..::#Piada Interna#::..

Postado por Lobinha às 15:33:53
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..::Quando entrar Setembro::..

 

 

Esse vídeo fala de Setembro... Primavera... Não preciso falar que é a forma de sarcasmo mais explícita que eu posso postar por aqui né? Vivendo em uma cidade que chega próximo dos 50 graus (Sem exagero caso alguém não acredite em mim) A ideia de primavera, clima ameno etc é meio IMPOSSÍVEL! Enfim... Odeio Setembro! Mês mais quente do ano! Simples assim!... Ao menos aproveitem a música! Vale a pena! Enjoy.

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 14:58:26
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..::Wake::..

(...)

Janie fica vermelha de vergonha.

- Alguns de seus sonhos são ótimos.

- Ah, é?

Cabel inclina-se para frente e põe a mão no queixo dela. Pega-a de surpresa. Puxa-a em sua direção e passa a ponta do polegar na maçã do rosto dela. E então, encontra seus lábios nos dela.

Janie sucumbe ao beijo. Ela fecha os olhos e desliza a mão pelo ombro dele. Eles exploram o beijo por um tempinho, com doçura. Cabel enterra os dedos no cabelo dela e puxa-a mais para perto dele. Mas antes de ficar mais intenso, Janie afasta-se. Ela sente como se seus membros fossem feitos de borracha.

(...)

Trecho do livro “Wake”. Primeiro beijo de Cabel e Janie (Simplesmente lindo)!

Isso é que é a descrição de um beijo perfeito! Quer dizer, só faltou a parte em que ele olha dentro dos olhos dela, deixando-a completamente sem jeito fazendo-a morder os lábios (Que a personagem faz isso também)

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 15:17:45
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..::Quem é Jane Austen?::..

Então, agora mais do que nunca eu posso falar que tem coisas que só acontecem comigo!

Ontem, aconteceu uma coisa que ao invés de me fazer dar uma boa gargalhada (que provavelmente seria o que iria acontecer em outras circunstâncias) me fez ficar completamente sem reação.

Eu escutei a pergunta “Quem é Jane Austen?”! Eu juro que até agora estou atônita sobre isso. E olha que não foi nenhuma menina de 13 anos. Foi uma mulher! Quer dizer, você pode até não conhecer TODOS os livros dela, mas não saber QUEM ela é? Eu realmente me assustei.

O que me fez parar para pensar... Onde vamos parar? O brasileiro é um povo que não lê, isso é fato! O amazonense, menos ainda. Mas eu realmente achava que isso estava mudando, mas eu já vi que não. E o pior que esta semana, foi a semana das pérolas. A primeira foi escutar que JK Rowling escreveu “Senhor dos Anéis” ou que não sabe quem escreveu “Os Miseráveis” (Eu suspeito que provavelmente existam algumas pessoas que não sabem que existe tal livro). O pior é a justificativa: “eu nunca fui bom em literatura”. Deus... Como se na matéria “literatura” estudássemos isso... Enfim!

Tá, tudo bem que cada pessoa tem seu grau de conhecimento, mas... Isso é insano! Simples assim! (Eu estou colocando jargões no texto propositalmente). Estamos falando de um mínimo de cultura.

O pior é que, quando uma coisa assim acontece, eu começo a pensar que a errada sou eu. Sim, por que... É inacreditável. Eu fico até com medo de falar que conheço livros, literatura, pras pessoas não acharem que eu sou metida ou algo assim. Estou começando a achar que tanto conhecimento não adianta de nada! E o que eu sei é passado como “coisas fúteis”. Confesso que não gosto e nem quero mais conversar sobre “direito”, tanto que tenho evitado falar sobre essa minha primeira faculdade (E olha que advogado deveria ser uma pessoa com um conhecimento de MUNDO enorme, e não somente coisas técnicas).

Eu até ando me questionando sobre isso e mais algumas coisas. Inteligência é mesmo uma característica essencial? Sim, por que... “Ah, você é inteligente!” e o olhar que me passam é que parece que eu sou de outro planeta ou coisa assim (Até ando começando a achar que isso realmente seja verdade... Sem todo o lance de efeito de sol amarelo ou coisa assim).

Isso é estranho. Você conversa com pessoas que não entendem metade do que você fala. Acham que você está sendo sarcástica ou coisa parecida. E isso quando entendem e acham que você está sendo sarcástica. E as pessoas não entendem porque eu me sinto tão sozinha. Acho que eu que tenho curiosidade demais e quero saber como as coisas funcionam, sério, não quero ser uma alienada no mundo! E eu tenho medo de isso acontecer. Fico com medo quando vejo que não sei alguma coisa (Fora matemática, claro. Isso pra mim ainda é uma incógnita). Deveria ter maneirado mais, porque, o que adianta estudar tanto, conhecer tantas coisas, tantos assuntos, se eu sempre me senti sozinha? Se as pessoas mais próximas a mim... Well... Deixa pra lá! Eu já deveria estar acostumada.

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 08:04:24
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..::Completa::..

Estava tarde e eu estava acordada há tempo suficiente para saber que eu não iria dormir tão cedo. A briga havia me deixado elétrica. Detestava brigar com ele, mas às vezes ele me tirava do sério. A mania de achar que está tudo bem, era legal até certo ponto. Por que homem tem dessas coisas? Pior, todas as vezes que isso acontecia, eu ficava me sentindo culpada, como se eu fosse alguma lunática ou coisa do tipo, no melhor estilo “Vera Fisher” em seus piores dias.

Mas a verdade é que, todas as vezes que isso acontecia, eu me sentia um lixo. Não por brigar em si, mas sim por estar brigando com ele! Detestava brigar com ele. Nossas brigas deveriam ser para saber quem é o melhor ator de todos os tempos, e não por coisas sem sentido! Mas é assim com duas pessoas teimosas... Ele era mais, concordo! E todas as vezes que isso acontecia, eu ficava andando em círculos pelo meu quarto.

O tempo de ficar assistindo a programação da TV até o final, já passou, estamos em tempos tecnológicos, tempos de TV a Cabo que as programações adentram a madrugada. Mas mesmo assim, chega uma hora que cansa ficar olhando para o aparelho à nossa frente. Tempos de internet e coisas afins. Mas nem mesmo internet, blog, twitter estavam me chamando atenção.

Olhei para o relógio... Duas da manhã. Fiquei pensando o que ele estaria fazendo, se estava acordado, trabalhando, dormindo, de folga... Fazia dois dias que não falava com ele. E a saudade estava me consumindo. Era estranho não escutar sua voz, não sentir sua respiração, não ter seus beijos.

Resolvi sai de casa um pouco. Sim, às duas da manhã, a cidade é tranquila, quieta, sem carros. Dá para andar a 20 km por hora na faixa da esquerda e não ter ninguém para lhe apressar ou falar que você está dirigindo do lado contrário. Lembro que era uma sexta, a cidade deveria estar tendo alguma coisa. Afinal, final de semana chegando.

Final de semana. Havíamos combinado alguma coisa. Nada especial, apenas passarmos o final de semana juntos. Estava previsto chuva, e ele sabia o quanto eu gosto de ficar em casa com um tempo de chuva... Agora, sabe-se lá por onde ele estava. Provavelmente estaria atolado de trabalho nem estaria lembrando que sequer tivemos um desentendimento! Quanto mais que estávamos há dois dias sem nos falar.

Estava andando sem rumo, escutando “Look After You” – The Fray. Essa música sempre mexeu comigo. Sempre. Fala de um casal que ele faz tudo para que ela fique ao seu lado. Como quem diz “Não importa! Nada importa, é com você que eu quero ficar. É com você que eu vou ficar.” – Estranho como essa música mexe comigo.

Deus, como a saudade estava me corroendo. Quanto mais eu escutava a música, que estava “inocentemente” em meu CD player do carro, mais eu sentia a falta dele na minha vida! Não consegui evitar as lágrimas que eu estava segurando desde a nossa briga. Quando estava longe dele, parte de mim faltava. Eu me sentia incompleta, sem rumo.

Passei por frente do trabalho. Tudo escuro, obviamente. Minha esperança era que alguma alma perdida estivesse na redação da revista revendo algum ponto a ser discutido no dia seguinte. Tudo escuro. Estacionei. Meu instinto havia me guiado até lá, resolvi parar um pouco para poder ver se tudo estava bem. Era o turno do Paulo e ele me deixou passar sem problemas, mesmo tendo esquecido meu crachá. Eu vivia esquecendo o crachá. Paulo ria!

Subi e fui direto para a minha mesa. Minha bagunça organizada era motivo de desespero do chefe, mas eu sempre me achava nela. Sempre me sentia em casa nela. Liguei o computador e fiquei olhando uma página em branco. Tentei escrever alguma matéria fria para poder usar algum dia. Nada me vinha à cabeça. A não ser a bela imagem do sorriso dele vindo em minha direção. O que não era imagem nenhuma, ele estava vendo em minha direção, sorrindo.

Trabalhando até tarde?”

“Não, apenas adiantando algumas coisas para amanhã.”

“Passei na sua casa, não havia ninguém. Deduzi que você estaria aqui.”

“Como soube?”

“Você gosta de ficar olhando para uma tela de Word em branco quando esta chateada ou contrariada.” – Ele estava sorrindo!

Achei que estivesse dormindo numa hora dessas, ou então trabalhando em alguma coisa importante.”

“Sim e não.”

“Como assim.”

“Eu estava tentando dormir, mas não estava conseguindo. Você não me saia da cabeça. Nossa briga não me saia da cabeça. Eu odeio brigar com você.” – Ele falou ainda sorrindo, mas agora fazendo carinho em meu rosto. “Detesto brigar com você.” – Ele falou baixo e se aproximando.

Ficamos nos beijando por um bom tempo. Naquela hora, tudo sumiu! Tudo parou! E eu estava completa novamente.

Beijos Uivantes!

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 13:09:25
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..::Music of the night - Letra::..

The Music Of The Night – Música da Noite.

Nighttime sharpens, heightens each sensation Darkness stirs and wakes imagination silently the senses abandon their defenses.

A noite aguça e acentua as sensações A escuridão agita e desperta a imaginação Silenciosamente os sentidos abandonam as defesas

Slowly, gently, night unfurls its splendor Grasp it, sense it, tremulous and tender Turn your face away from the garish light of day Turn your face away from cold, unfeeling light And listen to the music of the night

Suave e gentilmente a noite estende seu esplendor Pegue, sinta trêmula e suave Transforme o seu rosto longe da luz do dia berrante Transforme o seu rosto longe do frio, insensível à luz E ouvir a música da noite.

Close your eyes and surrender to your darkest dreams Leave all thoughts of the world you knew before Close your eyes, let your spirit start to soar And you'll live as you've never lived before

Feche os olhos e você entrega aos seus sonhos mais obscuros Deixe todos os pensamentos do mundo que você conhecia antes Feche seus olhos, deixe o seu espírito começa a subir E você vai viver como você nunca viveu antes.

Softly, deftly, music shall caress you Hear it, feel it, secretly possess you Open up your mind, let your fantasies unwind In this darkness which you know you cannot fight The darkness of the music of the night

Suave e primorosamente a música vai acariciá-la Ouça-a. sinta-a possuí-la secretamente Abra sua mente liberte suas fantasias Nesta Escuridão que você sabe que não pode combater A escuridão da música da noite.

Let your mind start a journey through a strange, new world Leave all thoughts of the world you knew before Let your soul take you where you long to go Only then can you belong to me

Deixe a sua mente iniciar uma viagem através de um estranho, mundo novo Deixe todos os pensamentos do mundo que você conhecia antes Deixa a tua alma levá-lo onde você longo a percorrer Só então você pertence a mim.

Floating, falling, sweet intoxication Touch me, trust me, savour each sensation Let the dream begin, let your darker side give in To the harmony which dreams alone can write The power of the music of the night

Flutuando, caindo, doce intoxicação Toque em mim, confie em mim, saboreie cada sensação Deixe o sonho começar, deixe o seu lado mais sombrio dar em Para a harmonia que sonha sozinho pode escrever O poder da música da noite.

You alone can make my song take flight Help me make the music of the night

Somente você pode fazer que a minha canção alçe vôo Ajude-me a fazer a música da noite.

 

Música do musical “O Fantasma da Ópera” completa. O rapaz do video é brasileiro e gravou a música original! Linda, como vocês podem conferir!

Beijos Uivantes

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 14:03:18
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..::Music of the night - Video::..

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 14:00:54
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..::Enquanto Dure?::..

Que não seja eterno, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure!”

Quem NUNCA falou essa frase jogue a primeira pedra. Eu mesma na minha vã inocência adolescente, viva repetindo essa frase quando achava que estava apaixonada.

Por que eu comecei meu post com essa frase? Não, não é porque eu esteja apaixonada e vá falar sobre isso (mesmo eu estando completamente, incondicionalmente e totalmente apaixonada). Mas é porque completou 30 anos de sua partida este ano. E, mesmo que eu vá acabar com os sonhos apaixonados de muitas pessoas, eu vou falar da sua mais repetida frase.

Essa frase é o clichê preferido dos “tolos apaixonados” (Redundância, eu sei, pois, se você está apaixonado, você tem que se preparar para fazer coisas tolas mesmo, como sorrir no momento errado ou morder o lábio quando fica sem jeito), mas eu não concordo com ela. Sinto muito Vinícius, você não é unanimidade (Dê graças a Deus por isso).

Essa frase é o reflexo de alguém instável e que tinha medo de se relacionar tão profundamente que mudava de mulher como quem muda de roupa. Calma, eu não estou criticando o modo de vida dele, eu mesma, se estivesse em seu campo de visão e tivesse tido a oportunidade de conviver com ele, provavelmente teria caído em seus encantos. Ele era boêmio e era isso que era apaixonante nele.

Mas gente, falar “que seja infinito enquanto dure”? É a mesma coisa que chegar para a pessoa amada e falar: “olha vamos aproveitar gatinho (a) porque amanhã, eu não sei se vou estar tão afim assim de você” (traduzindo para os dias de hoje, claro)... Bem, eu não sei vocês, mas eu, quando começo um relacionamento, ou quando me apaixono não penso no “enquanto dure”! O “enquanto dure” se você começar pensando nisso, é melhor nem começar.

É intrínseco do sentimento você se perder nos sonhos mais loucos! É permitido, aos que se apaixonam parecer tolo ao pensar em como será sua vida anciã ao lado da pessoa amada, NESSE momento da sua vida você pode! Então, pra que perder isso pensando no “enquanto dure”? É tão mais gostoso você se imaginar ao lado daquela pessoa que está ai, neste exato momento ao seu lado ou dentro do seu coração quando vocês não pensarem mais com todas as suas faculdades mentais.

Não é porque vai haver alguém para segurar a sua barra quando você estiver entrado na casa dos “enta”. É porque você terá uma história com ela! Ela será a pessoa que independente de qualquer coisa estará com você, e você não estará sozinha (o). O “enquanto dure” pode ser lindo vindo da bela voz do Vinícius, Tom Jobim ou quem quer que tenha declamado este poema, mas passa a ideia de solidão.

E eu tenho certeza que, você, que está lendo este post, com a pessoa amada do lado ou dentro do seu coração, o que menos quer é solidão, é ficar sozinha! Não, você quer estar com ela sempre que você puder. Se você tiver um único momento é com ela que você vai estar ou pensar. É com essa pessoa, desse seu pensamento agora, que você quer estar quando estiver ancião. E não pensar no “enquanto dure” – isso funciona bem para os boêmios, e não para pessoas normais, como eu e você, que TEM sim, medo de ficar sozinho no final da vida!

Beijos Uivantes.

Ass: Lobinha.

Postado por Lobinha às 22:09:23
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..::Os lobos de Mercy Falls::..

PROLÓGO

• GRACE •

Essa é a história de um garoto que costumava ser um lobo e uma garota que está se tornando um.

Alguns meses atrás, era Sam quem era a criatura mítica. Ele tinha a doença que nós não conseguiamos curar. O adeus dele foi o que mais significou. Ele tinha o corpo que era misterioso, muito estranho, maravilhoso e aterrorizante para compreender.

Mas agora era primavera. Com o calor, os lobos restantes logo sairiam de suas peles de lobo e voltariam a seus corpos humanos. Sam permanecia Sam, e Cole permanecia Coe, e era apenas eu que não permanecia firme em minha própria pele.

Ano passado, isso era o que eu queria. Eu tinha muitos motivos para desejar ser parte da matilha que vivia na floresta atrás da minha casa. Mas agora, ao invés deu observar os lobos, esperando por um deles se aproximar são eles que me observam, esperando para que eu vá até eles.

Seus olhos, olhos humanos no crânio de lobos, me lembram água: a cristalina água azul refletindo o céu primaveril, o marrom de um riacho agitado pela chuva, o verde de um lago no verão, quando as algas começam a nascer, o cinza de um rio cheio de neve. Costumava ser apenas os olhos amarelos de Sam que me observavam dentre os galhos encharcados de água, mas agora, eu sinto o peso do olhar de todo o bando. O peso de coisas desconhecidas, coisas não ditas.

Os lobos na floresta são estranhos agora que eu sei o segredo do bando. Lindos, sedutores – mas mesmo assim estranhos. Um desconhecido passado humano se esconde atrás de cada par de olhos; Sam é o único que eu realmente conhecerei, e eu o tenho ao meu lado agora. Eu quero isso, minha mão na mão de Sam e sua bochecha descansando contra meu pescoço.

Mas meu corpo me traí. Agora eu sou o desconhecido, o irreconhecível.

Essa é uma história de amor. Eu nunca soube que havia tantas formas de amor ou que o amor podia fazer as pessoas fazerem tantas coisas diferentes.

Eu nunca soube que havia tantas formas de dizer adeus.

(Essa é a primeira parte da tradução de Linger – Segundo livro da trilogia “Os Lobos de Mercy Falls", já sei, preciso me preparar para chorar)

Beijos Uivantes.

Ass: lobinha.

Postado por Lobinha às 12:41:52
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..::We must remember this::..

Vou começar o TOP 10 de filmes... Em plena Sexta feira 13 falar de filmes sem ser de terror é no mínimo sinistro. Mas vamos a ele. Vou falar de 10 filmes de cada vez, sem ordem nenhuma a não ser a minha memória!

Considerado o melhor filme de todos os tempos. O que tem melhor roteiro, melhor fotografia, melhor atuação, melhor figurino, melhor elenco, eu vou, claro começar com Casablanca.

Bem, filme de 1942 (Atentem para a data). Em preto e branco. Os mais novos vão falar que provavelmente o filme não presta. Isso porque eles ainda não assistiram. Filme com roteiro brilhante baseado em uma peça de teatro foi dirigido por Michael Curtiz.

Técnicas a parte, o filme conta uma história de amor, apesar de se passar em plena segunda guerra mundial. Ele conta a historia de amor entre o amargurado Rick (Interpretado por um Humphrey Bogart maravilhoso) e da Ilsa Laslo (Com a belíssima Ingrid Bergman – Sério até hoje a beleza dessa mulher me assusta).

A história é a seguinte: Eles se conhecem em Paris, antes da ocupação dos alemães. Ela pensando que seu marido Victor Laslo estava morto começa um tórrido romance com este galante homem americano que parecia perdido em um mundo em guerra. Ele estava fugindo dos Estados Unidos por algum motivo não revelado e ela estava apenas de passagem por Paris. Ambos resolvem fugir quando esta é ocupada. No dia da fuga, porém, Ilsa não aparece, deixando Rick completamente desiludido.

Ele vai para o Marrocos. Aparentemente o último lugar da terra para eles se encontrarem. Mas, eis que o destino faz uma pequena brincadeira com nosso herói (anti, na verdade). No Marrocos, Rick é um bem sucedido dono de um bar. O bar vive frequentado por todo tipo de gente. O que muitas pessoas que vão por lá não sabem, é que por baixo de toda arrogância e indiferença que Rick passa, ele é um coração mole, ele ajuda quem mais precisa, apesar de ele viver comprando o Salvo – Conduto daquelas pessoas que ele vê que podem.

Então Ilsa, chega com seu “amado” marido Victor, atrás de ajuda para ambos fugirem para os Estados Unidos. Rick se encontra numa situação delicada, pois, ao mesmo tempo em que Ilsa lhe pede ajuda, os alemães estão na cola de Laslo, pois o mesmo é o líder da resistência francesa. Ajudá-los pode significar a ruína de Rick e seu respeitado bar.

Aos que ainda não viram não se enganem, não é um filme de ação e sim um romance. O filme todo é centrado nos sentimentos do Rick e da Ilsa, e claro, na decisão que ele terá que tomar. À princípio e levado por um grande sentimento de despeito, Rick pensa em não ajuda-los, mas ao ver que, Ilsa o ama de verdade, ele resolve que irá ajudar seu grande amor.

O filme todo é recheado de cenas clássicas, mas nenhuma se iguala ao final com o avião prestes a decolar ele falando “We Always Have Paris, Kid” (E eu nem preciso falar que o “Kid” faz o coração desta que vos escreve pular). Só que, levando em consideração que Paris não faz muito a minha cabeça, a MINHA frase seria em outra localidade da Europa rs.

Beijos Uivantes.

Ass: Lobinha!

Postado por Lobinha às 16:09:23
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..::Estreias de hoje::..

Então, sexta feira, dia de estreias por aqui por Manaus. E pelo menos estamos com mais opções que “Eclipse” que já vai para seu segundo ou terceiro mês em exibição, não estou bem certa, “Meu Malvado favorito”, “Shrek” dentre outros.

O primeiro e o mais falado, obviamente, pela constelação de “estrelas” que está nele, é o filme do Sylvester Stallone, “Os mercenários”. Eu coloquei estrelas entre aspas porque, tirando um ou outro “mercenário” o resto ou participou do filme por ser muito amigo do Stallone (como foi o caso do governador da Califórnia e do Bruce Willis) ou porque precisava de um filme polêmico para poder ver se ainda tem chance em Hollywood. Conforme for, o filme é uma ‘homenagem’ àqueles filmes de pancadaria dos anos 80 que o próprio Stallone participava assim como muitos outros mercenários. Ah o um ou outro mercenário entenda-se como Jet Lee (que mesmo meio afastado ainda tem um nome de peso) e o Jason Statham (O careca da franquia Carga Explosiva e do filme Adrenalina).

O segundo é um desenho japonês. “Ponyo – Uma amizade que veio do mar” é do já consagrado Hayao Miyazaki (O mesmo de A viagem de Chihiro e o Castelo Animado) conta a história de uma peixinha dourada, que depois de se aventurar pelo mundo dos humanos e se apaixonar por um garotinho, resolve usar de uma mágica muito poderosa do pai para se transformar em humana e assim ficar perto dele. Mais uma vez, Hayao nos apresenta seres e lendas japonesas com a maestria que fez isso em todas as suas animações. Com delicadeza ele conta uma história infantil sim, mas que mostra o significado de uma amizade forte e de um amor verdadeiro. Bem diferente da pancadaria que as crianças estão acostumadas nos dias de hoje e isso tudo SEM computação gráfica. Por isso que os desenhos dele têm meu total respeito.

E por fim, “Aprendiz de feiticeiro”. A Disney vem errando feio em seus filmes. Tirando a franquia “Piratas do Caribe”, ela não tem tido muito sucesso com as suas outras produções. Bem, talvez tenha tido relativo sucesso com “A Lenda do Tesouro Perdido” nem com Nárnia a coisa tem funcionado direito (E olha que Nárnia é um filme muito bom). O filme traz Nicolas Cage como um feiticeiro que precisa encontrar um aprendiz para ajuda-lo a derrotar seu arqui-inimigo. A produção é do Jerry Bruckheimer (O mesmo de Piratas do Caribe e Lenda do Tesouro Perdido). Tomara que dessa vez tanto a Disney quanto o Nicolas acertem a dose.

Beijos Uivantes!

Lobinha.

Postado por Nessasc às 10:05:49
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..:: Apenas divagações ::..

Então, depois de algumas informações estranhas do mundo cultural (Entenda-se musical do Homem aranha na Broadway) vou falar de uma coisa que há algum tempo está me incomodando.

Se você for fã(nático/a) por Crepúsculo não continue, você VAI sentir raiva!

Muitas pessoas sabem, que quando eu gosto de uma coisa, eu pesquiso a exaustão qualquer informação sobre. Sim, eu faço isso. Procuro até mesmo em inglês, informações sobre alguma coisa que me interessa (E olha que meu inglês de colégio é fraco).

Foi assim com várias coisas ao longo dos anos. Lembro em 92, quando o Brasil foi campeão olímpico de vôlei, eu buscava em qualquer lugar informações sobre o Tande (Que eu era apaixonada, literalmente falando) e o Maurício (Todo mundo tem seu momento de surto na vida, se vocês ainda não tiveram, acreditem, terão).

Então, em 2008 eu me deparo com um livro, esquecido na prateleira da livraria, com a capa preta e uma mão segurando uma maçã. Começava ai um fenômeno sem precedentes na história. Já havia Harry Potter, ele já era um fenômeno e coisa e tal. Já havia Anne Rice e Lestat e companhia ainda rondava a mente de muita gente. Já havia Bram Stroker e seu Drácula foi motivo de suspiro desta que vos escreve. Mas nada comparado ao que aconteceu.

Eis que surge a família Cullen. A ideia de ter vampiros que não se alimentavam de sangue humano, a princípio, me pareceu brilhante. Já que até aquele momento haviam retratado os vampiros como seres sem emoções humanas (Claro, aqueles que não conhecem o Angel falam isso ¬¬) não seria má ideia fazer vampiros intensos e apaixonados. E ele é bem escrito, o livro tem uma mágica que faz você querer ir sempre além.

Então, a Summit compra os direitos do livro para transformá-lo em película... “Pronto Fudeu”! Começou a loucura, a histeria, a idiotice. Nunca se falou tanto de vampiros, lobisomens e coisas afins como agora. Nunca foi tão chato se falar disso. Tá o livro é legal (os filmes uma bosta, apesar de eu concordar que o primeiro ainda é o mais fiel a ideia do livro), o pior, são as pessoas acharem que ANTES da saga nunca haviam se falado disso, estão levando os vampiros da Steph como verdades absolutas. Não, não é isso, os vampiros da Steph são a visão dela do mundo das sombras, os vampiros da Steph são quase normais (não fosse o fato de brilharem no sol – que funciona para as meninas, claro – e tomarem sangue, mesmo de animais, para viver), quase humanos.

Só que eu estou sentindo falta daquilo que o vampiro representa... O desejo. Onde está o desejo que ronda o universo dos vampiros. Aqueles homens (na maioria) sedutores, cavalheiros, e até mesmo românticos, chegando para seduzir sua vítima, fazê-la morrer de desejo, tomá-la em seus braços, leva-la para a sua cama, fazê-la ter espasmos de desejo e somente ai, sugar sua energia vital através do seu sangue, trazendo-a a seu mundo como sua escrava (entenda a forma que você quiser) para a eternidade. Drácula era assim. A forma como ele seduziu a Mina... Deus, ainda está por acontecer sedução mais excitante que aquela. Através da sutileza e de usar as palavras certas, no momento certo, ele conseguiu não somente conquistar a sua eterna amada, como também leva-la para seu mundo para poder salvá-lo!

A fórmula da Steph até funciona, eles são inumanamente atraentes, mas para por ai. Sim, o Edward é o sonho de muitas meninas (E eu não estou falando de maneira pejorativa), mas a Steph podia ter ousado mais, podia ter brincado mais com a fantasia que os vampiros transmitem.

Um exemplo? Para quem viu Buffy ou a série Angel sabe do que eu estou falando. O Angel era extremamente sexual, tudo nele levava para isso, mas ele tinha emoções humanas, ele queria um coração batendo. E a Buffy representava isso, Ela representava o desejo que ele tinha pela vida, e ainda assim conseguia ser completamente sedutor da forma sexualmente correta. Isso sem ter paranoias ou medos. Depois disso, além do Angel apareceu o Spike, tão sexual quanto o Angel, mas mais rebelde. O que me faz lembrar sempre da Gean falando pro Logan que garotas boas brincam com o perigo, mas não o levam pra casa. No caso da Buffy, não foi somente para casa que ela levou o perigo. Foi pro quarto. E parecia tão natural. Porque eles são assim. Tirar isso dos vampiros é até heresia.

Eu entendo porque muitas pessoas que gostam da Anne Rice ou do Bram Stroker são contra os vampiros da Steph. Acho que eles não se incomodam tanto com o fato de eles não tomarem sangue humano, mas sim com o fato de serem resistentes ao sol e não ter o desejo sexual neles. E eu posso falar isso, pois li os livros, gostei sim da história. Mas confesso, elas só funcionam na primeira impressão.

De todos os personagens que manteve um pouco do original foram os lobos. E ainda assim faltava alguma coisa um tanto assustadora. Eu confesso que gostei de eles terem mantido a sua racionalidade, gostei mesmo. Eu sempre fui apaixonada por lobos, desde a primeira vez que eu assisti ao filme “Feitiço de Áquila”, o lobo que o Rutger Hauer interpretou? Meu Deus me fez ficar apaixonada por lobos... E olha que o filme é de 1985, haja tempo (Sim o Ettiénne Navarre ainda me faz delirar) e ver que eles mantiveram a sua racionalidade me deixou bem feliz. Sempre quis saber como era essa visão. Independente de qualquer coisa!

Não estou contestando a visão da Steph em si, o que eu já estou cansada é de tanto “bafafá”, radicalismo e idiotice em cima dessa história. É uma história, Deus do céu e cada um tem o direito de gostar ou não (E se não gostar, tem o direito de falar o que quiser). O que eu acho ridículo, de todas as formas, são essas pessoas que levam isso ao extremo radicalismo. De qualquer lado, tanto os que defendem quanto os que ofendem. Tanto um grupo quanto o outro NÃO tem fundamentos suficientes para defender civilizadamente a sua visão e partem para a agressão verbal (de qualquer forma, da mais sutil a mais radical), para mim eles não passam de pessoas xiitas do Brasil, simples assim e elas não merecem meu respeito... Nenhum.

Ser apaixonada, gostar, amar, sonhar, é uma coisa. Ser fanático, gritar, espernear, brigar, falar mal é outra coisa totalmente diferente, e a isso é bom dar um basta.

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 12:20:05
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..:: Mundo imaginário do Dr. Parnassus::..

Sem saber o que pensar? Vamos falar sobre aquilo que eu mais gosto.

O filme em questão é um filme que eu assisti na vinda de São Paulo para Manaus (Depois de descobrir que eu esqueci os presentes dentro da geladeira do hotel, enfim).

Muito se falou deste filme em 2008. O nome? “O Mundo imaginário do Dr. Parnassus”, ou simplesmente, o último filme do Heath Ledger. Terry Gilliam conduziu com responsabilidade todo o peso que o filme alcançou depois do evento. Afinal de contas, o mundo se virou para esse filme após a morte do rapaz. Eles já haviam trabalhados juntos em “Os irmãos Grimm” (fraco, levando em consideração as atuações do Heath e do Matt Damon), então nada mais justo que chama-lo para fazer o Tony, personagem misterioso que chega a um circo (¿) mambembe e ajuda o seu proprietário a sair da miséria.

Bem, vamos à história. Há muito tempo, o Parnassus fez um acordo com o diabo (diabo mesmo) para viver para sempre. E ele estava conseguindo. Só que para isso, ele precisou oferecer a alma da sua filha em troca. Inicialmente tentado, Parnassus aceita a oferta. Então, quando a menina completasse 16 anos, ela seria do diabo.

Quando faltavam dias para completar 16 anos, porém, Parnassus estava desesperado querendo salvar sua alma. Nisso surge Tony, um rapaz misterioso que se juntou ao grupo sem saber quem ele era ou de onde vinha. A filha se encanta com o mistério que envolve o rapaz e tenta de tudo para ficar junto a ele.

Dr. Parnassus tem um espelho mágico, onde nele os sonhos das pessoas parece se tornar reais. Esse espelho é na verdade um portal onde o diabo consegue suas vítimas (após um segundo acordo com Parnassus). É dentro dele que a ação do filme acontece.

Terry Gilliam usou o espelho como desculpa para fazer com que o personagem Tony pudesse ser interpretado por atores diferentes. Às pressas apareceram: Johnny Deep (encantador com um paletó branco); Jude Law (Onde a única coisa que ficou parecida com ele foi sua voz); e Collin Farrel (Com todo seu ar despretensioso). Os três deram vida ao personagem que a principio seria todo interpretado por Heath. Tanto que Tony é o único que muda de forma dentro do mundo mágico do Parnassus. É no meio desses devaneios que as mais belas imagens são projetadas

A direção de arte, juntamente com o figurino e a fotografia são de tirar o fôlego juntando com um roteiro completamente original de uma história que parece que é uma coisa, mas na verdade, a real história acontece nas entrelinhas.

Não se enganem, o filme tem um ritmo próprio e é daquele tipo de filme que você sai se sentindo completamente estranho, achando que precisa ver novamente para poder ver se entendeu mesmo o que aconteceu. Talvez você até tenha mesmo que assistir novamente.

Para alguns, o filme vai parecer monótono e chato, mas para outros o filme será um dos melhores filmes do ano. Enfim, ao se pode agradar a gregos e troianos. Eu gostei, e se o filme estrear por aqui, eu irei assisti-lo (novamente). Mas é aquele tipo de filme que você tem que assistir sozinho! À tarde em uma sessão com poucas pessoas. Para poder fazer seus devaneios à vontade. Bom, se você não gostar do filme em si, pelo menos valeu por ter ido ver o último trabalho do Heath, não é mesmo? Que afinal de contas, o talento dele vale o esforço.

É isso.

Beijos Uivantes.

PS: Quero ver se ainda vão achar que eu sou intransigente quando falo de filmes! Já falei, não sou uma crítica assim tão cruel. ¬¬

Postado por Nessasc às 15:59:22
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..:: Pra você guardei o amor::..

Preciso falar de quem é essa voz? Acho que não! Always Nando!

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 23:08:19
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..:: I just want to know::..

Quando você sabe que é hora de abrir mão daquilo que é mais importante pra você? Sabe, aquela situação que você vê claramente que está errada, mas que no fundo, bem lá no fundo, você ainda espera que as coisas mudem? E que é ela que faz com que você saiba que É aquela coisa que sempre apareceu nos teus sonhos?

Como abrir mão disso? Como ter forças pra abrir mão de uma coisa assim? O que dói mais? Insistir, esperando que as coisas realmente melhorem, ou desistir? Gostaria mesmo de saber!

Beijos Uivantes!

Postado por Nessasc às 22:37:25
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..::When you got a good thing - Video::..

Postado por Nessasc às 09:25:47
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..:: Recomendação::..

When You Got a Good Thing (Lady Antebellum)

Everybody keeps telling me I'm such a lucky man
Lookin at you standin there I know I am
Barefooted beauty with eyes that blue
The sunshine sure looks good on you
I swear

Oh I can't believe I finally found you baby
Happy ever after, after all this time
Oh there's gonna be some ups and downs
but with you to wrap my arms around
I'm fine

So baby, hold on tight
Don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know when you've got a good thing

You know you keep on bringin out the best of me
And I need you now even more than the air I breathe
You can make me laugh when I wanna cry
This will last forever I just know, I know

So baby, hold on tight
Don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know when you´ve gotta good thing

We got a good thing, baby, woah
So hold on tight
Baby, don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know, oh you gotta know
Oh you gotta know, you gotta know
When you got a good thing

We got a good thing baby
Woah, woah, woah, woah

Beijos Uivantes!

Postado por Nessasc às 09:15:30
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..::Inception - A Origem::..

Qual o coeficiente que vocês usam para avaliar um filme? Roteiro? Direção? Elenco? Ou vão correndo atrás daquela velha fórmula: “o filme é bom quando não existem tantos erros quando se mistura tudo isso”.

O meu coeficiente de um bom filme por até ser tudo isso misturado, mas da uma OBRA PRIMA, a coisa precisa de um pouco mais. Eu avalio pela emoção que o filme me proporciona ao aparecer os créditos (sair tremendo da sessão). Em toda a minha vida, somente quatro vezes isso acontecem. Hoje foi a quarta.

O mundo sabe que eu sou louca pelo Leonardo DiCaprio, não escondo de ninguém que ele me chama para qualquer filme que ele apareça (até mesmo naqueles em que o nome dele não aparecerá nos créditos). Ele é bonito sim, não nego, mas eu vou assistir porque eu sei que, tirando o evento Titanic na vida dele, ele só escolhe filmes que me deixam sem fôlego.

Quando começou o “bafafá” sobre o novo filme do Nolan (Aquele de Batman), eu sinceramente achei que fosse uma versão bem melhorada do morcegão (explicando: detesto o Bale bocadevelha), já que estariam no elenco pesos pesados como Ken Watanabe, Ellen Page, Michael Cain, o Leo, dentre outros... Enfim pessoas que eu sei que não estragariam suas carreiras por qualquer coisa. Quanto mais eu assistia aos trailers, mais eu ficava intrigada para saber do que tratava o filme.

Eu sabia que havia alguma coisa com os sonhos das pessoas, manipulação deles ou coisa assim, mas não esperava algo tão complexo como este filme. É o tipo de filme que faz você sentar na cadeira e ficar num estado de tensão tão grande que você simplesmente esquece que isso é apenas um filme.

Sim, algumas coisas me incomodaram como o excesso de câmeras lentas (algumas tomadas me lembrou bastante Cavaleiro das Trevas) o que muitas vezes fazia você querer cair na gargalhada no meio de uma cena tensa, mas no todo? O filme é aquele que vale a pena, e faz você realmente refletir sobre a sua vida.

A fotografia é o que mais me impressionou. A cena de ver a cidade literalmente se dobrando (e não me venham falar que é spoiler, pois esta cena especifica passou a exaustão) é de tirar o fôlego. A água invadindo o que seria uma réplica de Los Angeles (creio eu) foi simplesmente brilhante.

O filme todo gira em torno do personagem do DiCaprio (claro) e é dele que vem toda a complexidade do filme. É dele que vem toda a tensão, mas o Nolan cometeu um pequeno erro... Tornou óbvio demais o procedimento todo que a equipe do Dom estava fazendo. Claro, na cena específica, até pensamos que ele realmente pode ter criado tudo aquilo, mas no final, acaba sendo o que estava na cara desde o primeiro instante (Geralmente nessa hora, falam que eu sou chata por ter sacado tudo no início do filme) só não sabia que seria tão fácil pra ele ter que abrir mão do sonho. Muitas pessoas não abririam mão do sonho, não de uma maneira assim tão... Fácil.

O filme vale a pena!

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 00:00:52
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..:: Anos Incríveis - Video::..

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 09:53:29
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..::Anos Incríveis - Parte I (Texto)::..

Se eu vos perguntar qual a série de tv que marcou as suas vidas? Qual a que vocês me responderiam? Sabe, aquela série que fez você ter raiva, chorar, ficar alegra, ficar triste, sentir saudades? Aquela que em cada personagem você via um pouco de você? Aquela que fazia você sair de casa todos os dias, todas as tardes num mesmo horário para ir à casa do seu vizinho para assistirem juntos? Vocês tiveram uma série assim?

Se não tiveram, eu vou falar: vocês não sabem o quanto isso é legal! O quanto isso marca a sua vida de tal maneira que você sempre se lembrará dela. Podem aparecer MILHÕES de séries depois dela, mas você nunca encontrará nelas aquilo que você encontrava aquela série específica.

Eu tive uma série assim, e tive que esperar mais de dez anos para voltar a vê-la novamente. Graças ao Luiz (sim ele sempre com essas surpresas pra mim) eu agora posso falar que Anos Incríveis voltou a minha vida para ficar. A história do Kevin e da Winnie sempre me traz lágrimas aos olhos. E eu sei que é a série preferida de milhões de pessoas. Praticamente todos os meus amigos, com a mesma faixa etária que eu, se lembra de estar sintonizado na rede Cultura na parte da tarde (ou Band, depois que a série passou por lá, ou ainda Multishow – e sim, assisti nas três emissoras) assistindo as aventuras (ou não) do Kevin em uma família “louca” e ainda ter que manter o romantismo com o eterno amor da vida dele, Winnie Cooper.

Vocês vao perguntar: mas anos incríveis não é o nome do livro que ela está escrevendo? Sim, é o nome do livro que eu estou escrevendo, por que vocês acham que eu coloquei esse nome, mesmo que ele não vá ficar? Porque foi anos incríveis que sempre esteve no meu coração. Tanto que, nem Smallville, nem Brothers and Sisters, nem The big bang theory, nem nenhuma outra série me fez ter as mesmas emoções.

Não sei se pelo fato de que, o personagem do Kevin (além, claro de ter sido a paixão desta que vos escreve – fala sério para quem conhece quem não gostaria de ter um Kevin Arnold na vida?) passava pelas mesmas coisas que eu estava passando no colégio. Ele me acompanhou dos meus 12 até os meus 17 anos (que foi quando a série terminou e me fez chorar muito).

Eu não era a Winnie Cooper de ninguém, nem tinha um Kevin, mas mesmo assim, o que ele estava passando com a família, o que acontecia no colégio? Nossa, eram quase as mesmas situações, acho que é por isso que ela é a série da vida de muitas pessoas até hoje. E não adianta você, que não assistiu na época, assistir agora, você vai achar uma série brilhantemente roteirizada, vai achar as interpretações até bacanas, mas ela NÃO vai fazer você sentir o que você sentiria se a tivesse assistido na mesma época. E olha que a série se passava nos anos 70... No subúrbio dos Estados Unidos.

Eu já estou até vendo, todas as pessoas da minha lista de contatos do MSN vão começar a reclamar, pois provavelmente quando vierem falar comigo estarei vendo as seis temporadas. Infelizmente, e isso o mercado brasileiro é babaca, ainda não existe a série original para ser comprada, temos que recorrer aos santos (e bota santos nisso) responsáveis pelos vários downloads existentes na internet. Se não fosse assim, preciosidades como essa estariam perdidas para sempre em nossas memórias.

Lendas de bastidores à parte (Como Fred Savage ter dado seu primeiro beijo na Danica McKella enquanto filmavam à série e serem eternos amigos até hoje – literalmente falando) dava para ver que, tudo corria bem, até a hora de os atores falarem: chega!

O último episódio é até hoje o melhor de toda a série. Olha que os últimos episódios são regados de muita emoção por ser o último, mas sempre que me perguntam qual o melhor último episódio que existe, minha resposta é sempre a mesma: anos incríveis.

Sério, só tendo vivido na mesma época que a série estava sendo exibida para saber do que eu estou falando!

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 09:52:00
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..:: Nossa língua Portuguesa::..

A língua portuguesa é difícil... Até para fazer amor!
 
Amá-la ou amar-te


O marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada:

- Querida, eu quero amá-la.

A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:

- A mala... Ah não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.

- Não é isso querida, hoje vou amar-te.

- Por mim, você pode ir até Júpiter, Saturno e até à puta que o pariu , desde que me deixe dormir em paz...

Beijos Uivantes!

PS: Pensem nisso! rs.

PS²: Ah bicha bruta rs

Postado por Nessasc às 11:04:30
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..::Chega disso::..

Quando eu comecei a ler “Crepúsculo” (Ah, Crepúsculo rs), eu achei a história contagiante, não nego, apesar de simples, a narrativa da Steph te prendia. Uma coisa o Felipe Neto tem razão, o livro foi feito com todas as fórmulas que cativam mulheres (Sejam elas menininhas, menininhos que queriam ser menininhas, ou as independentes... Afinal, elas também sonham).

Então, o mundo redescobriu os seres das sombras. O encanto por eles, na verdade, nunca acabou Bram Stocker está aí mesmo para provar, e não há um ser vivo no planeta que me faça acreditar que Drácula não é uma história de amor... Enfim...

Só que de 2005 pra cá TODO mundo resolveu escrever sobre vampiros. Gente, qual é... Chega uma hora que enjoa mesmo. A história dos chupadores de sangue sedutores hipnotiza, mas tudo o que é demais enjoa mesmo. Depois de Crepúsculo vieram: House of Night (Que eu descobri que serão 12 livros), Vampire Academy (Ou seja, lá como seja o nome), Adaga Negra (Também não lembro o nome direito), Diários do Vampiro (Que foi escrito muito antes dessa modinha patética – Calma eu não sou contra todas as modinhas)... E um monte que eu esqueci o nome agora.

O pior não foi isso, agora a moda é misturar histórias. Os vampiros agora estão em todas as histórias possíveis e existentes. Todos os escritores agora resolveram escrever sua própria história de vampiros e estão mexendo com coisa séria. A última agora, que eu realmente tenho raiva é transformar Jane Austen (E vocês sabem o que é Jane Austen pra mim) em uma vampira frustrada do século XXI. Gente, QUAL É?

Agora, a criatividade está tão em baixa assim que é preciso mexer com quem está quieto pra fazer sucesso? O pior é que esse bando de anencéfalo tem público. E isso me irrita, profundamente. Por que essas pessoas que acham que esse tipo de livro é divertido, é porque das duas uma: ou não tem sensibilidade suficiente pra entender a crítica social por trás das histórias ou então é retardado mental mesmo (E eu estou bastante propensa em aceitar a segunda opção).

Por que não criar suas próprias histórias? Por que não fazer como a Maggie? Que criou toda uma história envolvendo os lobos? E eu não estou falando de lobisomem que é uma coisa totalmente diferente. Lobisomem sim são criaturas viris que só vivem para saciar o seu instinto... Por mais consciência que eles tenham... E mesmo com esse tipo de criatura, como os Licans, existe um fascínio difícil de entender (Eu sou adepta aos que preservam alguma consciência de quando humanos). Ela pegou algo que já existia e criou todo um universo, simples assim (Sim, eu sempre gostei de lobos, antes mesmo de Jake, Sam, Lucian etc. Eles são monogâmicos. Vem desde que eu vi o “Feitiço de Áquila” – Ladyhawke.).

O que eu estou tentando falar é que já chega certo? Estamos sendo bombardeados de todo tipos de informação. Programas de televisão reprisam a exaustão programas de vampirismo (seja ele sanguíneo ou emocional – ainda tem mais essa)...

Sabem, por sorte Anne Rice resolveu parar de escrever as Crônicas... Ela cairia no mais do mesmo! E o mais do mesmo é até bom, mas enche a paciência quando é exagerado.

Beijos Uivantes.

Postado por Nessasc às 09:24:13
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Humor Atual

Meu Perfil

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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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