..:: Dublagem ::..

Terminando de assistir “Madagascar 2” notei que nos créditos apareceu o nome da Heloisa Perisé e de outro ator “global” que fez uma das dublagens. E parou por ai. Isso é ridículo. Quer dizer, só porque os dois são “famosos” os outros dubladores ficaram de fora dos créditos? Pelo que eu saiba eles também são atores, precisa de registro e tudo para poder ser dublador profissional, e os nomes sequer apareceram no final dos créditos.

Muito tem me incomodado esse descaso que os grandes distribuidores têm feito em relação a esse lance da dublagem. Muito me incomoda também essa péssima mania dos brasileiros de não gostar de filmes dublados. Tudo bem que alguns filmes no áudio original são até mais charmosos, mas eu acho que se vivemos no BRASIL devemos falar PORTUGUÊS e escutar PORTUGUÊS e não outra língua qualquer. Eu gosto de inglês, sério, gosto mesmo, mas não troco o meu português por nenhuma outra língua do mundo... (Sorry James MacVoy – Se você quiser ter algo comigo, por favor, aprenda a falar o Português.).

A dublagem no Brasil é uma das melhores do mundo, gente do mundo inteiro se inspira em nossa dublagem para poder fazer seu trabalho. As exigências até existem, mas por parte das distribuidoras daqui do Brasil. Acho que a única empresa que anda fazendo exigências para atores famosos nas dublagens dos seus filmes é a Disney, mas fora isso acho que é por seleção mesmo.

Um exemplo? O Shrek. Por mais que eu tenha amado ver o Shrek meio canastrão usando a voz do Bussunda, não posso deixar de admitir que, escutar o Skrek com a voz do “Pumba” foi bem melhor. A mesma voz que fez o “cachorrinho” de Monstros AS.

Isso sem contar que, muitas vezes, a maioria das vezes, as vozes dos dubladores nacionais são infinitamente mais bonitas que os originais. Por que sinceramente, eu prefiro infinitamente escutar o Zac Efrom com a voz do Fábio Lucindo do que com a sua própria voz, que ainda parece de menina. O Fábio que emprestou sua voz para o Miroku, Ahs Katium e tantos outros personagens dos desenhos.

O que falar do Wendell Bezerra gente! Ou vocês acham mesmo que eu prefiro escutar a voz de taquara rachada do dublador original do Goku? A voz do Wendell é doce, singela... Acalma. Ou então, o multifacetado do Guilherme Briggs? Vocês não conhece o G. Briggs? Conhecem sim, ele empresta a voz pro Jim Carrey em “Todo Poderoso”, faz a voz do “Optimus Prime” no filme, é o Freakazoyd e tantos outros personagens legais que tem por aí (Apesar de ele ser bem comum e às vezes até bem estúpido com as pessoas, enfim).

Eu queria que as distribuidoras tivessem um pouco mais de consideração com eles. Newton da Mata morreu tendo algum status, afinal de contas, ser a voz durante tantos anos de Bruce Willis e ser a voz do Lion dos Thundercats não é para qualquer um, mas eu duvido que o nome dele fosse aparecer nos créditos dos filmes. A Disney no Brasil têm feito uma coisa bem legal, no final de cada programa, filme, série, enfim... Tem colocado os personagens e o nome dos dubladores, isso mostra respeito com o trabalho deles.

Um dia seria bom que um filme dublado fizesse isso. A coisa já está até bem legal, os filmes estão com as duas versões, o que tem que poupado bastante trabalho, confesso. Você cansado, trabalhou o dia todo, sinceramente? Prefiro assistir filme dublado. Não tenho que fazer meu cérebro trabalhar mais para ficar tendo que acompanhar a legenda ao mesmo tempo em que assiste a imagem. Ah tenho preguiça de ler legenda sim, não é sempre, mas eu tenho. Sou humana! Gosto de filme dublado. Gosto de suspirar com uma voz.

Sou apaixonada pela voz do Wendell, do Hermes Barolli (O Seya de CdZ), do dublador do Ikki (A Nanda vai morrer agora), do Mauro Eduardo (Inuyasha) e tantas outras. A do Wendell e a do Mauro são especiais. Talvez pelos personagens que eles dublaram durante algum tempo, eu meio que realmente sonho em escutar as vozes de perto... E voz não envelhece né gente?!

Bem, vou indo!

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 16:45:43
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..::Divagações::..

Ando sem vontade de escrever. Na verdade isso é uma ironia, já que, o que eu estou fazendo agora, é justamente escrever. Mas ando sem vontade de escrever sonhos. Aqueles, que eu espero, que fazem as pessoas suspirarem, sorrirem bobas e apaixonadas.

Nada de tão grave assim está acontecendo, mas sempre está acontecendo alguma coisa. Medo. Medo é o que realmente está acontecendo. Medo de um monte de coisa. Mas principalmente... Medo de acordar de um sonho bom! Ou de ele se tornar em um pesadelo, não sei bem o que seria pior.

O sonho? É como diria Platão, do sonho daquilo que as pessoas mais anseiam sumir, desaparecer. De alguma forma eu agora entendendo a percepção da Steph quando ela escreveu a passagem da campina... “Não tenho medo de você, mas de você desaparecer.” Nunca havia entendido muito bem essa passagem do livro... Vejam eu falei LIVRO.

Eu sei: divagações novamente! Coisas que estão passando pela minha cabeça preocupada que eu jamais pensei que teria.

Por falar em livro... Depois da tempestade vem a calmaria... Tá tão calmo que eu já escrevi umas 03 vezes, só esta semana, parte do capítulo 17. E o que eu estou lendo... Caramba, é bom demais, mas eu confesso que tô com preguiça de ler. Como pode ser isso? Eu com preguiça de ler... Sinal de que eu realmente não estou tão bem quanto eu acho que estou, enfim...

Se me perguntassem, ou se me concedessem um pedido... Eu pediria para estar em Londres. Londres... Sempre que eu leio, escuto, escrevo esse nome eu sorrio. Londres e todas as suas cores cinza. Essa cidade sempre me fez suspirar... Engraçado como ela realmente É cinza, mas é tão... Lá estou eu suspirando novamente. Algumas pessoas falam que talvez eu não aguentasse o frio, mas... Eu tenho minhas dúvidas, o ser humano sempre encontra uma forma de se aquecer no inverno... Ou próximo a isso. Seja com sobretudos, casacos de pele ou através da pele de outra pessoa, elas sempre se aquecem! O frio não me causa medo. Ele me faz sorrir.

Mas eu não ando com tanta vontade de sorrir assim. Ando com medo de que Londres se torne uma possibilidade distante! O que seria potencialmente problemático, já que mesmo eu sempre tido uma relação mágica com aquela cidade, de uns tempos pra cá ela tem cada vez mais tomado conta do meu pensamento. Nunca se falou tanto sobre ela... Enfim.

“I close my eyes, only for a moment…”

  

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 16:03:47
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..::Bastardos Inglórios::..

  Por mais que eu tente, eu não consigo entender o que o mundo vê no Tarantino. Eu sempre falei que não gosto muito dos filmes e roteiros dele, mas todas as vezes que alguém me falava que ele tem talento, eu ficava achando que a errada talvez fosse eu. Ano passado, começou um murmurinho sobre o novo filme dele. Relutei em assistir no cinema, sempre falava que, pagar 14 reais para assistir Tarantino não era a minha praia. Nunca agradeci tanto por uma decisão minha.

Ontem, na superestreia passou o filme “Bastardos Inglórios”, filme este que valeu uma indicação ao Oscar de melhor diretor ao “super” Tarantino. Se ele tivesse ganhado esse Oscar teria sido a maior burrice que a academia teria feito em todos os seus anos de história. Eu não vi nada demais neste filme que valesse todo “bafafá” que fizeram nele. É um filme bobo, de uma operação para matar Hitler e seus nazistas.

Até que o contexto da história é interessante, afinal de contas, alguém (que não aparece no filme) contrata um bando de judeus malucos para matar quem mata judeu. Pelo que eu lembre não há, no mundo cinematográfico, um filme assim, mas o brilhantismo para por ai. A história é patética, ele quis ser engraçado, mas sem ser. Durante o tempo de exibição do filme, notei as pretensões do diretor em querer ser engraçado, com uma ou duas citações da cultura pop em vão. Fiquei o filme inteiro, séria simplesmente olhando, esperando o momento, algum momento que fizesse deste filme “o grande filme do ano” como eu cheguei a ler em algumas críticas de sites especializados.

Começa que, Brad Pitt com sotaque sulista é idiota. Não há outra palavra que eu possa usar que não seja essa. Ele com cara de canastrão, um bigodinho marrom no estilo Carlitos e sotaque que mais parecia um Clark Gable gripado foram a pior parte do filme. Ainda ele fazia uma cara meio torta como quem passou a vida inteira mascando chiclete em um lado da boca que se acostumou a ficar naquela posição. O filme “dividido” em capítulos foi outra coisa completamente sem sentido. Não vi motivos, a não ser o de enrolar horrores para o filme ter o tempo de exibição exigido, para que aparecesse a cada final de “cena”, a tela preta, escrito Capítulo 1, 2, 3, mil... E por ai vai.

Violência gratuita sempre foi marca registrada do Tarantino e ver um judeu quebrando a cabeça de um soldado nazista com um bastão de baseball foi a menor das ignorâncias que apareceu no filme. O filme começa com a aparição do vilão, que este eu falo, foi a única coisa decente do filme, entrando em uma casa no interior da França para aniquilar alguns judeus que estavam escondidos. Uma criança, moça na verdade, se salva e sai correndo para salvar a sua pele depois de ver toda a sua família aniquilada com tiros e tiros de armas alemãs. Aparentemente esta mesma judia, aparece tempos depois, com nome falso, sendo dona de um cinema, sendo cortejada por um soldado nazista. Nossa que clichê em Sr. Tarantino.

O vilão, que eu não lembro o nome agora, um capitão, general, algo assim do alto comando nazista foi o diferencial no filme inteiro. A começar que ele aparecia mais que o “ator principal”. A interpretação dele é a única coisa que se salvou do filme inteiro. Ele mostrou a dose de cinismo necessária para vivê-lo e a fúria escondida atrás de um rosto calmo e sorridente. Posso falar que ali estava caracterizado o famoso “lobo em pele de cordeiro”. Foi o melhor personagem, o que eu mais gostei e olha que eu detesto nazistas.

Outra coisa que me incomodou profundamente no filme foi a constante mudança de idioma dos personagens. Ora eles começavam falando francês, ora inglês, ora alemão. Caramba, escolhe um único idioma para falar o filme inteiro. Acho até válida, a tentativa de usar os três idiomas mais falados naquela época, mas não tão constantemente. Isso me confundia demais; sem contar que a entonação de um idioma para o outro faz com que você seja um ás na leitura para não perder nada, principalmente quando as personagens estavam falando em alemão.

A fotografia não fugiu a regra dos filmes de guerra, da segunda guerra principalmente. Campos franceses, já que o filme se passa quase que inteiramente, na França. Durante a ocupação nazista. Eu gostei, particularmente, do cinema, local que ocorre o ápice, já quase no final do filme.

Bem, posso falar que é um filme para se assistir uma única vez e de preferência não pagar um só centavo por ele.

Filme: Sessão Cinema em casa (Aquele horário de cinema que o SBT ainda insiste em exibir até hoje filmes toscos).

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 09:46:17
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É engraçado quando você está em seu carro num engarrafamento e para por alguns minutos para olhar em volta. As pessoas em seus carros são estranhos ímpares (parafraseando Caetano Veloso).

Outro dia eu estava em um engarrafamento e olhei pela janela. Manaus, quente por natureza então de dentro do carro você fica imaginando o que aqueles estranho estejam fazendo ao mesmo tempo que você. Você se sente meio companheiro deles, afinal de contas vocês estão passando pelo mesmo problema... Trânsito.

Esse trânsito caótico de todos os dias, com direito a pessoas mal educadas o suficiente para cortar você em plena luz do dia e ainda ficar com raiva por você reclamar. Então, você olha para o carro ao lado. Vê um senhor. Sabe que ele está ali, naquele local com você, com problemas, situações a resolver, trabalho a fazer, mas naquele exato momento, ele estava dentro de um carro, no calor, movimentando a boca. Fico imaginando o que ele estaria fazendo... Cantando? Falando Sozinho? Treinando algum tópico para uma reunião importante? Brigando com alguma notícia que o indignou?

Cotidiano... Pessoas passam, vão e vem por você. E você na sua pressa esquece-se de sequer dar um bom dia para ela, tem até medo, afinal de contas gentileza nos dia de hoje assusta... Você olha aquela jovem passando apressada e fica imaginando o que ela estaria fazendo para ter tanta pressa assim. Ou aquela mãe, que com o filho no colo, passa rápido para poder chegar a tempo de alguma reunião importante do colégio.

Enfim... Pessoas!

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 15:04:52
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..::Ser Manauara::..

Rui Silva é dos caboclos que se deram bem em Manaus. Cinegrafista, viajava para fazer um curso no 'sul' (no eixo Rio de Janeiro-São Paulo). No avião, um paulista puxa conversa:

- Então, você é de Manaus?

- Sim, sou.

- E é verdade que lá tem muito índio?

- Sim, tem sim - responde Rui, enfastiado.

- Então, vocês devem ter muito artesanato também...

- Sim... Lá a gente tem muito artesanato. Inclusive, lá na sua casa deve ter alguma coisa do artesanato indígena que a gente faz em Manaus.

- Sério? Não acredito. Não tem nada de artesanato lá.

- Você não tem TV? DVD? Computador?

- Tenho, sim.

- Então... O que vocês chamam de tecnologia, a gente chama de artesanato.
Tudo isso aí é feito pelos 'índios' de Manaus.

Ass. Lobinha.

PS: Demorei para atualizar, desculpem, mas estava com uma séria falta de criatividade. Bem, ainda não estou no meu melhor, mas prometo que não deixarei mais de atualizar! Aproveito para falar, para vocês procurarem o DVD Rent - Os boêmios Ao vivo na Broadway. Foi um especial que fizeram na última apresentação na Bradway. Para quem conhece a história, preparem-se para chorar no final. Simples assim.

Postado por Lobinha às 11:46:19
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..::Ausência::..

Uma ausência, temporariamente chata.

Bom dia lobinhos! Eu vim avisar que talvez esta semana eu não atualize o blog! Motivo? Semana de Provas. Sim, eu sei é um saco, mas um saco necessário.

Tentarei atualizá-lo no meio da semana, caso tenha alguma inspiração repentina! Tenha algum texto "criativo" o suficiente! Meus últimos foram um desastre. Vocês não sabem o quanto de papel eu amassei e joguei fora (O planeta não me agradeceu por isso).

Bem, Vou indo! Estou atualizando num atalho que tem para o blog, portanto, não estranhem a falta de alinhamento, a fonte legível ou uma imagem válida!

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 08:33:11
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..::I dreamed a dream::..

Sonhei com você. Bom, SONHAR com você já não deve mais ser nenhuma novidade. Gostaria de saber o quanto isso ainda te afeta, o quanto isso ainda significa pra você.

E foi um sonho tão bom. Relembra uma época em que eu disse SIM pra você. Lembra?! Provavelmente não. Afinal de contas, temos que ser racionais. Racionalidade não combina muito com amor, mas o que eu não faço sorrindo o que você me pede chorando.

No sonho estávamos num parque, no meio do outono (e você sabe o quanto as cores, em tons caramelos, do outono me encantam). Estávamos caminhando, sem fazer nada demais; se bem que até lavar a louça, para mim, seria uma tarefa mágica estando com você. Havia várias pessoas ao nosso redor, que apenas passavam perto de nós. Não davam muita importância. Era como se fossemos invisíveis. Bem, pelo menos eu era.

Então você deu meu sorriso. Aquele meio torto como quem está sem jeito para falar, ou fazer, alguma coisa. O seu sorriso me devolveu as cores, tudo ficou naquele tom de azul daquela sua camisa de manda comprida de malha que eu tanto amo. Você não dizia nada. Aliás, estou perdendo a lembrança do tom da sua voz. Ela combina com você. As pessoas agora me viam. Sorriam pra mim. Eu estava feliz. Estava completa.

Uma moça se aproximou de mim. Pegou em minha mão falando alguma coisa. Em minha mão direita havia um objeto. Ele possuía tons de azul. SEMPRE AZUL. Você também fala sorrindo, apesar de eu não escutar sua voz, eu sabia o que era, e sorria junto com você. Olhei para o objeto em meu dedo. O brilhante era um pouco exagerado. Não combinava em nada com minha personalidade discreta, mas eu não estava me importando muito. Você havia me dado. Estava um pouco frouxo, mas não me importava muito. Você havia me dado. Parecia frágil, o que obrigatoriamente demandava cuidado. Você... Havia me dado! Lembrava em algum momento um coração. O seu coração. Afinal de contas, você havia me dado.

Os especialistas dizem que os sonhos não passam de nossos maiores medos ou esperanças. A minha? É que esse sonho se realize. E se realize o mais rápido possível.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 13:05:41
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..:: UM pouco de moral, será? ::..

Moral.

Essa palavra aparece várias vezes em nosso cotidiano, mas nunca ninguém parou para realmente saber o peso dela, não é verdade? Eu mesma, muitas vezes, fico me perguntando, qual a real importância dela, principalmente nos dias de hoje.

Todos os dias somos bombardeados com situações e exemplos que vão de encontro com o significado desta palavra. Pouquíssimas vezes, vemos pessoas que sabem usá-la de forma adequada. Mas, como a moral se apresenta em nossas vidas?

Esta semana, meu professor de ética passou um filme. A princípio relutante em prestar atenção, o filme parecia chato, apesar da trilha sonora, por não haver diálogos. Isso acabou me chamando a atenção. Queria saber o que um filme (mais para documentário) poderia me mostrar em termos de moral. E eu lhes garanto, foi um dos melhores filmes que eu vi.

Ele apresenta imagens, mostra o frágil século XX com todas as suas nuances e perigos. Quem me convence do contrário? Ao longo do século XX tivemos, pelo menos que eu tenha notícia, quatro guerras. As duas mundiais, a do Vietnã e a do Golfo, já próximo dos anos 2000. Foras as guerras menores de etnias pequenas na África, Ásia, etc.

E, em tempos de guerra, como fica a moral? Como ela se apresenta? Como ela pode ser mudada? Que moral, por exemplo, teria Hitler? Ou Mussolini? Por mais que eles sejam as personalidades que não gostaríamos de ter conhecido, eles tinham alguma moral! A moral do partido, mas ainda assim, uma moral. Ela pode não ser o tipo de moral que eu ou você seguiríamos, mas ela foi forte o suficiente para declarar uma guerra que durou cinco longos anos.

E o que dizer dos árabes e judeus? Ambos são povos extremamente religiosos (até demais, para o meu simplório conhecimento teológico). Eles têm sua moral inabalável, tão inabalável que desde os tempos mais remotos são inimigos mortais (no real sentido da palavra). E isso porque, na história bíblica, eles são irmãos. Se uns dizem que a moral religiosa é a que salva, eles nos mostram justamente o contrário. É a moral religiosa deles que mata, e da pior forma possível.

A moral anda ao nosso lado, todos nós sabemos qual é o caminho certo, da moral e bons costumes (como consta em nossa querida Constituição Federal), mas muito de nós escolhe o caminho fácil! E não se enganem o caminho fácil também tem alguma moral. Nunca, jamais em tempo algum ficamos livres dela. Se não a moral aceitável pela sociedade que aqui está, mas ainda assim, alguma moral.

Mas, qual a moral aceitável pela sociedade que ai está? Vivemos em tempos capitalistas (E viva o Capitalismo), e por isso mesmo, desde crianças, somos bombardeados por atitudes consumistas, egoístas, impulsivas. Qual a moral que essa sociedade aceita como a verdadeira? A moral do “me diga o que você tem que eu lhe direi quem és?” Ou aquela que realmente importa? E será que, aquela que realmente importa, ainda existe nos corações das pessoas?

Eu não saberia responder a esta pergunta. Acho que não sei responder, com clareza, a qualquer pergunta que eu apresentei neste texto. O que eu sei é que alguma moral temos que ter.

Apesar de ver, todos os dias, o fim de uma moral que eu acredito que seja aceitável – a de ser fiel aos seus sentimentos, aos amigos, família e aos seus amores (não se assuste, você terá vários ao longo da vida, mesmo sabendo quem é a pessoa que estará sempre em seu coração, apesar de não poder estar com ela) – eu ainda acho que alguma vai se sobressair. E quando isso acontecer, veremos quem, afinal de contas, estava certo.

(Terei que fazer um trabalho sobre moral para entregar no dia da prova. Isso não faz parte do trabalho, apenas um texto para pensar, será?).

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 11:46:09
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..:: Um pouco de humor::..

Palavrões – Millôr Fernandes.

 

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não''! E tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade ''Não, absolutamente não!'' O substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua autoestima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do ''foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.". Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!".

O direito ao ''foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e FODA-SE.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 11:33:23
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..:: Everything... To me::..

You calm the storms and you give me rest

You hold me in your hands You won't let me fall

You steal my heart and you take my breath away

Would you take me in Take me deeper, now

 

Lifehouse - Everything

Beijos Uivantes!

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 13:40:25
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..:: Apenas mais divagações::..

É difícil! E quanto mais eu tento entender, menos eu consigo.

Fico passando e repassando tudo em minha cabeça para ver se eu encontro alguma outra explicação, que não seja a que está agora, e eu não acho. O meu medo de que o que eu esteja pensando seja o certo, está cada vez mais concreto.

Dizem que pessoas vão e vem da nossa vida, e as que permanecem são aquelas que eram para permanecer... E quanto àquelas que queremos que elas permaneçam? Como podemos proceder para que isso aconteça de verdade?

Outro dia eu estava revendo ao desenho Dungers and Dragons (Ou simplesmente Caverna do Dragão)! Aquele episódio em que os meninos se perdem uns dos outros nos seus piores pesadelos e medos? Lembro bem do da Sheyla, que era de ficar sozinha... Gostar de ficar sozinha não é o mesmo que estar sozinha (Deu pra entender?), enfim...

Divagações novamente! Não há motivo específico para esse post de hoje, ou há? A verdade é que há tempos venho pensando nessas coisas! Acho que se fosse eu a me perder naquele labirinto de pesadelos, nem mesmo Mikey Meyers (Aquele sim... Sociopata lembra?) teria coragem de se perder comigo e estar em meus pesadelos.

Sabe, por mais que no final das contas eu entenda a lição de “It’s a wonderful life” (James Stewart sempre ele) eu gostaria muito de saber como estaria o mundo se me acontecesse o mesmo que aconteceu com o George Beiley do filme! Seria bastante interessante! Ou então, se acontecesse o mesmo que o Gorpo de He-Man lembra? Quando ele resolveu voltar ao planeta dele?

Geralmente as pessoas... Enfim... Mais um brilho eterno de uma mente sem lembranças!

PS: Se eu falar como a Lisbeth (Salander, trilogia Millennium) será que funcionaria alguma coisa? Provavelmente não! Eu não sou tão brilhante assim quanto ela!

Mas eu realmente gostaria que as coisas entrassem nos eixos novamente.

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 12:21:43
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..:: Impotência ::..

Estranhos.

Era assim que ela estava sentindo os dias. Nada estava diferente, mas de alguma forma ela sabia que as coisas estavam diferentes. Detestava quando as coisas mudavam. Ela não gostava de mudanças. As mudanças geralmente tinham a conotação de falta de controle, e ela não gostava de sentir que estava perdendo o controle.

Era romântica, até demais para o que ela gostava, portanto, tentava ao máximo controlar suas vontades repentinas de demonstrar romantismo exagerado. Ela vivia controlando as suas emoções. Ela vivia de extremos. Ou amava demais ou não amava. Não havia, neste caso, meio termos. Ela preferiria não amar (Na concepção ela – sentia-se segura quando isso acontecia). Quando se apaixonava, tinha medo de perder o controle das próprias emoções. Ela sempre fora passional demais, sabia que isso não era bom... Ser passional.

Sempre que abria a boca para falar “eu te amo” era verdadeiro. Detestava esses dias modernos em que pessoas não prestavam atenção para o verdadeiro significado da frase. Sorria sempre que pensava na pessoa que falava essa frase. Aquela que tomava conta do coração dela. Alias, como Davi Jones, ela havia entregado seu coração a ele dentro de um baú para que ele sempre estivesse seguro...

Mas de alguma forma ela sabia que algo havia mudado! Antes de qualquer coisa, ela sabia que havia mudado. Antes de qualquer briga, ela sabia que as coisas vinham mudando gradativamente, e em decorrência disso, a sensação de perder o controle aumentava... Isso era insano para ela. Ela acreditava nele! Verdadeiramente ela acreditava nele, mas de alguma forma ela sabia que as coisas estavam mudadas. E ela queria tanto estar com ele... O que, no final das contas, estava sendo potencialmente problemático. Ela nunca pensou que estar com a pessoa que ama seria tão complicado.

Ela detestava estar perdendo o controle... Detestava aquela distância estúpida... Detestava aquela sensação de impotência... Mas, acima de tudo, detestava verdadeiramente, sentir o medo que estava sentindo de que tudo estava perdido para sempre!

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 10:14:37
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..::Desculpas?::..

Essa música foi tema de Smallville temporada 5 quando o Clark "retorna" e se reencontra com a Lana! Por mais que a letra pareça meio "down" é um baita pedidos de desculpas. A cena em questão está aqui no blog, um pouco mais embaixo. A continuação dela, é a Lana falando "Clark" e correndo para os braços dele. O abraço que eles dão é tão singelo. A forma como o Clark a envolve em seus braços... Para cada pessoa essa cena tem um significado, pra mim foi como se ele falasse... Desculpe! Quem viu a temporada 5 sabe do que eu estou falando!

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 09:48:14
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..::Errata::..

Vim agora somente para falar que:

1)      No texto abaixo não é possuída, e sim POSSUIA.

2)      Bato o carro ontem, portanto não estou muito animada!

3)      #comofaz... ?

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha

Postado por Lobinha às 07:56:04
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..::Tempo::..

Eles estavam chegando ao endereço indicado. Já passava das 22h e a casa não parecia muito agradável. O “Motel Bates” seria um hotel de luxo na frente daquela espelunca. Mas eles estavam dirigindo há horas e estavam querendo uma cama e banho (não necessariamente nesta ordem – ou sim, quem sabe?).

Entraram e se surpreenderam com a arrumação da casa. Era velha, estava caindo aos pedaços e a recepcionista parecia ser parente de Norman Bates ou coisa parecida, mas estava impecavelmente arrumada. Os móveis eram confortáveis e o ambiente bastante perfumado.

Velha ou não, arrumada ou não, perfumada ou não, eles estavam querendo um local para passar a noite. Pegaram a chave do quarto. Duas camas. Já haviam tentado um relacionamento, mas não havia dado muito certo. O amor não dito! O tipo de amor mais intenso, e o mais injusto também. Coisas a serem ditas, brigam a serem postas pra fora, mas nada disso acontecia. Mantinham-se apenas por perto um do outro.

Deitaram-se! O banho de ambos havia demorado pelo menos meia hora para cada. Ficaram conversando banalidades. Eram campeões nesses tipos de assuntos. Mas, na verdade, queriam estar um nos braços do outro! Eram orgulhosos demais para admitir isso. Foi preciso uma única briga para que esse clima pairasse sobre as cabeças deles. Ou melhor... Uma não briga.

Imaginavam-se pertencendo um ao outro. Não haviam tido um relacionamento sério desde que se separaram. Simplesmente não conseguiam. Não evitavam “comparações entre flores e declarações”. Isso acabava com qualquer possibilidade de relacionamento antes do mesmo sequer começar.

Adormeceram! Sonharam. Estavam na cama. Estavam se amando. Estavam se tocando mutualmente. Estavam alcançando o êxtase juntos. Avistaram uma criança entre suspiros e gemidos. Aparentemente a criança não estava dando muita importância para a cena que estava diante de seus olhos. Olhava para os dois com ternura, carinho e admiração.

Ele ficou particularmente emocionado. A criança possuída a mesma cor de olhos, e a mesma tonalidade de pele que ela. Ela que agora estava em seus braços arfando de prazer. Isso fez com que lágrimas viessem aos seus olhos.

Por que vocês não conversam mais?”  Perguntou a criança.

Mas nós conversamos!” Ele respondeu e ela concordou.

Não quando estão acordados e não sobre o que é necessário.” Falou a criança.

Meu amor... Nós conversamos!” Falou ela delicadamente.

Pai, mãe... Eu preciso que vocês conversem, briguem, mostrem que estão interessados um no outro, que se amem! Só vocês fazendo isso eu poderei existir. E eu quero existir.” A criança agora estava se afastando.

Ambos acordaram num sobressalto! Olharam-se, como sempre não falaram nada do que um simples “Bom Dia”. Queriam se amar. Desejavam se amar! Planejavam se amar. Iam se amar. Era somente questão de tempo.

Beijos Uivantes.

Ass. Lobinha.

Postado por Lobinha às 13:49:33
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Nome: Vanessa Carvalho

Nascimento: 28 de Janeiro

Signo: Aquário

Cidade: Manaus/Amazonas

Twitter: @Nessasc

Twitter²: @Filmes_Livros

Profissão:

Férias vitalícias. Terminei de escrever um livro chamado "Anos Incríveis" e pelo que parece vai sair mais cedo do que eu pensava, só falta eu deixar de ter preguiça e começar a passar para o computador.




Frase: "Can you put a price on your dreams?"


Gosto:

Eu gosto de estar com as pessoas que gostam de mim, gosto dos meus amigos, são poucos, mas eles são importantes pra mim. Estou apaixonada, muito, e estou muito feliz.Sou desconfiada, ciumenta (apesar de conseguir esconder até que bem isso das pessoas), seletiva nas minhas coisas, não perdoo fácil as pessoas quando me ofendem ou alguém que eu amo, tenho pouca paciência, não posso negar e sou bastante racional, dificilmente me deixo ser levada pelas minhas emoções. Mas sou muito chorona, choro em desenho animado, novela mexicana (FATO), quando estou triste, e também quando estou feliz. Choro em livros (Calafrio foi o último que eu chorei) e adoro escrever.



Odeio:

Injustiça e mentira, acho que essas duas palavras resume bastante como eu sou no cotidiano.




Filme:

Um filme que resume bem meu gosto por tudo na vida é Orgulho e Preconceito... Sim o sarcasmo, pra mim, mostra muito do sentimento não dito entre duas pessoas. Mas eu gosto também de filmes antigos como "Casablanca" e "Bonequinha de Luxo" (Ainda está para nascer alguém como a Audrey linda Hepburn. Gosto de filmes de ação, romance, drama, desenhos. Ainda estou em dúvida em relação às comédias românticas. Acho que elas deixaram o brilhantismo de Meg Ryan e Tom hanks nos anos 80/90, não inovam mais e sempre é aquela mesma coisa chata. Harry e Sally adoro o final do filme. Filmes do momento como a série Harry Potter (Sim, eu gosto), Saga Crepúsculo eu assisto por ter lido os livros, confesso, não espero muita coisa deles, mas são legais, filmes dos anos 80? Clube dos Cinco, Primeiro ano do resto de nossas vidas, Curtindo a vida adoidado, Goonies, Gremlins, e por aí vai...



Música:

Trilhas Sonoras de filmes, eu sou particularmente fã. Mas gosto do "The Fray", do "David Cook" (Ganhador do American idol de 2008), "Bon Jovi" (Always), Ana Carolina, Jota Quest, Skank, Emmerson Nogueira (Todos Mineiros - Adoro o sotaque mineiro), Lulu Santos (Ainda a trilha sonora da minha vida, não tem jeito), e claro, coisas que eu trago ainda da minha adolescência como Backstreet Boys. Músicas dos anos 80, do rock nacional sempre me animam.



Livros Lidos:

Crepúsculo (Saga Completa); Orgulho e Preconceito; As areias do tempo; Saga Millennium, O Clube do Filme, Anjos e Demônios, Calafrio, Feios, A menina que roubava livros, Dançando no ar, Wake.



Livros para Ler:

Fallen, Swoon, Símbolo Perdido, Coração Ferido, A Guardiã da Meia-Noite, Para Sempre, Lua Azul, O legado da Caça-Vampiros, A Princesa e o Gelo, e mais alguns que eu não lembro.



Lendo: Um beijo do destino.








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