contando para vocês o que acontecia na história. Algumas pessoas simplesmente não querem saber o que acontece, não querem saber, nem se em determinado momento da história alguém briga com outra pessoa porque um prego caiu no chão! A única coisa que simplesmente passou despercebido para o Larsson, foi que, nos dois primeiros volumes, sempre havia uma explicação para os títulos, nesse terceiro volume, eu sinceramente, fiquei sem saber por que o livro se chamava “A rainha do castelo de ar” (O que não deixa de ser um título bastante original).

O ruim agora, vai ser encontrar um livro, ou uma trilogia, ou seja lá quantos livros tenham, tão envolvente quanto essa!

Beijos mais que quentes. (Ah e falando nisso, ingresso comprado para Lua Nova).

Postado por vanessa.sc às 18:02:22
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Humor Atual

Meu Perfil

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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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